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terça-feira, 24 de outubro de 2017

"Prioridade do PTB para 2018 é eleição proporcional, afirma presidente Roberto Jefferson ao Valor Econômico"

ImagemO PTB estabeleceu a eleição proporcional como prioridade na campanha de 2018. O partido destinará a maior parte dos cerca de R$ 72 milhões que irá dispor pelo fundo público aos candidatos a deputado federal. Isso é o que garante o presidente nacional da sigla, o ex-deputado Roberto Jefferson, que trocou seu domicílio eleitoral, do Rio de Janeiro para São Paulo, onde concorrerá a uma vaga na Câmara. “Os partidos vão receber muito mais recursos que recebiam no passado. Na eleição de 2014, tivemos R$ 33 milhões para as campanhas à Câmara, entre doações ao PTB e aos candidatos a deputado. A partilha atual já nos dá R$ 72 milhões. Imagina os outros partidos. Não vai faltar dinheiro para a eleição”, assegura Jefferson, que aos 64 anos, tentará seu sétimo mandato na Câmara. Antes da aprovação do fundo público, no início de outubro, o ex-deputado fez duras críticas à medida. Chegou, inclusive, a classificar o fundo como um “assalto ao bolso dos brasileiros”. A reforma política votada pelo Congresso Nacional, afirma Jefferson, foi um arranjo para se ajustar às regras do financiamento público. “Era o que era possível fazer. O Supremo gerou essa crise ao acabar com a fidelidade partidária, barrar a cláusula de barreira e o financiamento privado”. Jefferson prevê uma renovação de até 70% no Congresso em 2018. Aposta que os parlamentares envolvidos em escândalos de corrupção terão muitas dificuldades para se reelegerem. “A renovação das Câmaras de Vereadores em 2016 foi um prefácio do que vai ocorrer no ano que vem. Quem tiver com qualquer arranhão, perde a eleição. Mesmo nas disputas para cargos proporcionais”, afirma. O petebista, que recentemente fez uma cirurgia para a retirada da tiróide após identificar um tumor maligno, declara que decidiu trocar o domicílio eleitoral pela afinidade que estabeleceu com o Estado. “Aqui é o Brasil real. Brasília é o país virtual. São Paulo, onde venho a cada 15 dias, é que constrói e produz para Brasília gastar. Fiz relações que me permitem disputar o mandato pelo Estado mais poderoso do país”, diz. A campanha de 2018 marcará sua volta a uma eleição depois 16 anos sem disputar um cargo público. A última vez que participou de uma disputa eleitoral foi em 2002, quando foi eleito para seu último mandato na Câmara. Seu mandato foi interrompido. Jefferson denunciou o mensalão em 2005 e foi cassado pouco depois por 313 votos a favor e 156 contra. A decisão dos parlamentares lhe impôs a perda dos direitos políticos por oito anos.O ex-deputado quitou suas pendências na Justiça em abril de 2016 depois de ser condenado no processo do mensalão e cumprir pena, primeiro, em regime fechado, depois, em prisão domiciliar, com licença para trabalhar durante o dia. O petebista vê com bons olhos o aumento do protagonismo do Judiciário. Em sua opinião, os juízes preenchem um vácuo deixado pelos políticos. A Operação Lava-Jato, avalia, quebrou a espinha dorsal da corrupção. “Nada será como antes. Ninguém mais está se expondo. Acabou. As coisas vão ser moderadas”, projeta. Apesar disso, enxerga excessos na atuação da Procuradoria-Geral da República (PGR) na gestão de Rodrigo Janot. A denúncia contra o presidente Michel Temer, segundo o petebista, é uma “piada” do ponto de vista jurídico, mas fragiliza o governo. “O pessoal, de olho na eleição de 2018, reverbera no alto-falante, cobra cargos e emendas. Temer hoje é refém de uma brutal extorsão política”, afirma Jefferson, que não crê, no entanto, na possibilidade de a denúncia ser aceita pelo plenário da Câmara. O presidente, na avaliação do petebista, deve aproveitar o apoio dos deputados na votação da denúncia para buscar novamente o protagonismo. “Se ficar escondido atrás da coberta, acaba o governo. Aí ele vira pato manco. Agora não tem mais Janot. Não vão ter mais oportunidades de extorqui-lo. Ele deu tudo que pediram”, diz. Por uma questão de afinidade, Jefferson diz que o PTB deve apoiar a candidatura presidencial do governador paulista, Geraldo Alckmin (PSDB). O prefeito paulistano, João Doria, também cotado no tucanato, só terá o apoio dos petebistas se for ungido por Alckmin. Mesmo assim, é visto com reservas. “Doria está rachando o partido. Um homem que coloca sua ambição pessoal na frente da unidade partidária e do país, não dá. Para mim, é muita ambição. Ele chegou agora”, analisa o ex-deputado. “Doria é um bom gestor, um empresário bem-sucedido, mas não conhece política. Porque política, pra mim, tem dois primados: lealdade e gratidão. O político que não tem lealdade e gratidão não vai longe. Eu fico longe dele. Se ele não leal e grato ao padrinho que construiu o caminho para ele ser prefeito, que lealdade ele terá a mim?”, acrescenta. Ao avaliar o cenário para 2018, o petebista manifesta preocupação com uma eventual candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Neste caso, a campanha será de muita violência. Teremos um princípio de incêndio. Será que Lula vai querer testar seu exército, com Guilherme Boulos e o MTST, para ver como vai ser em praça de guerra?”, indaga. “Do outro lado, tem gente doida para dar tiro neles (PT). E isso vai acabar acontecendo. Com Lula, o Jair Bolsonaro cresce. Vai disparar. Só que aí teremos outro vetor de ódio. Racha o país no meio”, observa Jefferson, que não acredita na viabilidade de um candidato outsider, nem na ex-senadora Marina Silva (Rede). “Pela esquerda, talvez, o Ciro Gomes (PDT), se ele conseguir fazer uma boa costura”.
Agência Trabalhista de Notícias

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