Em relação aos desdobramentos da “Operação Ararath”, fruto da suspensão do sigilo, tenho a informar que:
1 – Durante entrevista coletiva concedida na segunda-feira (26), esclareci que houve sim, empréstimo junto ao empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnioir. Inclusive, conforme consta no inquérito, propriedades familiares como terrenos foram utilizados como garantias, o que comprova a legalidade da transação particular.
2 – Reafirmo que não houve nenhum tipo de negociação envolvendo dinheiro público e nada ocorreu em nome da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso.
3 – Recebi com estranheza a versão de que estaria “abastecendo o sistema”. Acredito que houve interpretação errônea do que foi dito por Gércio Marcelino Mendonça Júnior.
4 – Consta no inquérito que a minha única renda é como deputado estadual, o que não é verdade. É público, há muito tempo, que minha família possui propriedades rurais, o que representa a maior parte do orçamento familiar, inclusive com atividades no ramo da madeira, pecuária e agricultura.
5 – Quanto à delação premiada promovida por Gércio Marcelino Mendonça Júnior, estou me inteirando do processo junto aos meus advogados para, no momento oportuno, resgatar a verdade dos fatos.
6 - A minha prisão na quinta fase da “Operação Ararath” foi juridicamente ilegal, motivada por informações inverídicas e distorcidas que chegaram ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Tófolli, tanto é que houve a revogação assim que a verdade foi mostrada.
Deputado José Riva
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