O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, esteve presente no aniversário de 23 anos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), nesta sexta-feira, 12 de abril, em Brasília. Para celebrar a data, o ministro saldou os funcionários e ressaltou a importância das ações da companhia nas políticas de abastecimento. “Vamos investir em políticas de armazenagem, com a criação de estoques estratégicos para assegurar o abastecimento e a comercialização de grãos. Nossa ideia é ampliar a capacidade dos armazéns da Conab para mais de quatro milhões de toneladas", disse.
No evento, o ministro também mencionou a importância das novas medidas tomadas pelo Governo Federal para combater os efeitos da seca no Nordeste. Entre as ações, o Mapa por meio da Conab está disponibilizando 340 mil toneladas de milho subsidiado nos meses de abril e maio.
Segundo Andrade, também serão beneficiados 168 municípios mineiros da Região Norte e dos vales do Jequitinhonha e Mucuri. Estas localidades receberão R$ 258 milhões, que serão usados em ações de emergência e de prevenção, pagamento de bolsa-estiagem aos flagelados e recuperação de poços artesianos.
O ministro ainda ressaltou a safra recorde de 184 milhões de toneladas de grãos e comentou a anterior, que somou 166 milhões. "Queremos aumentar ainda mais. Muito provavelmente chegaremos aos 270 bilhões de reais no valor da produção", acrescentou.
Clique aqui para ouvir o áudio do ministro Antônio Andrade.
No evento, o ministro também mencionou a importância das novas medidas tomadas pelo Governo Federal para combater os efeitos da seca no Nordeste. Entre as ações, o Mapa por meio da Conab está disponibilizando 340 mil toneladas de milho subsidiado nos meses de abril e maio.
Segundo Andrade, também serão beneficiados 168 municípios mineiros da Região Norte e dos vales do Jequitinhonha e Mucuri. Estas localidades receberão R$ 258 milhões, que serão usados em ações de emergência e de prevenção, pagamento de bolsa-estiagem aos flagelados e recuperação de poços artesianos.
O ministro ainda ressaltou a safra recorde de 184 milhões de toneladas de grãos e comentou a anterior, que somou 166 milhões. "Queremos aumentar ainda mais. Muito provavelmente chegaremos aos 270 bilhões de reais no valor da produção", acrescentou.
Clique aqui para ouvir o áudio do ministro Antônio Andrade.
Ministro quer cooperar com desenvolvimento de pesquisas na Nigéria:
Com o intuito de buscar apoio brasileiro para o desenvolvimento de pesquisas nas áreas de savana nigerianas, o ministro da Agricultura da Nigéria, Akinwumi Adesina, se reuniu com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, Antônio Andrade, em Brasília.
O objetivo da Nigéria é fortalecer a produção agrícola no país a partir de investimentos em tecnologias que possibilitem aproveitar áreas com características semelhantes às brasileiras. “O Brasil tem alguns dos pesquisadores mais brilhantes das Américas e gostaríamos de contar com o apoio deles para desenvolver pesquisas que transformem o cenário agrícola nas áreas de savana nigerianas, como feito no cerrado brasileiro”, afirmou Akinwumi Adesina.
O ministro Adesina se referiu ao trabalho desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) que transformou o cerrado em um bioma capaz de proporcionar a expansão da fronteira agrícola brasileira. As pesquisas desenvolvidas pela empresa possibilitaram a mudança de um cenário pouco propício para as lavouras, devido ao excesso de acidez e a pobreza de nutrientes do solo, em uma das maiores regiões produtoras de grãos do mundo.
Antônio Andrade se colocou à disposição do ministro nigeriano para futuras cooperações. Ele ainda ressaltou o trabalho conjunto para que o Brasil se tornasse uma potência agrícola entre os produtores e o governo. “Hoje a produção agropecuária ajuda na balança comercial brasileira graças, em parte, ao empenho em pesquisas e oferta de crédito para desenvolver a atividade agropecuária no Brasil”.
Durante o encontro, o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, destacou a possibilidade de cooperação com instituições científicas da Nigéria para desenvolver tecnologias que possibilitem o enriquecimento de nutrientes do solo e a adaptação de cultivos para o clima tropical africano. Maurício ainda lembrou a atuação da empresa na África há alguns anos em países como Moçambique e Mali. O trabalho visa monitorar as atividades e projetos de cooperação com os países do continente africano.
Assessoria de Comunicação Social do Mapa
O objetivo da Nigéria é fortalecer a produção agrícola no país a partir de investimentos em tecnologias que possibilitem aproveitar áreas com características semelhantes às brasileiras. “O Brasil tem alguns dos pesquisadores mais brilhantes das Américas e gostaríamos de contar com o apoio deles para desenvolver pesquisas que transformem o cenário agrícola nas áreas de savana nigerianas, como feito no cerrado brasileiro”, afirmou Akinwumi Adesina.
O ministro Adesina se referiu ao trabalho desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) que transformou o cerrado em um bioma capaz de proporcionar a expansão da fronteira agrícola brasileira. As pesquisas desenvolvidas pela empresa possibilitaram a mudança de um cenário pouco propício para as lavouras, devido ao excesso de acidez e a pobreza de nutrientes do solo, em uma das maiores regiões produtoras de grãos do mundo.
Antônio Andrade se colocou à disposição do ministro nigeriano para futuras cooperações. Ele ainda ressaltou o trabalho conjunto para que o Brasil se tornasse uma potência agrícola entre os produtores e o governo. “Hoje a produção agropecuária ajuda na balança comercial brasileira graças, em parte, ao empenho em pesquisas e oferta de crédito para desenvolver a atividade agropecuária no Brasil”.
Durante o encontro, o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, destacou a possibilidade de cooperação com instituições científicas da Nigéria para desenvolver tecnologias que possibilitem o enriquecimento de nutrientes do solo e a adaptação de cultivos para o clima tropical africano. Maurício ainda lembrou a atuação da empresa na África há alguns anos em países como Moçambique e Mali. O trabalho visa monitorar as atividades e projetos de cooperação com os países do continente africano.
Assessoria de Comunicação Social do Mapa
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