Águas Cuiabá - Iguá Saneamento

Águas Cuiabá - Iguá Saneamento
Av. Gonçalo Antunes de Barros, 3196 - Carumbé - CEP 78050-667 - Cuiabá-MT • Telefones: 0800 646 6115

BOLSONARO X CLASSE TRABALHADORA

BOLSONARO X CLASSE TRABALHADORA
BOLSONARO NÃO!

Prefeitura de Cuiabá

Prefeitura de Cuiabá
Praça Alencastro, nº 158 - Centro - CEP: 78005-906

ABERT - Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão

ABERT -  Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão
SAF/SUL Qd 02 Bl D Sl 101 Ed.Via Esplanada (Atrás do Anexo do Ministério da Saúde) | Brasília - DF

ABAV EXPO 2018 Conecta

ABAV EXPO 2018 Conecta
Av. Olavo Fontoura, 1209 - Portão 1 - Santana, São Paulo - SP E-mail: visit@abavexpo.com.br

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

"Catherine Deneuve critica campanha contra assédio"

Atriz francesa Catherine DeneuveAtriz está entre as cerca de cem personalidades francesas que acusam de "puritanismo" movimento denunciando abusos contra mulheres. Manifesto diz que "liberdade de importunar" é indispensável à liberdade sexual.Cerca de cem artistas e intelectuais francesas lançaram nesta terça-feira (09/01) um manifesto criticando o "puritanismo" da campanha contra assédio sexual, surgida por conta de casos envolvendo o produtor Harvey Weinstein, e defendendo a "liberdade de importunar" dos homens, que consideram "indispensável à liberdade sexual". "O estupro é crime. Mas o flerte insistente ou deselegante não é um delito, nem a galanteria uma agressão machista", afirmaram personalidades como a atriz Catherine Deneuve, a escritora Catherine Millet, a editora Joëlle Losfeld e a atriz Ingrid Caven, em manifesto publicado no jornal Le Monde. As artistas disseram que "não se sentem representadas por esse feminismo que, além das denúncias dos abusos de poder, adquire uma face de ódio aos homens e à sua sexualidade", em alusão ao movimento "#MeToo" ("eu também"), que surgiu para denunciar nas redes sociais casos de abusos machistas. As mulheres também se referem ao movimento como "justiça sumária", que julga homens "cujo único erro foi ter tocado um joelho, tentado roubar um beijo" ou "falar de coisas 'íntimas' em um jantar profissional". Apesar de reconhecerem que o caso Weinstein fez surgir uma "tomada de consciência" sobre violência sexual contra as mulheres no contexto profissional, lamentam que agora sejam favorecidos os interesses dos inimigos da "liberdade sexual" e dos extremistas "religiosos". O escândalo de abusos do produtor Harvey Weinstein, revelado em outubro pelo jornal americano The New York Times, provocou uma onda de denúncias. Atores como Kevin Spacey e Dustin Hoffman estão entre os acusados. No último domingo, estrelas de televisão e cinema de Hollywood se vestiram de negro no tapete vermelho do Globo de Ouro, em solidariedade à campanha “Time’s Up”, de combate ao abuso sexual no ambiente de trabalho. A atriz, apresentadora e produtora de cinema e TV Oprah Winfrey fez um forte discurso em apoio às mulheres que denunciaram condutas sexuais irregulares em Hollywood.
MD/efe/afp/cp

Nenhum comentário:

Postar um comentário