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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

"Pesquisa revela que 86% das jornalistas já sofreram algum tipo de assédio"

A Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) e o portal Gênero e Número divulgaram esta semana a pesquisa “Mulheres no Jornalismo”, feita com 500 profissionais de 217 veículos de todo o Brasil, que apontou para a presença de atitudes sexistas em relações às jornalistas dentro e fora das redações.Os números chamam atenção. No Brasil, 86% das jornalistas afirmam que já passaram por pelo menos uma situação de discriminação de gênero no trabalho. Entre as entrevistadas, 70% dizem já ter presenciado ou tomado conhecimento de assédio a colegas mulheres no ambiente de trabalho. Quase 60% afirmaram também ter sentido alguma vez que ser mulher lhes prejudicou na distribuição de tarefas, enquanto 39% viram barreiras para a obtenção de uma promoção. De acordo com o documento divulgado, “o mercado jornalístico mudou significativamente nas últimas décadas e a proporção de homens e mulheres nas redações se tornou mais equilibrada". Mas a mudança ainda é lenta, já que 65% das entrevistadas disseram haver mais homens em cargos de chefia nos veículos de comunicação. O assédio das fontes no exercício do trabalho jornalístico também foi abordado na pesquisa. Cerca de 70% das entrevistadas disseram que se sentiram desconfortáveis com comentários sobre sua aparência recebidos durante uma entrevista ou apuração de reportagem. Já 46,3% relataram "cantadas" vindas de colegas homens, 36,9%, de fontes masculinas e 27,9% ouviram de um superior hierárquico. Daquelas que sofreram algum tipo de assédio, apenas 15% comunicaram à empresa a situação. Das entrevistadas, 30% disseram que seus veículos possuíam canais para receber e responder às denúncias. A recomendação da Abraji e do site Gênero e Número é que se produzam cartilhas para funcionários e colaboradores definindo o assédio cometido por uma fonte e indicando os procedimentos a serem adotados pelas repórteres quando forem vítimas desses atos. O documento, também sugere que as redações criem um canal de comunicação interno para que vítimas de abuso e assédio possam fazer denúncia formal.
Abraji/cp

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