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Governo de Mato Grosso

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

"Cunha: aprovação de regularização de recursos no exterior é sinal positivo para ajuste fiscal"

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, comentou nesta quinta-feira aaprovação ontem, pelo Plenário, da proposta que cria um regime especial de regularização de recursos mantidos no exterior sem conhecimento do Fisco. Na avaliação de Cunha, o governo teve uma vitória importante, mas apertada. “Se não vencesse, a sinalização seria a de que há dificuldade cada vez maior no ajuste fiscal”, afirmou, durante entrevista coletiva no Salão Verde.
Perguntado se se sentia derrotado com a aprovação de uma emenda que proíbe políticos de aderirem ao programa de regularização, Cunha respondeu que apenas conduziu a votação, sem ter participado da formatação do texto. “Não me sinto vitorioso nem derrotado em nenhuma parte dessa votação”, explicou.

Em relação à data em que pretende apresentar o próximo parecer sobre pedidos deimpeachment da presidente Dilma Rousseff, Cunha repetiu que todos vão conhecer o texto assim que ele tomar qualquer decisão. “Eu já falei que, no dia em que eu decidir, vocês vão saber. Então, não vou ficar todos os dias dizendo isso. Estimular esse debate não é bom”, disse.
Contas no exterior
A pedido de jornalistas, Eduardo Cunha comentou matéria publicada hoje pela Folha de S. Paulo, segundo a qual documentos enviados por autoridades da Suíça à Procuradoria-Geral da República contrariam a sua versão de que ele nunca teria movimentado o dinheiro depositado em uma de suas supostas contas naquele país.

“Eu tive uma entrevista longa com a Folha, entreguei documentos naquele momento. O que eu entreguei contesta o que a Folha publicou. Não vou ficar comentando. Todo dia é uma especulação”, rebateu o presidente, acrescentando que irá se manifestar nos fóruns adequados, por meio dos seus advogados.
Cunha não quis adiantar quando pretende apresentar sua defesa ao Conselho de Ética, onde responde a processo por suposta quebra de decoro. “O advogado é que vai fazê-lo; mas, neste momento, é apenas uma defesa preliminar. Não é uma defesa completa, como será depois de o processo se iniciar diretamente”, completou.
Reportagem – Murilo Souza
Edição – João Pitella Junior

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