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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

"Vigilância inspeciona instalações da Caravana da Transformação em Juína"

Antes do atendimento aos pacientes, a equipe de fiscais da Vigilância da Secretaria de Estado de Saúde (SES) inspeciona as instalações da Caravana da Transformação. O cuidado é para evitar e eliminar possíveis fontes de infecção. “É na prevenção que é possível avaliar os riscos para diminuir ao máximo as reações adversas em todas as áreas de atendimento da estrutura”, esclarece a gerente de Certificação de Alvará Sanitário da SES MT, Tatiana Belmonte. Na cidade sede da Caravana, em Juína, a Vigilância realizou a coleta e análise da água de diversos locais de hospedagem, alojamentos e de alimentação, e nos locais onde se localizou o uso de água de poço artesiano, determinou-se ao município a ligação direta com a rede de abastecimento para o fornecimento de água tratada. Dentro do circuito da Caravana a inspeção é realizada nos ambulatórios; na coleta de resíduos; na água que é servida aos pacientes, trabalhadores e voluntários; nos estabelecimentos ambulantes de venda de alimentos; nos sanitários; nas ambulâncias do SAMU e do município; no almoxarifado onde ficam estocados os medicamentos e insumos; nas salas de exames e nos centros cirúrgicos. A fiscalização ocorre antes, durante e depois dos atendimentos. Tudo tem de estar dentro das normas sanitárias para o atendimento. “O índice de tolerância de infecção é de 0,31%. E essas inspeções preventivas vão nos dar subsídios para avaliar o evento como um todo”, ressalta Maria do Carmo Souza, fiscal sanitária, com formação em biologia, mestre em farmacologia e doutora em imunologia pela USP de Ribeirão Preto e pós doutora em doença infecciosa pela Universidade Americana de Massachusetts. A especialista salienta que as evidências que forem detectadas na ação preventiva servem para auxiliar nas correções, diminuindo de forma significativa os riscos para os pacientes e trabalhadores durante o evento. De acordo com Maria do Carmo Souza, cada etapa dos procedimentos é fiscalizada, inclusive o pós-cirúrgico para dar suporte ao paciente e tratá-lo, em caso de infecção. O trabalho da Vigilância se fundamenta em evidências cientificas e em surtos ocorridos em eventos de outros Estados com grande aglomeração. As informações colhidas pelos fiscais serão utilizadas em um relatório científico final que é inédito no Estado, e com base em experiências de outros Estados. “A Caravana da Transformação, do ponto de vista acadêmico e cientifico, é um excelente laboratório para o conhecimento e o aprimoramento do trabalho de vigilância sanitária”, destacou Maria do Carmo Souza.

Rose Velasco | SES MT

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