Com vantagem mínima obtida com a vitória de 1 a 0 em Barueri, o Palmeiras entra em campo neste domingo, 8, atrás do 27º título paulista de sua história. Segundo maior campeão do Estadual mais importante do País, o time alviverde decide com o Novorizontino quem ergue a taça. A bola rola às 20h30 no Estádio Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte, no interior de São Paulo. Considerado azarão, o Novorizontino disputa a decisão estadual pela primeira vez na nova era do clube, iniciada em 2010. A equipe do interior tem a prerrogativa de decidir o título em casa porque fez a melhor campanha da competição.
Um empate basta para o Palmeiras voltar à capital com o troféu. Caso o Novorizontino vença por um gol de diferença, independentemente do placar, a final será decidida nos pênaltis. “Também sabemos da força do Palmeiras como visitante”, avisou Abel Ferreira.
É a sétima final consecutiva do Palmeiras, que tenta voltar ao topo do Estado depois de ser vice em 2025. O troféu pode coroar mais de 20 atletas do renovado elenco que buscam o primeiro troféu pela equipe alviverde.
O goleiro Carlos Miguel faz parte desse grupo de jogadores. “Com certeza vai ser um jogo bem difícil”, resumiu o gigante de 2,04 m, responsável direto pelo resultado positivo na partida inicial ao defender um pênalti. “Mesmo com a vantagem, vamos focados, com os pés no chão, todos firmes, como sempre jogamos. Estamos muito bem para esse jogo, bem focados mentalmente”, completou.
O camisa 1 saiu de campo sem levar gol em 13 dos 25 duelos que disputou. Com 52% de partidas com baliza a zero, ele ostenta o melhor índice entre todos os 18 goleiros que atuaram neste século com a camisa palmeirense. “O meu dia a dia aqui de trabalho é muito bom, é muito leve. Eu me sinto muito à vontade de estar aqui, de jogar, de trabalhar, de treinar”.
A única mudança na escalação deve ser o retorno de Vitor Roque, que começou a partida anterior no banco devido a um trauma. O centroavante de 21 anos participou dos últimos treinos com o plantel em tempo integral.
A tendência é de que o colombiano Jhon Arias mais uma vez aguarde entre os reservas e entre no decorrer da partida. “Não falta nada (para o Arias jogar). O time está com boas dinâmicas. Temos de ter bons jogadores entre os 11 e no banco. No clube somos todos iguais”, justificou Abel.
Assessoria/Caminho Político
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