Os consórcios dos municípios, referenciado no Consorcio do Vale do Rio Cuiabá, pode vir a ser um ator importante nesse novo cenário nas inteirações das questões da empregabilidade, que sendo estabelecida uma agenda mínima no trato com questões relativas; a regularização das terras nos municípios; das questões ligadas a licenciamento ambiental; e aos procedimento de inspeção sanitária. Este esforço permitira alterações significativas de qualidade de vida no meio rural e a inversão das correntes migratórias para os grandes centros urbanos que tem gerado níveis desumanos na progressão das favelas e o crescimento da criminalidade.
Numa leitura desavisada esta empreitada e pode ser entendido de baixo impacto imediato para o desenvolvimento econômico emergente, porém traz no bojo premissas de continuidade e progressão constante. As regiões da Baixada Cuiabana, hoje representam uma realidade de infraestrutura em construção mais já é notório a interligação de energia elétrica e moradias em alvenaria em muitas microrregiões e a expectativa de que em pouco tempo ter a cobertura de sistemas de comunicação similar ao que acontece em Cuiabá e Várzea Grande, e assim a zona rural estaria em condições de igualdades na inteiração social, com vantagens significativas nos custos de moradia e alimentação.
O ministro da agricultura dias atrás em visita a Hong Kong dizia numa entrevista que encontrava nas prateleiras dos mercados produtos hortigranjeiro e manufaturados de todos os pais menos do Brasil, sinalizando a importância e premência da produção nesse nicho de mercado, tanto mercado interno quanto a possibilidade futuro de exportação, ai está clara nossa missão e a robustez dessa agenda mínima que estamos construindo no consórcio dos municípios do Vale do Rio Cuiabá. Vamos à frente ao cumprimento do legado. “Deus é meu guia e a terra meu sustento”.
Eraldo Coiado é economista e assessor de assuntos estratégicos na prefeitura de Nossa Senhora do Livramento-MT
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