Ainda assim, é válido ressaltar que tal paralisação, apesar de acarretar muitas consequências negativas, é legítima e suscita uma discussão urgente. É inadmissível, por exemplo, que diretores de escolas façam dívidas pessoais em decorrência de uma falha de gestão.
Sendo ex-secretário de Educação de Cuiabá, vejo como prioritária a negociação entre os representantes da greve e os dirigentes do Estado, por acreditar que um bom diálogo poderá dar fim ao movimento de paralisação.
Um acordo rápido e eficaz culminaria em menos prejuízos para a nossa população – já que, desta forma, evitaríamos uma possível alteração do calendário escolar e geraríamos menores consequências aos alunos da Rede Estadual.
Enquanto vereador e representante da população cuiabana na Câmara Municipal de Cuiabá, me solidarizo com os profissionais da Educação, pois sei o quanto se dedicam à empreitada de educar por meio da Rede Pública e da paixão pela vocação.
Ainda no que tange à complexa pasta da Educação, torço para que a atual situação seja solucionada brevemente da forma mais amistosa possível.
Nesta terça-feira (07), a Educação de Mato Grosso viveu um curto hiato – mas de maneira exaustivamente triste.
Gilberto Figueiredo é vereador por Cuiabá
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