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terça-feira, 4 de setembro de 2018

"LIDERANÇA: “As fases de evolução de uma empresa são como as de um casamento”, explica especialista"

Tudo no universo, até mesmo o próprio em si, tem um ciclo de evolução. No âmbito corporativo, não é diferente. Nas empresas, existem estágios de amadurecimento que se desenrolam numa sequência de fases similares a de outros organismos vivos – como as que constam na “Curva S dos Organismos Vivos”, composta por etapas como formação, tumulto, normalidade, desempenho e acomodação. Reconhecê-las ainda é um desafio em prol da perenidade dos negócios. Conforme explica o professor associado da Fundação Dom Cabral (FDC), o especialista Reinaldo Theodoro Ferreira Lucas, as fases da ‘curva S’ são como as de um casamento: o princípio, quando o casal se conhece e namora, é a formação; seguida pelo casamento vem o tumulto, que exige adaptação; na sequência, chega a normalidade, o desempenho e a acomodação. Ao todo, esse período gira em torno de sete anos.
“Por isso, há a chamada ‘crise dos sete anos’. Mas, aí, geralmente, tem a chegada do primeiro filho, o que faz voltar à fase do tumulto e por aí vai. Nas empresas, esse ciclo é de 40 anos – com exceção das startups, que é de oito anos. A questão é que tudo que se acomoda e não se transforma, morre. Logo, é preciso repensar as coisas e construir uma nova visão do futuro. Caso contrário, o ciclo acaba – e, consequentemente, o casamento ou a empresa, por exemplo”, ressalta.
Nas organizações constam fases – e crises – como a do “fundador”, que costuma ser centralizador, pois é o que a empresa precisa para seguir adiante; logo, a organização começa a crescer e o fundador percebe que não dá conta de tudo e passa a delegar, o que traz a “crise da autonomia”; seguida pela “crise do controle”, em que a equipe já está formada e as coisas andam sozinhas; depois, chega a “crise da burocracia”, quando a empresa começa a criar mecanismos porque “desconfia” das pessoas; e, por último, vem a “crise da sucessão”.
Neste viés, Reinaldo destaca que identificar o estágio de desenvolvimento de uma empresa é primordial para orientar a administração a tomar medidas preventivas para obtenção das oportunidades de cada momento, bem como para atenuar os riscos futuros inerentes a cada um deles. Tais curvas apresentam também a questão da finitude dos negócios, caso estes não sejam repensados e reinventados de forma continuada.
“Por qual motivo muitas empresas quebram? Porque crescem em porte e não em gestão. Se você vive todas as crises e vem uma crise externa, você quebra. E não basta conhecer o processo de amadurecimento, é preciso saber trabalhar isso. Colocar nas empresas instrumentos de gestão para superar cada uma dessas crises. Por exemplo, se não tenho indicadores de desempenho, não consigo fazer uma projeção real. Se não tenho fluxo de caixa, não consigo gerir a empesa”, comenta.
O especialista complementa que mudar a realidade – e inovar – requer ação. Enquanto que mudar a percepção da realidade – com criatividade – requer reflexão. “Há a máxima que diz que aos 40 você pode ficar ‘velho’ ou sábio. Precisamos saber o que fazer com a experiência e isso é um perigo. Experiência só serve para ver o que eu errei. Se me restringir à ela, nunca vou inovar. Mudar requer maturidade e fazer escolhas. Entender que você está na fase da acomodação é o grande desafio”, reforça.
FUNDAÇÃO DOM CABRAL – Considerada a 12ª melhor escola de negócios do mundo em 2018 pelo jornal britânico Financial Times, a Fundação Dom Cabral foi criada em Belo Horizonte em 1976 e tem como missão a educação executiva, com atividades no Brasil e no exterior. Em Mato Grosso seu associado é o Grupo Valure, consultoria em gestão e liderança há quase 20 anos.
Entre as atividades desenvolvidas pelo FDC no Estado consta o programa Parceiros para a Excelência (Paex) – em que Reinaldo é professor associado – e o programa de especialização em Gestão de Negócios. Mais informações pelo site http://www.grupovalure.com.br/ ou pelo telefone (65) 3318-2600.
ZF PRESS

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