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domingo, 8 de abril de 2018

"Polícia Civil promove busca e apreensão no escritório do prefeito de Pontal do Araguaia"

A 3ª Promotoria de Justiça do Ministério Público Estadual (MPE) executou na última terça-feira (3) um mandado de busca e apreensão na empresa GRM Tecnologia e Informação, de propriedade do prefeito de Pontal do Araguaia, Gerson Rosa de Moraes, no escritório da Visão Contabilidade, e na residência do contador público João Delfino. O mandado foi expedido pela juíza da 4ª Vara de Primavera do Leste, Myrian Pavan. O promotor de Justiça João Batista obteve medida cautelar (mandado de busca e apreensão), com o objetivo de colher provas que amparem uma possível denúncia.
O MPE investiga suposta fraude em licitação para a prestação de serviços contábeis e contratação de software.
As diligências que investigam possíveis licitações fraudulentas, segundo apurou a reportagem do Semana7, corre em segredo de Justiça. As buscas efetuadas até esta altura das investigações dão conta de recolhimento de computadores, documentos, carimbos, entre outros. A denúncia da suposta fraude partiu de um servidor da prefeitura de Santo Antônio do Leste ao Ministério Público.
A reportagem não teve acesso ao processo, mas o advogado da Visão Contabilidade, Vinícius de Moraes Oliveira, adiantou que seu cliente não tem nenhuma participação nesse episódio. Segundo ele, documentos da empresa Visão, contidos na licitação, foram utilizados de forma indevida, uma vez que não continham a assinatura dos dois sócios, apenas de um. Ele ainda afirma que existe uma assinatura que não é de um dos proprietários.
Outro detalhe apontado pelo advogado Vinícius é que a qualificação da empresa Visão Contabilidade é apenas para serviços comerciais e rurais, não podendo participar de tal licitação. O advogado afirmou que seu "cliente não teve nenhuma participação neste esquema investigado pelo Ministério Público, que já conseguiu inclusive a liberação de todo material apreendido da empresa, como computadores e documentos.
O Semana7 procurou nesta manhã o prefeito Gerson Rosa para ouvir sua versão a respeito da busca e apreensão na sede da empresa GRM, na Rua Dalvina Santos, no setor João Rocha, onde também é sua residência, segundo apurou a reportagem. O gestor afirmou que não tem conhecimento dessa ação do MPE, apenas disse que sua empresa trabalha com despachante e internet. O prefeito Gerson disse também que “se tiver alguma coisa envolvendo minha empresa será da responsabilidade do contador Delfino”.
Por telefone, na tarde de hoje, a reportagem entrou em contato com o contador João Delfino que preferiu não falar a respeito das investigações ainda em curso. Até poucos dias, o contador prestava serviço a prefeitura de Pontal do Araguaia e tinha sob sua responsabilidade atualizar do Sistema de Informações sobre Orçamento Público em Saúde (SIOSP).
O sistema não estava sendo alimentado e isso cominou no bloqueio de R$ 139 mil do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Segundo a reportagem apurou, Delfino recebia em torno de R$ 7.500 por mês. Ele presta serviços em outros municípios como Ribeirãozinho e Santo Antônio do Leste.
Esta não é a primeira vez que o prefeito Gerson Rosa se encontra no epicentro de uma investigação dessa natureza. São muitos os moradores de sua cidade que ainda se lembram da Operação Atlântida ocorrida em 2010, levada a efeito pela Controladoria Geral da União (CGU) e Polícia Federal (PF) que investigaram o destino correto de R$ 2 milhões que deveriam ser empregados em obras de pavimentação asfálticas em ruas de Pontal do Araguaia, em seu primeiro mandado (2009-2012).
A depender das investigações de agora os citados na operação têm muito a explicar à Justiça. A GRM Tecnologia de Informação LTDA-ME, que pertence a Gerson Rosa chegou a prestar serviços à Câmara de Vereadores de Pontal neste início de seu mandato, sob a presidência do vereador Edmilson Aguiar Oliveira e que, com esse gesto de esperteza teria faturado mais de R$ 19 mil, conforme consta no site do Tribunal de Contas do Estado.
Chocolate/cp

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