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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

"Vereadores e comunidades debatem fechamento de ruas como forma de dar segurança a moradores"

Debater o fechamento de ruas por moradores que criam “condomínios fechados” temendo a segurança de suas famílias foi a proposta da Audiência Pública realizada na manhã desta quarta (13), no Plenário da Câmara de Cuiabá. Após o debate foi formada uma comissão composta pelos vereadores Luís Cláudio (PP), Dilemário Alencar (PROS) e Dodo Veggi (PRP) e mais quatro representantes da comunidade, Alfonso Leite, Síndico do Condomínio Solar da Chapada José Ribeiro da S. Nunes, morador do bairro Jardim Califórnia assessor parlamentar Tadeu Cesário. A comissão vai contar com a orientação jurídica do advogado Silvano. A finalidade da comissão, que já tem reunião marcada para a próxima sexta-feira (15), às 16:30, no gabinete do vereador Luís Cláudio, é elaborar um projeto de lei que regulamente a situação dos condomínios já criados e também de outros que venham a ser implementados por outras comunidades. Conforme o vereador, a intenção é apresentar ao Prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB) já na segunda-feira (18), um projeto de lei para que seja enviado à Câmara. Luís Cláudio explicou que essa é a forma de evitar vício de iniciativa, pois neste caso o projeto não pode ser apresentado por vereador. Em Cuiabá já existem vários casos de fechamento de rua. Ele cita casos no Bairro Jardim Itália, Cidade Alta, Morada do Ouro, Jardim das Américas, Bom Clima, Terra Nova, Sesmaria São José, Avenida Beira Rio e Rua Prof. Alfredo Monteiro. O parlamentar justifica que estamos “diante de um caso alarmante de falta de segurança... os moradores temendo a segurança de suas famílias, fecham as ruas e instalam guaritas, câmêras de vídeo monitoramento e até portarias com segurança privada”. O Ministério Público Estadual (MPE), contudo, não aceita plenamente a solução e informa que tramitam pelo menos 10 inquéritos e ações civis públicas envolvendo essa situação. O promotor Gérson Barbosa tem seu posicionamento citado pelo vereador: “A rua é um bem comum de uso do povo, ou seja, pode ser usada por todos, mas não por um grupo específico. Todos podem usufruir desse bem. Então, é temerário pensar o contrário, é temerário criar precedentes. Então, toda a sociedade correria risco na qualidade de vida”. Entretanto Luís Cláudio enfatiza que a criação desse tipo de condômino “é uma vontade da população, entendemos que a rua é um direito de todos, mas não podemos ignorar o direito das famílias terem maior segurança. Por isso a lei vai estabelecer critérios e princípios para que a Prefeitura possa conceder a autorização para o fechamento, da forma semelhante ao que já acontece em cidade como Rio de Janeiro e São Paulo”.

SECOM – CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ
ASSESSORIA

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