Mato Grosso Previdência

Mato Grosso Previdência
Av. Dr. Helio Ribeiro, 487, Edifício Concorde - Térreo Bairro: Residencial Paiaguás CEP 78048-250 - Cuiabá - MT Telefone Geral: (65) 3363.5300 Disque Servidor: 0800 647 3633

CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA MUTUM

CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA MUTUM
Horário de atendimendo: Manhã: das 08:00 ás 11:00 Tarde: das 13:00 ás 17:00 Telefone: (65) 3308-6000 Ouvidoria: 0800 647 6022

Cuiabá Humanizada

sábado, 16 de setembro de 2017

"Sistemas de saúde da África Ocidental têm de ser reforçados"

defaultÁfrica Ocidental registou quase dois mil focos epidêmicos nos últimos 40 anos. O último - e um dos mais graves - foi o do vírus ébola. Organização da Saúde da África Ocidental defende mais investimentos para a região. Os sistemas de saúde da África Ocidental precisam ser reforçados para evitar a expansão de doenças, defende o diretor da Organização da Saúde daquela região, Xavier Crespin. Nos últimos 40 anos, houve mais de 1.700 focos epidêmicos na África Ocidental, dos quais o último e um dos mais graves foi o do vírus ébola.
"Parece que a comunidade internacional espera que haja crises para se manifestar sobre o terreno, o que não é normal", afirma Xavier Crespin, em entrevista à agência EFE. "Não é preciso esperar pelas crises nem pelas urgências. É preciso ir ao essencial, que é reforçar os sistemas de saúde, que são muito frágeis em determinados países devido à falta de financiamento e de pessoal e ao insuficiente envolvimento das comunidades locais na tomada de decisões", acrescenta Crespin, médico nigeriano que dirige o organismo que coordena os ministérios da saúde de uma das regiões mais pobres do mundo.
Epidemia
Além de ter dizimado os precários sistemas de saúde da Guiné, Libéria e Serra Leoa, a epidemia do vírus do ébola provocou mais de 11 mil mortos. "A crise do ébola demonstra a debilidade dos nossos sistemas de saúde. Para se mostrar que se é filantropo a sério é necessário ir ajudar agora, sem crise, para construir um sistema de saúde sólido, resistente aos choques epidêmicos que existem na nossa região", defende Xavier Crespin. Crespin diz ainda que durante a crise do Ébola "chegaram milhares de pessoas para ajudar e milhares de milhões de dólares, mas uma vez terminada a epidemia os hospitais de campanha foram desmontados e os nossos hospitais ficaram dizimados, sem pessoal e, de novo, sem capacidade de resposta".

Autoria Agência Lusa, EFE, tms/cp

Nenhum comentário:

Postar um comentário