Deputado Dr. João José

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Mato Grosso no Coração

quarta-feira, 12 de março de 2014

"Azambuja pede a substituição imediata das empresas detentoras das obras nas MT’s 175 e 248

O deputado pede que seja recendido o contrato com as Construtoras Geosolo e Terra Norte. 
O vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Antonio Azambuja (PP), cobrou hoje do secretário-adjunto de Transporte e Pavimentação Urbana (SETPU), Alaor Zeferino de Paula, que seja recendido o contrato com as Construtoras Geosolo e Terra Norte, detentoras da responsabilidade de executar as obras de pavimentação nas rodovias MT-175 e 248.  
De acordo com o deputado o que tem ocorrido é um verdadeiro festival de obras mal feitas, e empresas sem nenhuma condição, que ganham essas obras sem critério algum. “Infelizmente a legislação deixa essa brecha para essas empresas de porta de esquina, sem maquinários e estrutura. Ganham licitação, iniciam as obras e não dão conta de cumpri-las”, deplorou.
Segundo Azambuja o Estado fica no prejuízo e principalmente a região Oeste. Explica o legislador que duas empresas começaram a fazer a pavimentação asfáltica das MT’s 175 e 248, e lamentavelmente abandonaram. Azambuja ainda informa que já receberam mais de R$ 1 milhão de reais, e a sociedade padecendo. A fim de chamar a atenção das autoridades competentes, a população teve que bloquear trechos na rodovia duas vezes em menos de um mês.
O vice-presidente disse ser uma rodovia importantíssima, ligando Mirassol do Oeste a Jauru, mais de 100 km de asfalto em estado precário. “A rodovia que já era só de burros agora tem crateras”, frisou.
O deputado lamentou que muitas famílias estão perdendo seus entes queridos em acidentes fatais na região, além de seus patrimônios, como veículos que ficam danificados.
O parlamentar salientou que está cobrando da SETPU que faça imediatamente a substituição dessas empresas, ou tome providenciais legais para que o asfalto seja recuperado. “É inadmissível que essas obras sejam mais um elefante branco, o Estado gastando dinheiro e a população padecendo”, reforçou.
O secretário-adjunto, Alaor, garantiu que vai acionar as duas empresas detentoras do contrato pela rescisão imediata, para que a Construtora Campesatto Ltda, segundo lugar na concorrência assuma as obras.
Questionado quanto a possível resistência das empresa, o secretário afirmou que o caso será resolvido judicialmente.
Vania Costa

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