Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

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Governo de Mato Grosso

sábado, 25 de agosto de 2012

"Deputado Victório divulga na Câmara safrinha do milho"

Da tribuna da Câmara, o deputado Victório Galli (PMDB) destacou os “excelentes resultados” obtidos com o milho safrinha, pelos produtores rurais de Mato Grosso, cuja colheita termina neste mês de agosto.
 
Os números apontam para uma estimativa de 14,2 milhões de toneladas, resultado excepcional, que corresponde ao dobro do que foi colhido no ano passado, numa área plantada de 2,5 milhões de hectares.

Esse bom desempenho, segundo o deputado, é fruto de muitos investimentos e de um persistente trabalho em busca de produtividade e atesta, mais uma vez, a importância decisiva da agricultura para o fortalecimento da economia nacional.

“Nesse contexto, quero também parabenizar a iniciativa da  Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso), no sentido de mensurar e reduzir o desperdício que ocorre no escoamento da produção de milho e soja”, disse Victório.

O objetivo é atingir níveis aceitáveis de desperdício, que, para padrões internacionais, devem situar na faixa de 1% a 2%, no máximo.

Ainda sem números precisos, a estimativa é que as perdas no País podem variar em torno de 5% para milho e soja e chegar a patamares ainda mais elevados para outras colheitas mecanizadas.

Conforme o deputado, se as perdas em Mato Grosso estiverem em torno de 4%, como estima o presidente da Aprosoja, Carlos Fávaro, isso significa algo em torno de 1,4 milhão de toneladas.

Além do desperdício durante a colheita, os produtores enfrentam perdas substanciais durante o transporte (em torno de 1%), causadas por problemas nos veículos e pelas más condições das estradas.

Comparações internacionais evidenciam a fragilidade do sistema viário brasileiro e seu impacto sobre o setor agrícola.

 De acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), o custo de transporte, por tonelada de grãos, no Brasil é de US$ 85, contra US$ 23 dos norte-americanos e US$ 20 dos argentinos.

Os gargalos estruturais tendem a se tornar mais graves à medida que a agricultura cresça e que se amplie a demanda para exportações.

 “Vemos, portanto, que, enquanto os produtores investiram e alcançaram ganhos expressivos de produtividade, a estrutura de transportes não acompanhou as necessidades do setor”, afirmou.

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