Segundo IBGE, mais de 34 mil crianças de até 14 anos vivem em união conjugal. Embora situação configure crime, ela persiste, principalmente em contextos de vulnerabilidade social. Foi em um contexto de vulnerabilidade social e falta de informação que Maiara Santos de Farias, hoje com 30 anos, engravidou da primeira filha aos 12. Natural do estado de Pernambuco, ela conta que ainda na infância seus pais se separaram e aos 10 anos foi viver na casa do pai.
"Lá não tinha muitas regras e tive a permissão para namorar aos 12 anos. Logo já engravidei e meu pai deu total apoio. Em pouco tempo já fui morar junto com o meu, então, namorado que era maior de idade. A falta de conhecimento fez com que eu engravidasse porque não fui orientada", recorda.
Ainda segundo Maiara, ao ir morar na casa da sogra junto com o namorado, a situação ficou mais complicada. Ainda durante a gestação, ela deixou o local e foi, junto com o namorado, morar na casa da mãe.
"Tive péssimas experiências morando na casa do meu namorado porque tinha muita gente no imóvel, irmãos e sobrinhos e passamos fome. Já no final da gravidez minha mãe resolveu me visitar e viu a situação que vivíamos e decidiu que iríamos para casa dela. Aos 14 anos comecei a trabalhar informalmente em uma pizzaria para ajudar nas contas da casa", conta.
Foi em um contexto de vulnerabilidade social e falta de informação que Maiara Santos de Farias, hoje com 30 anos, engravidou da primeira filha aos 12. Natural do estado de Pernambuco, ela conta que ainda na infância seus pais se separaram e aos 10 anos foi viver na casa do pai.
"Lá não tinha muitas regras e tive a permissão para namorar aos 12 anos. Logo já engravidei e meu pai deu total apoio. Em pouco tempo já fui morar junto com o meu, então, namorado que era maior de idade. A falta de conhecimento fez com que eu engravidasse porque não fui orientada", recorda.
Ainda segundo Maiara, ao ir morar na casa da sogra junto com o namorado, a situação ficou mais complicada. Ainda durante a gestação, ela deixou o local e foi, junto com o namorado, morar na casa da mãe.
"Tive péssimas experiências morando na casa do meu namorado porque tinha muita gente no imóvel, irmãos e sobrinhos e passamos fome. Já no final da gravidez minha mãe resolveu me visitar e viu a situação que vivíamos e decidiu que iríamos para casa dela. Aos 14 anos comecei a trabalhar informalmente em uma pizzaria para ajudar nas contas da casa", conta.
Foi em um contexto de vulnerabilidade social e falta de informação que Maiara Santos de Farias, hoje com 30 anos, engravidou da primeira filha aos 12. Natural do estado de Pernambuco, ela conta que ainda na infância seus pais se separaram e aos 10 anos foi viver na casa do pai.
"Lá não tinha muitas regras e tive a permissão para namorar aos 12 anos. Logo já engravidei e meu pai deu total apoio. Em pouco tempo já fui morar junto com o meu, então, namorado que era maior de idade. A falta de conhecimento fez com que eu engravidasse porque não fui orientada", recorda.
Ainda segundo Maiara, ao ir morar na casa da sogra junto com o namorado, a situação ficou mais complicada. Ainda durante a gestação, ela deixou o local e foi, junto com o namorado, morar na casa da mãe.
"Tive péssimas experiências morando na casa do meu namorado porque tinha muita gente no imóvel, irmãos e sobrinhos e passamos fome. Já no final da gravidez minha mãe resolveu me visitar e viu a situação que vivíamos e decidiu que iríamos para casa dela. Aos 14 anos comecei a trabalhar informalmente em uma pizzaria para ajudar nas contas da casa", conta.
Assessoria/Simone Machado/Caminho Político
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