Com isso pretende-se diminuir as filas de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
O presidente da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social, deputado estadual Antonio Azambuja (PP), a fim de melhorar a qualidade de vida e promover a inclusão social das pessoas com deficiência, encaminhou ao secretário de Estado de Saúde, Mauri Lima um oficio de n° 001/2013, solicitando esforços “dobrados” para acelerar o processo licitatório para aquisição de equipamentos ortopédicos.
Azambuja explica que, com isso pretende-se diminuir as filas de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que esperam por cadeiras de rodas, pernas mecânicas, braços articulados, andadores, bengalas, coletes e próteses.
Para que os serviços sejam prestados apropriadamente a população, o deputado avalia e acompanha as políticas públicas de saúde destinadas à prevenção de deficiências e à promoção da saúde da pessoa com deficiência.
O presidente propõe que sejam criadas Redes Assistenciais que levam em conta a especificidade de cada deficiência e o tipo de tratamento indicado. E ainda sugere que essas redes sejam segmentadas tais como: Rede de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência Física, Rede de Atenção à Saúde Auditiva, Rede de Atenção ao Deficiente Mental e Autismo e Rede de Assistência ao Portador de Derivação Intestinal e Urinária e assim de acordo com cada deficiência.
Azambuja também cobrou agilidade na confecção de botas ortopédicas e maior seriedade no processo seletivo do controle de produção das botas. “Normalmente esse processo é demorado, podendo durar até três meses para o paciente receber. Retiram moldes e medidas dos pacientes, em seguida, passa por liberação do SUS e ai sim vai para a produção dos equipamentos. Tornando-se um processo muito demorado”,destacou o parlamentar.
De acordo com o legislador o objetivo é levar os serviços oferecidos pela oficina ortopédica, possibilitando aos pacientes o recebimento com rapidez gratuitamente através do SUS.
Azambuja também foi enfático na cobrança à falta de informação aos pacientes que residem no interior do Estado, que aguardam confecção de equipamentos ortopédicos. Segundo o deputado os telefones não atendem, quando atendem as informações são truncadas. “É direito dos usuários do SUS acesso ordenado e organizado aos sistemas de saúde, tratamento adequado, atendimento humanizado, e comprometimento dos gestores da saúde para que os procedimentos sejam cumpridos, porém, isso raramente acontece”,esbravejou Antonio Azambuja.
Dentre os apontamentos do presidente está o programa de atendimento “Se Ligue na Saúde” que dificilmente atende os usuários.
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