Deputado Dr. João José

Deputado Dr. João José
Mato Grosso no Coração

terça-feira, 13 de maio de 2014

"Decidido, Muvuca será o primeiro candidato homologado em convenção"

O jornalista José Marcondes Muvuca não veio para brincar de ser candidato. Prova disso é que foi o primeiro a ter lançado sua pré-candidatura, o primeiro a lançar um carta de intenções ao governo, o primeiro a escolher os nomes da sua chapa para composição de vice e senado (faltando a aceitação ou não dos respectivos convidados), e ao que tudo indica, será o primeiro nome a ser homologado oficialmente como candidato em convenção partidária.  
Seu partido, o PHS, marcou a convenção que irá sacramentar seu nome como candidato oficialmente definido no pleito de 2014 para o próximo dia 10 de junho - primeiro dia liberado para os partidos homologarem suas candidaturas. O evento deverá ser realizado na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), e contará com a presença de lideranças nacionais, tanto do PHS como de partidos que comporão sua chapa. Sobre esta composição, no entanto, o humanista deixará a ata aberta até o diz 30, homologando apenas o próprio nome ao governo e da chapa proporcional, deixando as vagas de vice, senado e suplentes para serem referendadas pelos respectivos partidos aliados, afim de deixá-los à vontade para continuarem conversando no processo eleitoral. 
"É legítimo o diálogo, e deixarei meus parceiros à vontade. Já mostrei que não vim pra brincar e se não houver composição temos um plano alternativo para fechar chapa pura e completa, como ou sem coligação", adianta. Muvuca diz que a direção do seu partido está afunilando as conversas e deverá fechar coligação com 4 partidos. "Não somos adeptos da barganha ou conchavos em cima de cargos e dinheiro, vamos lá, apresentamos nossas propostas e fazemos o convite, o resto fica por conta da consciência e razão de cada um", diz. 
Muvuca, que mesmo antes de aparecer na televisão (Horário eleitoral gratuito) já tem 2% segundo a última pesquisa Vox Populli, dá largada à frente de nomes conhecidos no cenário político. "Já temos um pequeno capital eleitoral antes do início propriamente dito da campanha. Isso sem colocar um adesivo na rua, nem aparecer em propaganda alguma. E ainda que tivéssemos apenas 1% de chance, manteríamos 99% de esperança", diz, empolgado. 
Sobre suas chances de ir para o segundo turno, ele acredita que são reais. "O povo está cansado desses que estão aí barganhando e batendo cabeça em cima de acertos financeiros, e quando o grande eleitorado ver que existe um alternativa, com novas ideias e métodos, propostas ousadas, sem rabo preso e a determinação de mudar o que está aí do tamanho do mundo, alguém vai apontar o dedo e dizer, é pra lá que nós vamos, e só estou me preparando porque este dia está próximo", acredita. 
O jornalista, que formou sua história nas lutas sociais, do movimento estudantil ao comunitário, sempre na defesa das causas populares, acredita que a vitrine do horário eleitoral e os debates irão oportunizá-lo a chegar no segundo turno. "Acredito na inteligência e sabedoria do povo, especialmente quando eles verem que aqui não tem um candidato titubeante, que não sabe se vai para um lado ou para outro, se fecha com este ou com aquele, e sim alguém determinado e com uma proposta firme ao governo".

Crítico tanto da situação quanto da oposição, o jornalista fará uma campanha alternativa contra as chamadas elites políticas, se colocando como uma opção ao que ele chama de barões, coronéis e falsos líderes moralistas que estão dando as cartas há mais de 30 anos no poder em Mato Grosso.


"Integração Nacional debate Política de Desenvolvimento Regional"

Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia realiza audiência pública nesta quarta-feira (14) com a secretária de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional, Adriana Melo Alves, para discutir a Proposta de Política Nacional de Desenvolvimento Regional.
De acordo com o deputado Domingos Neto (Pros-CE), que propôs o debate, a audiência é importante para que “o colegiado conheça as ações e soluções constantes da Proposta de Política Nacional de Desenvolvimento Regional, que tem o objetivo de reduzir as desigualdades regionais e de ativar os potenciais de desenvolvimento das regiões brasileiras”.
A audiência será realizada às 11 horas, no plenário 15.
Da Redação - RL

"Em ato público, enfermeiros pedem redução da carga de trabalho da categoria"

Representantes de entidades representativas da enfermagem pediram nesta segunda-feira (12), em ato público na Câmara dos Deputados, a regulamentação da carga de trabalho em 6 horas diárias e 30 semanais (PL 2295/00). O evento foi promovido pela Frente Parlamentar Mista em Defesa da Enfermagem e comemorou o Dia do Enfermeiro, celebrado mundialmente em 12 de maio.
A presidente da Federação Nacional dos Enfermeiros, Solange Caetano, afirmou que, devido aos baixos salários, os profissionais de enfermagem acabam tendo dupla e até tripla jornada de trabalho. “Para nós, regulamentar a jornada de trabalho em 30 horas significa valorizar nossa profissão e melhorar a qualidade da assistência prestada”, disse.
“Já foi comprovado cientificamente que, depois de 6 horas de trabalho na nossa profissão, o nível de atenção cai pela metade, e o profissional fica mais suscetível a erros”, ressaltou Solange Caetano.
Regulamentação
Atualmente, a profissão de enfermeiro é regulamentada por lei e existe tanto no nível técnico quanto no ensino superior. A carga de trabalho desses profissionais no setor privado e nas instituições filantrópicas é fixada em 44 horas semanais e só pode ser alterada por meio de lei federal. Já no setor público, alguns municípios seguem leis locais, onde um enfermeiro trabalha 30 horas por semana.

O Projeto de Lei 2295/00, que reduz a carga horária dos enfermeiros para 30 horas em todo o País, aguarda votação no Plenário da Câmara desde 2009.
Para a vice-presidente do Conselho Federal de Enfermagem, Irene Ferreira, a demora na votação do projeto ocorre por falta de vontade política e de comprometimento com a categoria. “Esse projeto ainda não foi aprovado porque enfrenta um lobby muito grande do setor privado e do setor dos filantrópicos. Ou seja, enfrenta um lobby muito grande dos empresários de saúde”, disse.
Mobilização
O presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Enfermagem, deputado Wilson Filho (PTB-PB), pediu o apoio dos parlamentares para regulamentar a jornada de trabalho dos enfermeiros. Ele espera que, até o final da semana, os profissionais possam ser presenteados com a votação do projeto em Plenário.

"Aqueles deputados que se dizem a favor e, por ser um ano eleitoral, todos vão ser a favor, têm que ser a favor não na fala, mas na ação, não apenas no discurso, mas no voto", afirmou Wilson Filho.
Nesta terça-feira (13), os profissionais da enfermagem vão se reunir para atuar no contato com deputados, líderes dos partidos e Presidência da Câmara, além de participar de manifestações públicas na área do entorno do Congresso Nacional.
Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
Sessão em homenagem ao Dia do Enfermeiro
Câmara realizou sessão solene em homenagem ao Dia do Enfermeiro.
Defesa da proposta
Diversos deputados defenderam o projeto das 30 horas em sessão solene realizada pela Câmara nesta segunda-feira, em homenagem ao Dia do Enfermeiro. “A iniciativa das 30 horas é uma aspiração legítima. Apoiar a jornada de 30 horas é favorecer a cidadania”, disse o deputado Mauro Benevides (PMDB-CE).

O deputado Izalci (PSDB-DF) afirmou que é preciso votar o PL 2295/00 o quanto antes, “por dever de justiça” com a categoria. Para o deputado Franscisco Escórcio (PMDB-MA), o projeto precisa ser colocado urgentemente na pauta. “Esta Casa não pode enrolar esses profissionais”, declarou.
A deputada Erika Kokay (PT-DF) também se manifestou favoravelmente. “Estamos falando de profissionais que representam mais de 60% dos profissionais de saúde e que, muitas vezes, levam a saúde nas costas”, disse.
Já a deputada Rosane Ferreira (PV-PR) ressaltou que a enfermagem “é fundamental porque acompanha a vida desde o nascimento até o leito de morte”. “Não tem como deixarmos de cuidar desse segmento tão importante, que cuida de tanta gente a vida toda” afirmou.
Da Redação – PT
Colaboração – Lara Silvério

"CMO pode confirmar R$ 113 milhões para obras de desenvolvimento urbano"

A Comissão Mista de Orçamento (CMO)  pode votar hoje o projeto (PLN 2/14) que abre crédito suplementar de R$ 113,8 milhões para a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano, do Ministério das Cidades. Segundo o governo, o dinheiro será usado em iniciativas de melhoria das condições sanitárias, de habitação e de mobilidade urbana.
O voto do relator, deputado Waldenor Pereira (PT-BA), é favorável à proposta e pela rejeição de 33 emendas, visto que implicariam alteração significativa do projeto, com "evidentes prejuízos às ações contidas nos programas de trabalho objetos do crédito", como ressaltou.

A reunião será realizada às 14h30, no plenário 2.

IBGE e Geap
Também estão na pauta de votações três requerimentos. O primeiro, de autoria do deputado Ivan Valente (Psol-SP), solicita audiência pública para debater o corte orçamentário no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São convidados para o debate: a ministra do Planejamento, Miriam Belchior; a presidente do IBGE, Wasmália Bivar; e um representante do sindicato nacional dos trabalhadores do órgão.

Os outros dois requerimentos, de autoria do deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), solicitam a convocação da ministra Miriam Belchior e de representantes do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Geap-Autogestão em Saúde para falarem sobre o decreto presidencial que autoriza órgãos públicos a contratarem, sem licitação, a Geap, principal operadora de planos de saúde e seguridade social do funcionalismo público federal.
Da Redação - ND

"Educação aprova ampliação do atendimento em creches públicas"

A Comissão de Educação aprovou, na quarta-feira (7), a ampliação do atendimento em creches públicas. As famílias poderão solicitar a permanência da criança na creche por até 30 dias e não haverá obrigatoriedade de frequência mínima.
O texto aprovado foi o substitutivo da relatora Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) ao projeto (PL 285/11) do deputado Sebastião Bala Rocha (SDD-AP).
O texto original previa a ampliação da jornada das creches dos atuais 200 dias para 240 dias, mas a relatora entendeu que esses 40 dias a mais deixam pouco espaço no calendário para a inclusão de férias e recessos escolares, período em que são executadas ações de planejamento, melhorias e treinamentos.
Municípios
A deputada Professora Dorinha Seabra Rezende explica que a ampliação do atendimento nas creches não significa que houve alteração no ano letivo, uma vez que o atendimento não será feito pelos professores.

"Quando eu amplio o atendimento, eu deixo facultativo; os pais só vão levar as crianças nesses 30 dias a mais se realmente precisarem. Não precisam funcionar todas as creches da mesma cidade; o município pode definir quais creches irão funcionar neste período extra”, afirma.
Segundo ela, os municípios não terão dificuldades para cumprir a regra: “E também, como eu não coloquei no sistema educacional, os municípios terão a liberdade de organizar este atendimento com recreadores, estagiários, porque a preocupação nossa era que os professores que atuam hoje nas creches não se sentissem prejudicados, diminuindo seus direitos trabalhistas, suas férias, implicando em mais custos e gastos para os municípios."
Discordância
A votação na Comissão de Educação não foi unânime. O deputado Gastão Vieira (PMDB-MA) não concorda que uma lei federal imponha aos municípios a ampliação do atendimento nas creches.

"Nós já temos leis demais neste País. Nós já atrapalhamos demais a vida dos municípios. O Ministério da Educação já interfere demais”, diz o deputado. “Portanto, eu tomei esta atitude: com meu voto, nada mais será aprovado que aumente o encargo e a responsabilidade para os estados e para os municípios. Por esta razão, votei contra o projeto."
Tramitação
Em caráter conclusivo, o projeto será analisado agora na Comissão de Finanças e Tributação. Depois, passará pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Reportagem – Idhelene Macedo
Edição – Newton Araújo

"Sistema prisional está falido e precisa de mudanças, afirma deputado"

Hoje, a população carcerária do Brasil atinge um total de 574 mil pessoas, e metade é reincidente. Mas apenas 10% dos presidiários estudam. E pouco mais de 5% são analfabetos.
Esses dados foram divulgados por representantes do Ministério da Justiça durante seminário sobre 'Educação no Sistema Prisional', promovido pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, no final de abril.
Diante dessa realidade, o presidente do colegiado, deputado Glauber Braga (PSB-RJ), afirma que o sistema prisional brasileiro está fracassado e há necessidade urgente de mudanças.
Ele ressalta que a possibilidade de estudo e profissionalização é um caminho para a reintegração dos detentos à sociedade e a consequente diminuição da violência. "Se a sociedade brasileira quer enfrentar a questão da violência, não fazendo com que a espiral da violência cresça, a gente tem de criar mecanismos que sejam positivos no sentido de inclusão social”, destaca.

Segundo ele, “mesmo aquele que faz o discurso mais conservador, que não leve em consideração as questões relativas aos direitos da pessoa humana, esse também não quer que haja um aumento dos índices de criminalidade”.
O parlamentar observa que, “para enfrentar o aumento da violência, tem-se, necessariamente, que trabalhar as suas causas. Não se pode deixar de aplicar a educação em todas as faixas etárias, em todos os segmentos da sociedade que precisam estar inseridos. E as unidades prisionais têm seres humanos que precisam também de acolhimento e atendimento educacional".

Dever do Estado
De acordo com o artigo 205 da Constituição Federal, “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho".

Esse dispositivo é parte de um conjunto de garantias, os direitos sociais, que têm como inspiração o valor da igualdade entre as pessoas. Na verdade, a Constituição não é a única a garantir a educação dos presos. Leis e outras normas também regulamentam este direito dos que estão privados de liberdade. É o caso da Lei de Execução Penal (7210/84), e resoluções do Conselho Nacional de Justiça e de Educação.
Mas o atendimento da demanda de educação nos presídios encontra entraves. Segundo dados do Ministério da Justiça, pouco mais de 58 mil, ou cerca de 10% dos presidiários do País estão estudando. Da população de cerca de 570 mil encarcerados, cerca de 30 mil são analfabetos. 61% sequer cumpriu a primeira etapa da educação.

"Brunetto faz indicação e recebe pleito de Distrito de Japuranã, em Nova Bandeirantes"

O vereador do município de Nova Bandeirantes, Jairo de Souza (PT), esteve na manhã desta quinta-feira, dia 08, no gabinete do deputado estadual Ademir Brunetto e apresentou alguns pleitos ao parlamentar. A principal reivindicação é obras de infraestrutura para o Distrito de Japuranã distante 36 km da sede do município onde vivem cerca de 2000 famílias.

O vereador disse que a comunidade, apesar de muitas conquistas, é deficiente em muitos aspectos, lembrando que somente no ano passado é que os moradores passaram a ter água tratada saindo das torneiras. Entre os problemas mencionados estão à falta de pavimentação asfáltica, segurança pública, a necessidade de uma biblioteca para os estudantes do Distrito e a falta de equipamentos no Posto de Saúde. 

Brunetto informou ao vereador que indicou a Secretaria de Estado de Saúde uma ambulância com equipamentos e tecnologia equiparados ao padrão adotado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para atender as necessidades dos pacientes que necessitam de transporte em caso de emergências. 

A notícia foi recebida por entusiasmo pelo vereador que agradeceu ao deputado por sua gestão junto ao município.

Segundo o parlamentar Japuranã é um distrito, como na maioria dos outros espalhados por todo Mato Grosso, que precisa de muito da atenção. “Nós estamos atentos a isto e, vamos tomar iniciativas que melhorem a condição de vida da comunidade”, disse Brunetto. 

O município de Nova Bandeirantes está localizado a 1050 km da Capital de Mato Grosso, na região Norte do Estado, e conta com cerca de 12 mil habitantes. 

" Petrobras paga o “custo PT”"

A Petrobras voltou a registrar mau resultado, com queda de 30% no lucro no primeiro trimestre. Os problemas persistem: produção que não reage, preços que lhe causam reiterados rombos no caixa e um plano de investimentos que tem dificuldade de bancar. Paga, em síntese, o “custo PT”. A contabilidade reflete uma gestão temerária que acumula negócios ruinosos, como Pasadena e, agora, a refinaria do Maranhão. A CPI tem assunto de sobra para investigar.
A Petrobras continua sua triste sina de produzir maus resultados. A companhia que costuma ser vista como símbolo do Brasil sofre as consequências de uma política que lhe impõe sobrecargas demais e condições de competição de menos. Paga, em suma, o “custo PT”.
A empresa encerrou o primeiro trimestre de ano com lucro líquido de R$ 5,4 bilhões, 30% menor que o do mesmo período de 2013. Continua a conviver com os mesmos problemas: a produção que não reage, preços que lhe causam reiterados rombos no caixa e um plano de investimentos que tem dificuldade de bancar.
A produção voltou a cair, desta vez mais 2% na comparação com os primeiros três meses do ano passado. A direção da companhia garante que conseguirá reverter a curva declinante, que vem desde 2012 e parece não ter um fim – nos últimos dois anos, houve duas quedas anuais consecutivas, algo inédito em pelo menos duas décadas de história da estatal.
A produção derrapa a despeito de o pré-sal produzir cada vez mais, já na casa próximo aos 400 mil barris diários. A desculpa oficial é sempre a mesma: paradas técnicas para reformar plataformas antigas. Todo trimestre tem sido assim. O comando da empresa assegura que entregará uma alta de 7% na produção deste ano. A ver.
A Petrobras fornece um retrato pronto e acabado de uma gestão temerária. Sua dívida não para de crescer, seus prejuízos com a importação de combustíveis não cessam e o plano de investimentos onera o caixa da estatal num patamar muito acima do que a companhia é capaz de gerar.
Desde o segundo semestre do ano passado, a Petrobras é considerada a empresa não financeira mais endividada do mundo. Mas isso não impediu que seu passivo voltasse a subir: foram mais R$ 40 bilhões neste trimestre. O céu parece ser o limite. Afinal, nos últimos quatro anos este valor praticamente quadruplicou – sem, contudo, gerar uma gota de petróleo a mais.
A política de preços que converteu a empresa no muro de arrimo da depauperada política de contenção da inflação do governo Dilma gerou mais uma perda bilionária no trimestre. Por vender combustíveis a preços menores do que paga por eles no exterior, a área de abastecimento da Petrobras registrou R$ 4,8 bilhões de prejuízo em apenas três meses.
Um dado resume o descompasso entre as incumbências crescentes da empresa e os instrumentos de que dispõe para torná-las realidade: no primeiro trimestre, a Petrobras investiu R$ 20,4 bilhões – é responsável por cerca de metade dos investimentos em capital fixo feitos no país – mas só conseguiu gerar R$ 9,4 bilhões de caixa. Assim fica difícil.
Apesar de ter ensaiado uma recuperação nas últimas semanas, na mesma medida em que decaíram as chances de reeleição da presidente Dilma Rousseff, a Petrobras continua vendo minguar seu valor de mercado. Desde o início da atual gestão, a perda chega a 35%. São cerca de R$ 100 bilhões que evaporaram.
O que os frios dados contábeis acabam por sintetizar são os rumos de uma gestão temerária que ainda não conseguiu recolocar a companhia na direção do crescimento com equilíbrio. A lista de negócios ruinosos é extensa e não para de crescer.
Nela estão Pasadena, Okinawa, Abreu e Lima, Comperj e agora também a refinaria Premium I, projetada para Bacabeira, no Maranhão. Prometida para 2010, hoje voltou à mera condição de “em fase de projeto”. Não sem antes R$ 1,6 bilhão já terem sido torrados na obra, que hoje se resume a um terreno baldio, terraplanado, conforme mostrou O Globo em sua edição de domingo.
São razões como estas que justificam a necessidade de sérias e profundas investigações sobre as decisões tomadas pela Petrobras nos últimos anos. Desmandos em série e o mais deslavado uso político visto em toda a história da empresa não poderiam mesmo render bons resultados. Nem a companhia, nem o país aguentam mais bancar o “custo PT”.

"Deputado promove a soltura de 40 mil alevinos em rio da região sudoeste de MT"

Preservar o meio ambiente e garantir vida aos rios são compromissos traçados. 
pelo líder Regional do PP-MT, deputado estadual Ezequiel Fonseca. Neste sábado (10) o parlamentar coordenou a soltura de 40 mil alevinos nas margens do Rio Sepotuba, na localidade Zé Pião em Lambari D’Oeste.
A iniciativa também realizada nos Rios Cabaçal e Jauru da região sudoeste de Mato Grosso visa a garantia e a valorização do meio ambiente. Na ocasião, ele destacou a importância de preservar as espécies nativas de peixes e promover o equilíbrio do ecossistema.
Para ele, a soltura de alevinos vai trazer vantagens tanto à pesca profissional quanto a amadora, contribuindo para melhorar as condições das populações ribeirinhas do município. “Essa é uma ação que visa recuperar a natureza que vem sendo degradada ao longo dos anos, mas sabemos que ainda há muito a se fazer”.
A vereadora professora Inês de Mirassol D’Oeste prestigiou a soltura dos alevinos e parabenizou o parlamentar pela ação voltada para o meio ambiente. Já o vereador Paulo enfatizou a importância do pesque e solte para garantir a vida nos rios. Lideranças regionais e população local também participaram do evento.
O rio Sepotuba é um importante afluente da Bacia do Alto rio Paraguai, sendo um dos seus principais tributários. Na língua dos índios Parecis, chama-se Kazazorezá, que significa “Cipozal”, devido à grande quantidade de cipós encontrados em suas matas ciliares.
O Sepotuba nasce no norte do estado do Mato Grosso, estando suas nascentes situadas nas escarpas da Chapada dos Parecis, que possui até 800 metros de altitude. Esta chapada é o divisor de águas entre a bacia Amazônica e a bacia do Paraguai.
Adrielle Piovezan

"Programa atende mais de 500 estudantes em Barra do Bugres"

O município de Barra do Bugres ampliou o número de estudantes da rede municipal de ensino beneficiados com o Programa Mais Educação. Em 2014 duas novas escolas passaram a contar com as atividades do programa: São Benedito, no Assentamento Cabaça, e Raimunda Leão, no Distrito de Nova Fernandópolis. Nas escolas Herculano Borges e Guiomar de Campos Miranda o Mais Educação foi implantado há 2 anos.
Com o funcionamento do programa nestas duas escolas, mais de 500 estudantes já são atendidos pelo Mais Educação, que tem como objetivo ampliar o tempo de permanência na escola pública, oferecer novas possibilidades educativas de crianças e adolescentes e contribuir para a melhoria da aprendizagem.
O Mais Educação induz e subsidia a implantação da educação integral nas escolas públicas do país. O programa tem como princípios a articulação das disciplinas curriculares com diferentes campos de conhecimento e práticas socioculturais, a constituição de territórios educativos para o desenvolvimento de atividades de educação integral, a integração entre as políticas educacionais e sociais e a valorização das experiências históricas das escolas de tempo integral.
O programa é realizado por meio da diversificação de atividades educacionais em que os alunos permanecem na escola em período integral, sendo um dedicado ao estudo das disciplinas da grade curricular e outro para as atividades das oficinas.
As atividades desenvolvidas são selecionadas pela escola a partir das seguintes áreas: acompanhamento pedagógico; educação ambiental; esporte e lazer; direitos humanos; cultura e artes; cultura digital; promoção da saúde; comunicação e uso de mídias; investigação no campo das ciências da natureza; e educação econômica.
O Mais Educação (programa do governo federal) é desenvolvido em Barra do Bugres pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes, sob a coordenação de Rosevania Venancio da Costa.
Oficinas
Escola Herculano Borges: 150 estudantes participam das oficinas de dança, atletismo, canto (coral), letramento (português), matemática e horta.
Guiomar de Campos Miranda: 150 alunos se dedicam as oficinas de letramento, matemática, dança, rádio escolar e horta.
São Benedito: 120 estudantes aprendem pintura, artesanato e brinquedos regionais, letramento, matemática e horta.
Raimunda Leão: 87 alunos desenvolvem atividades de artesanato e brinquedos regionais, matemática, letramento, futebol e horta.
Durante o período em que os estudantes permanecem no programa eles recebem café da manhã e almoço (para os participam das oficinas na parte da manhã) e almoço e lanche (para os que desenvolvem as oficinas à tarde).

"Português elogia prefeito e parabeniza mães durante Show Gospel em Barra do Garças"

Durante o evento religioso, o parlamentar parabenizou o prefeito Roberto Ângelo de Farias pela atuação à frente do Poder Público municipal.

“ Esse é um momento religioso, que reuni muitos jovens, que ao invés de estarem perdidos no mundo da criminalidade, das drogas, estão aqui, praticando a evangelização. Fico muito feliz pela participação dele no evento”, enfatizou o deputado estadual Airton Português (PSD) durante Show Gospel neste final de semana no município de Barra do Garças.

Durante o evento religioso, o parlamentar parabenizou o prefeito Roberto Ângelo de Farias pela atuação à frente do Poder Público municipal, onde 70% dos trabalhos administrativos realizados pelo chefe do executivo da cidade estão concluídos. Devido a qualidade de mulheres presentes no evento religioso o deputado parabenizou todas as mães pelo seu dia.
De acordo com a Secretaria de Assistência Social do Município, Mara Kisner o evento superou as expectativas, com a presença de 8 mil pessoas este ano na Arena Porto do Baé. Esse é o segundo Shows Nacional Gospel denominado Barra Feliz Especial dia das Mães, evento esse que entrou para o calendário oficial do Município de festividade.
“ Quero agradecer a participação do deputado Airton Português, que foi de grande importância, e através de uma emenda dele possibilitou a vinda da cantora nacional, disse a Secretaria.
Ainda segundo Mara, em nome do Prefeito de Barra do Garças e da Secretaria de Assistência Social do Município e de toda comunidade católica, evangélica e lideres religiosos, agradeceu ao deputado por acreditar nesse grande evento.

Público lota arena do Baé para assistir Show de Ludmila Ferber em Barra do Garças
A população lotou a Arena do Porto do Baé para acompanhar o Show de Ludmila Ferber na Homenagem às Mães em Barra do Garças. O público começou a chegar por volta das 19 horas acompanhando apresentações de Bandas e Cantores regionais, pouco tempo depois a Arena estava completamente lotada. O prefeito Roberto Farias comemorou o sucesso do evento que tem recorde de público no segundo ano de realização, “Mais uma vez a população respondeu lotando o Porto do Baé e nosso objetivo é este, fortalecer o calendário de eventos e a comunidade evangélica não poderia ficar de fora”, disse.

O alimento arrecadado será distribuído para entidades que cuidam de famílias carentes, a entrada foi um Quilo de alimento não perecível. Além depastores de várias igrejas participaram o Deputado Estadual Aírton Português e os vereadores, Dr. Neto, Comandante Barbosa e Celson Souza

Cristina Cavaleiro

sábado, 10 de maio de 2014

"Empresário apresenta projeto para construção de 150 casas"

O prefeito de Barra do Bugres Júlio Florindo recebeu em seu gabinete na manhã desta sexta-feira (9) o empresário e engenheiro civil Celso Marques Ferrer, da Larc Construções Comércio e Serviços.
A visita teve como objetivo apresentar o projeto para a construção de 150 unidades habitacionais no Jardim Barra Bonita. Este loteamento foi aprovado ainda em 2010 e a Larc adquiriu terrenos para construir casas de 59 metros quadrados em área de 250 metros quadrados.
Segundo a arquiteta da Prefeitura Diva Onofre, o projeto apresentado pela Larc para a construção das unidades habitacionais está em fase de aprovação no setor de engenharia.
De acordo com Ferrer, as casas serão financiadas pela Caixa Econômica Federal e a construção está prevista para iniciar no segundo semestre de 2014.
Informações sobre as formas de aquisição e financiamento serão repassadas pela empresa nos próximos dias.
Florindo e o empresário cuiabano fizeram uma visita ao Jardim Barra Bonita na manhã desta sexta-feira. O vereador Max Soares também conheceu o projeto apresentado pela Larc.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

"Dia das Mães do prefeito de Barra do Bugres Júlio Florindo"!


"Artigo:Sou filho desta terra, Por Antonio Azambuja"

Merecidamente, o aniversário de Mato Grosso é comemorado hoje, 9 de maio. A data faz referência ao dia em que o Rei D. João V criou a Capitania de Mato Grosso, através da Carta Régia em 9 de maio de 1748. A data foi incluída no calendário oficial do Estado no ano de 2003. Até então, não existia uma data em que Mato Grosso pudesse ser homenageado pelos seus “filhos”, promovendo e fortificando os laços que unem os nascidos dessa terra independente de regiões, atividades e origens culturais. A cada ano, Mato Grosso mostra sua força com o trabalho de sua gente, e a grandeza de diversidade de oportunidades oferecidas por seu território.
Tenho orgulho de representar meu Estado no Legislativo Estadual. Para mim, filho desta terra, igual Mato Grosso não há. Sua beleza infinita é digna de ser apreciada. Apesar de suas dificuldades não podemos deixar de evidenciar suas potencialidades, por isso não merece ser agredido nas manchetes dos jornais. Seu aniversário não pode ser esquecido, deixado de lado, tem que ser comemorado. Mato Grosso merece uma grande festa de norte, sul, leste e oeste do Estado. Um aniversário a ser comemorado todo ano, cada vez com mais entusiasmo, dedicação e orgulho.
Vale lembrar que Mato Grosso é o maior produtor de soja, de algodão e de carne bovina do Brasil, e caminha para a maior produção de milho, carne suína e de aves.
O Estado de Mato Grosso vive um momento de mudanças, a capital esta tomada de obras em suas principais avenidas. Eis ai a preocupação da população.
Faltando pouco mais de um mês para a Copa do Mundo, vamos acreditar que a capital mato-grossense está construindo um legado. Entendo que essas obras vêm para melhorar o padrão. Cuiabá e todo o Estado estão ganhando muito com essa Copa. Por ser uma cidade acolhedora, merece tudo isso, porém, o governo estadual e federal não pode se esquecer das principais áreas que mais afligem nosso povo: Saúde, educação e segurança pública.
Não vamos perder o foco, vamos insistir em trabalhar para melhorar a vida de todos os mato-grossenses que bravamente contribuem com o crescimento social e econômico. Saúde, Educação e Segurança Pública é nossa prioridade, como também da nossa gente. Queremos um Estado saudável e justo.
Dedico este dia a todos que nasceram aqui e aqueles “paus-rodados” que deixaram sua terra natal para viver, trabalhar e constituir família aqui.
Sou mato-grossense com muito orgulho, nasci, cresci e vivo aqui até os dias de hoje. Eu agradeço a todos mato-grossenses e os de coração pelo carinho e confiança em mim depositada. Feliz aniversário terra querida e amada.   
Parabéns Mato Grosso pelos seus 266 anos! 
Antonio Azambuja é doutor em medicina, pós-graduado em Saúde Pública e Pediatria, atualmente está no cargo de deputado estadual.

"ARTIGO :Fethab: justiça ao cidadão e aos municípios"por José Riva...

Quem vive nos municípios do interior sabe que as estradas não servem apenas para transportar cargas, viabilizar negócios, gerar desenvolvimento. Estrada é vida, antes de mais nada. Muito antes dos produtos agrícolas, as estradas transportam os sonhos e as esperanças de milhares de brasileiros.
Das estradas depende o acesso do cidadão à escola, ao hospital, ao supermercado, ao trabalho, ao lazer e à qualidade de vida. A ausência ou a precariedade dos acessos maltrata as famílias mato-grossenses. Não ter estradas significa estar distante do acesso a tudo, ser um excluído social. Uma situação que termina por afetar não só o futuro, mas a própria dignidade das pessoas.
Quando a estrada é boa, tudo melhora. As cidades se fortalecem, crescem, os cidadãos passam a ter esperanças, alimentar sonhos, trabalhar por uma vida melhor.
Sem estradas não há desenvolvimento e nem sonhos, só isolamento individual e social. Os municípios perdem força, as dificuldades predominam e a população deixa de acreditar em dias melhores.
Mato grosso está repleto de estórias de sonhos e desilusões geradas pela precariedade das estradas. São vidas e projetos pessoais sacrificados, num contexto maior que atinge também a economia das empresas, dos municípios e do estado como um todo.
Estes gastos adicionais envolvem o aumento do tempo gasto no transporte de bens de consumo, insumos e produtos, avarias nas cargas, impossibilidade de cumprir prazos de entrega, aumento do consumo de combustíveis e pneus e maior custo final dos produtos. O que retira a competitividade da nossa economia, com graves prejuízos financeiros e sociais.
Dados do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (DNIT) confirmam: a falta de manutenção das rodovias aumenta em até 58% o consumo de combustíveis, 40% no custo operacional dos veículos,  50% no índice de acidentes e até 100% do tempo de viagem. Inclui-se aí também a deterioração de um patrimônio de bilhões de reais para os cofres públicos. 
Mas esta triste realidade começará a mudar em 2015. A Assembleia Legislativa aprovou este ano um dos projetos de maior relevância e amplitude social de todos os tempos: o projeto de lei que destina 50% dos recursos do Fethab aos municípios.
A melhoria da infra-estrutura rodoviária dos municípios foi, na verdade, o que inspirou o saudoso ex-governador Dante de Oliveira a propor a criação do fundo, vertente que resgatei agora através deste projeto. E com um diferencial importante: a transferência dos recursos diretamente aos 141 municípios, eliminando a burocracia e agilizando a realização dos serviços por quem vive a realidade local e conhece as prioridades.
Quero aqui agradecer o apoio de todos os parlamentares estaduais e a sensibilidade do governador Silval Barbosa, que sancionou o projeto que garantirá recursos de aproximadamente R$ 500 milhões aos municípios. Com os outros 50%, o governo vai investir em habitação e conservação de estradas pavimentadas.
Um passo importante foi dado, mas ainda há muito por fazer.  A redenção dos municípios ainda depende de uma revisão do pacto federativo pelo Congresso. A ideia é reservar 45% dos impostos, taxas e tributos pagos pelo contribuinte a União, 30% para os Estados e 25% para os Municípios, ao invés da injusta distribuição atual: 60% para a União, 25% aos Estados e 15% de ‘esmola’ aos municípios.
Os municípios não precisam de esmolas, mas de atitudes concretas como a que o Parlamento estadual teve em relação ao Fethab. O futuro próximo confirmará o acerto desta decisão, que faz justiça aos municípios e especialmente ao esforço dos cidadãos que constroem um estado melhor para todos.
José Riva é deputado estadual (PSD)

"11 de Maio - Dia das Mães‏"


"Tabaporã recebe instrumentos musicais após indicação de Riva"

Trinta e dois instrumentos serão encaminhados para a fanfarra da escola estadual Francisco Saldanha Neto. 
Os alunos da escola estadual Francisco Saldanha Neto do município de Tabaporã (distante 690 km de Cuiabá) receberão instrumentos musicais para a fanfarra após indicação do deputado estadual José Riva (PSD). 
Depois de receber a solicitação dos vereadores do município Maria de Fátima Bedim (DEM) e Ovídio Neto (PMDB), o parlamentar defendeu a aquisição dos equipamentos junto à Secretaria de Estado de Cultura (SEC). 
Ao todo, serão entregues 32 instrumentos musicais, como bumbos, pratos de metal, surdos, caixas, repiques e cornetas. “Agradecemos ao deputado e a secretaria pelo incentivo à cultura e lazer do município. Os alunos da escola procuraram a Câmara Municipal, mostraram que os instrumentos que possuíam já eram antigos e com a ajuda de Riva, conseguimos os novos”, disse a vereadora. 
Riva lembrou que a cultura e o lazer auxiliam na transformação social e por isso, a indicação para a aquisição dos equipamentos para a fanfarra. 
Assessoria de Gabinete

"Deputado Airton Português parabeniza MT pelo potencial econômico e riqueza do nosso povo‏"

O deputado Estadual Airton Português (PSD) parabeniza o estado de Mato Grosso pelos 266 anos de existência.

“Um Estado com enorme potencial de desenvolvimento e novas oportunidades. Vamos valorizar nossa terra, viva Mato Grosso, exaltou o deputado com orgulho de ser Mato-grossense.
O parlamentar contempla o estado que se destaca pelo seu desenvolvimento econômico, reconhecido mundialmente pela sua capacidade de produção agrícola e geração de empregos. “ Queremos fazer muito mais pelo nosso povo que aqui vive. Investindo em saúde , educação, segurança, infra estrutura, ou seja, uma melhor qualidade de vida para a população”,disse o deputado.
Mato Grosso:
Com 141 municípios, Grosso é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Localizado na região Centro-Oeste. Tem a porção norte de seu território ocupada pela Amazônia Legal, sendo o sul do estado pertencente ao Centro-Sul do Brasil. Tem como limites: Amazonas, Pará (N); Tocantins, Goiás (L); Mato Grosso do Sul (S); Rondônia e Bolívia (O). 

Ocupa uma área de 903366.192 km², equivalente a área da Venezuela e não muito menor do que a da vizinha Bolívia. Mato Grosso está organizado em 22 microrregiões e 5 mesorregiões. Cuiabá é, além de capital, o município mais populoso do estado.

As cidades mais populosas e importantes de Mato Grosso são Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Tangará da Serra, Cáceres, Sorriso, Primavera do Leste, Barra do Garças, Alta Floresta, Campo Novo do Parecis, Pontes e Lacerda, Juína, Primavera do Leste, Campo Verde, Lucas do Rio Verde e Barra do Bugres.


Extensas planícies e amplos planaltos dominam a área, a maior parte (74%) se encontra abaixo dos seiscentos metros de altitude. Juruena, Teles Pires, Xingu, Araguaia, Paraguai, Rio Guaporé,Piqueri, São Lourenço, das Mortes e Cuiabá são os rios principais.

Cristina Cavaleiro

"Deputados evitam aumento da pauta da madeira"

Portaria da Sefaz elevaria pauta da madeira em 10%. Intervenção dos deputados Riva e Dilmar Dal Bosco manteve aumento de 4,1%. 
Os deputados estaduais José Riva (PSD) e Dilmar Dal Bosco (DEM) interviram junto ao Governo do Estado e conseguiram a garantia de que não haverá aumento significativo nos preços mínimos de comercialização dos produtos madeireiros, conhecidos como Pauta da Madeira. 
De acordo com Riva, o aumento significativo faria com que o setor madeireiro perdesse a competitividade. “O setor madeireiro gera empregos, há muitos anos é o setor que preserva a floresta, pois não tem interesse algum em ver o desmatamento. A forma como estava prevista a pauta, tiraria o poder de competitividade dos nossos empresários, principalmente em relação ao estado do Pará. O manejo sustentável é o grande responsável por essa preservação da floresta”, argumentou o parlamentar. 
PAUTA DA MADEIRA - Nesse final de semana, termina a vigência da portaria 39/2014 publicada pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), que mantinha o reajuste da pauta da madeira em 4,1%. Com isso, entraria em atividade a portaria 09/2014, elevando em 10%. Porém, essa deve ser revogada, de acordo com o Poder Executivo. 
Diante da possibilidade do aumento, a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) e o Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem) buscaram reunião com os deputados Riva e Dal Bosco na semana passada para promoverem intermediação junto ao governador Silval Barbosa (PMDB). 
Após ouvir as preocupações do setor, Riva recebeu nessa semana, a confirmação do chefe do Executivo de que será mantido o aumento de 4,1%. “O Cipem fez estudo comprovando que o incremento de 10% na pauta da madeira inviabilizava o setor”, justificou o deputado.   
Segundo Dilmar Dal Bosco, o aumento previsto pelo Governo do Estado impactaria em até 100% algumas espécies de madeira. “Tornaria as peças inviáveis em relação aos demais estados produtores. Por isso é preciso manter a pauta da madeira até o final de ano para que possa garantir e dar condições ao setor que gera muitos empregos”. 
O presidente do Cipem, Geraldo Bento, lembrou que o setor aceita o reajuste de acordo com a inflação, pois a pauta da madeira de Mato Grosso é a maior do país. “Temos a competitividade de mercado consumidor influenciada pela pauta. O setor florestal tem potencial e estamos explorando apenas 30% da capacidade. Já estamos decrescendo, precisamos do apoio do governo, falta gestão pública para o setor”, disse ao lembrar que 1,2 mil indústrias madeireiras e moveleiras atuam no Estado, contando com cem mil funcionários diretos e indiretos. O setor florestal contribui com R$ 85 milhões anuais de ICMS e R$ 19 milhões do Fethab. 
Presidente da Fiemt, Jandir Milan lembra que, em caso de aumento da pauta, o setor entraria em decadência. “Agradecemos aos deputados Riva e Dilmar que se engajaram para não haver o aumento na pauta. Esse é o setor que alavancou o estado, já foi o maior empregador e hoje está em terceiro lugar”, lembrou.
Assessoria de Gabinete

"Retrato de uma indústria enferrujada"

A indústria brasileira vem sofrendo um processo de definhamento, com perda relevante de espaço na economia. Nos últimos dois anos, 230 mil empregos foram eliminados e a produção atual encontra-se nos mesmos níveis de 2008, ou seja, lá se vão seis anos perdidos. A debacle exige uma resposta sistêmica, que parta da recuperação das condições macroeconômicas – as mesmas que Dilma Rousseff, e só ela, crê estarem “bombando” – e ataque gargalos.
A indústria brasileira enfrenta crise aguda. Nos últimos anos, vem perdendo importância relativa na composição de nossa economia. Nem mesmo a aguardada revisão da metodologia de pesquisa sobre o desempenho do setor foi capaz de revelar um retrato mais benigno da situação. Enferrujamos.
Ontem, o IBGE divulgou os resultados da produção industrial brasileira no primeiro trimestre. No cômputo geral, houve aumento de apenas 0,4% entre janeiro e fevereiro, na comparação com igual período de 2013. O desempenho permite projetar um PIB fraco no ano – o que já se tornou consenso entre analistas.
O IBGE mudou a forma de avaliar o comportamento da indústria porque sua base metodológica estava defasada e não considerava produtos que, hoje, são ícones de consumo, como tablets e smartphones. Com o novo recorte, a indústria brasileira passou de um crescimento de 1,2% para 2,3% em 2013.
Mas o retrato das nossas fábricas continua marcado pela ferrugem. Hoje, a participação da indústria de transformação no PIB é a mais baixa em mais de 60 anos de história. Evidencia-se, assim, um indesejável processo de desindustrialização, cuja marcha os governos recentes nada fizeram para estancar. Pelo contrário.
Em meados da década de 80, a indústria respondia por 27% do PIB brasileiro. Desde então, vem caindo, até chegar aos 13% registrados no ano passado. Nunca antes mergulhamos tão fundo.
Nosso setor industrial produz hoje nos mesmos níveis de 2008, ou seja, lá se vão seis anos perdidos. Entre 2011 e 2013, cerca de 230 mil empregos industriais – justamente os que tendem a ser mais qualificados e bem remunerados – foram eliminados.
Trata-se de retração muito prematura, que se dá muito antes de a renda média do país atingir os patamares que as economias avançadas tinham alcançado quando suas indústrias começaram a perder espaço no conjunto da economia.
Hoje, a indústria nacional não encontra condições de competir, ganhar mercados, nem manter os existentes. Em síntese o que acontece é que o produto nacional tornou-se caro, perde espaço interno, não consegue manter clientes no exterior, nem conquistar novos. Definha.
Não conseguimos vender ao exterior e compramos cada vez mais: no ano passado, a balança comercial da indústria brasileira registrou déficit de US$ 105 bilhões, um rombo histórico. Pudera: o custo de se produzir, por exemplo, uma máquina no Brasil é 37% maior do que fabricar a mesma máquina na Alemanha, de acordo com a Abimaq.
Nossos problemas são amplamente conhecidos: alto custo de produção, agravado por burocracia e impostos que o governo petista ainda cogita aumentar mais; ineficiência logística e infraestrutura defasada; baixa qualificação da mão-de-obra; parcos investimentos em inovação; e isolamento cada vez maior do país das cadeias globais de produção.
Não há soluções simples para esta situação. A debacle da indústria brasileira exige uma resposta sistêmica, que parta da recuperação das condições macroeconômicas – as mesmas que Dilma Rousseff, e só ela, crê estarem “bombando” – e ataque gargalos, transformando-os em oportunidades.
Incentivo à pesquisa e à inovação, maior integração global e melhores condições para investir e produzir são fundamentais para recuperar a competitividade e a produtividade perdidas. E o apoio indutor do Estado deve servir como alavanca – democraticamente, e não apenas para uns poucos escolhidos, como tem acontecido com a política de crédito que tem no BNDES seu principal artífice.