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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

"O LADO PODRE DA POLÍTICA"

image1.jpegIniciado o pleito eleitoral entenda o porque 2018 com tanto poder de informação nas mãos a RENOVAÇÃO POLÍTICA será baixíssima. Não adiantou nada cenas criminais gravadas em vídeo de recebimento de PROPINA POLÍTICA, estar PRESO e ir direto as urnas, a FAMILIOCRACIA ter curral eleitoral vasto em viçoso em Mato Grosso e duas coisas que são o pior CÂNCER de um sistema democrático: O PODER DO DINHEIRO NAS MÃOS DE POLÍTICOS CORRUPTOS E ELEITORES CORRUPTOS QUE SE VENDEM. A forma como o sistema e as regras estão estruturados, tendem a beneficiar quem já faz política e dificultar a entrada dos novatos. "ISSO É FATO". As estruturas dos partidos são completamente engessadas, hierárquicas e prontas para eleger certas figuras (aquelas mesmas figurinhas carimbadas) e talvez com rara exceção para trazer um (único) novo nome para o contexto político.QUEREM UM BOM EXEMPLO? Basta acessar o site do TRE-MT. Os candidatos que pleiteiam uma das 08 cadeiras da Câmara Federal estão despejando milhões em campanhas milionárias sendo financiadas principalmente pelo com o dinheiro público proveniente do FUNDO PARTIDÁRIO que chega este ano próximo de 2 BILHÕES.
Ao mesmo tempo em que o Brasil assiste à criação de movimentos que defendem a renovação política e ao surgimento de escolas de formação de novas lideranças, as principais previsões para as eleições de 2018 não são de grandes mudanças. E para quem acreditava que colocaria "TODOS" num mesmo patamar numa largada igualitária deu com os burros n'água.
A começar pela *estrutura dos partidos políticos* os quais seriam colocados à disposição dos até então candidatos.
Como candidaturas avulsas ou independentes não são permitidas no Brasil, para disputar uma eleição é obrigatório estar filiado a um partido político pelo menos seis meses antes do pleito. Apesar de ser relativamente fácil se associar a um partido, as siglas tendem a dar mais oportunidades e a serem mais receptivas aos novatos que são potenciais puxadores de votos. Ou seja, você pode ter admiração, ter participação popular, ter ideais e idéias que abraçam e beneficiam o coletivo porém o que para os mandatários partidários realmente interesse é se você tem ou não potencial de voto nas urnas.
Após isso vem um elo que não deveria mais desde o descobrimento do BRASIL ainda toca qualquer eleição conhecida como "FINANCIAMENTO DE CAMPANHA".
Além de não terem as portas abertas, os partidos se transformaram em importantes financiadores de campanha e tendem a patrocinar "QUEM JÁ ESTÁ NO PODER OU SEJA QUEM DETÉM MANDATO".Esses recursos tendem a ser distribuídos pela cúpula dos partidos e a fortalecer quem já está no poder. É a Força dos que já têm MANDATO apontam na lógica de privilegiar quem já está inserido no cenário parlamentar, o sistema político dá especial atenção aos donos de mandatos ou de cargos que conseguem usar a máquina pública.
Daí então você ELEITOR tente vislumbrar um JOVEM IDEALISTA como este que aqui escreve"SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL e ASSALARIADO", que vai disputar com alguém que já tem "SEDE FÍSICA EM DIVERSOS MUNICÍPIOS, ASSESSORES DE MARKETING,CONTADOR,ADVOGADOS, SE EXIBEM DESLOCANDO-SE EM AVIÕES, BATALHÕES DE CABOS ELEITORAIS, E UMA AMPLA REDE DE RELACIONAMENTOS COM PREFEITOS E VEREADORES",salientando a condição de desvantagem dos que não têm "um aparelho" funcionando a seu favor.
"A DESIGUALDADE DA DISTRIBUIÇÃO DO FUNDO PARTIDÁRIO AOS CANDIDATOS NAS ELEIÇÕES 2018 É GRITANTE"
Em Mato Grosso o MDB lançou seis candidatos ao cargo de deputado federal, sendo que dois deles tentam à reeleição: Carlos Bezerra e Valtenir Pereira. Estes candidatos receberam R$ 1,5 milhão (cada) de doação de campanha da Direção Nacional do MDB. A sigla repassou o mesmo valor (R$ 1,5 milhão) ao candidato Rogério Silva de Tangará da Serra.
Porém, a legenda não destinou nada ainda para o ex-prefeito de Sinop e candidato a deputado federal, Juarez Costa, e nem para duas candidatas mulheres do MDB: Elenilza Pereira e Mylene Lustosa.
O Partido Progressista (PP), que tem apenas dois candidatos a deputado federal, sendo eles: Ezequiel Fonseca (que busca a reeleição) e Neri Geller, efetuou doações milionárias aos seus candidatos. Fonseca recebeu R$ 1.921.640,00 milhão, enquanto que Geller, o PP Nacional repassou R$ 1 milhão.
A Direção Nacional do PR, que tem como candidato a governador Wellington Fagundes, lançou professor Bispo e Eliene Lima para concorrer ao cargo de deputado federal. Para Bispo a Executiva Nacional repassou R$ 938 mil, já Lima recebeu R$ 500 mil.
Mesma situação aconteceu com o PT de Lula e PTB do ex-prefeito de Cuiabá, Chico Galindo. Os petistas lançaram apenas duas candidatas para concorrem a Câmara Federal, sendo elas: a ex-secretária de Educação do Estado, Rosa Neide Sandes e Edna Sampaio. Para alavancar suas campanhas em Mato Grosso, o PT Nacional repassou R$ 413.250,00 mil para Rosa Neide, e R$ 37.250,00 mil para Edna Sampaio.
Já no PTB, que tem como candidatos: Emanuelzinho (filho do prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro) e Idele Rodrigues, a distribuição dos recursos foi totalmente desproporcional. Enquanto que o filho de Pinheiro recebeu R$ 1 milhão do PTB Nacional e mais de R$ 100 mil do PTB Estadual; Rodrigues recebeu a doação de apenas R$ 155 mil por parte da Executiva Nacional do PTB.
Outro caso de desproporcionalidade ocorreu por parte dos candidatos do PSB ao Congresso Nacional. O partido lançou cinco candidatos a deputado federal, mas apenas dois receberam doações por parte da Direção Nacional da legenda.
A servidora pública Marildes Ferreira, que concorreu como vice-prefeita de Rondonópolis na chapa do ex-governador Rogério Salles nas eleições de 2016, recebeu a doação de R$ 600 mil por parte da Executiva do PSB Nacional; enquanto que o vereador de Várzea Grande, Ícaro Reveles, recebeu R$ 50 mil.
O PSL do candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, lançou cinco candidatos a deputado federal em Mato Grosso, sendo que destes, apenas Victório Galli (presidente estadual da legenda) - que disputa à reeleição, recebeu doação por parte da Executiva Nacional no valor de R$ 500 mil.
Situações semelhantes pelos candidatos a deputado federal do PSDB - do governador e candidato à reeleição Pedro Taques -, e do DEM -, do candidato Mauro Mendes.
O PSDB lançou cinco candidatos a deputado federal, mas até esta segunda-feira (10.09) apenas a candidata de Várzea Grande, Nicinha recebeu doação de campanha por parte da Direção Nacional tucana no valor de R$ 150 mil, deixando de lado, por exemplo, o candidato Vander Masson, filho do deputado estadual Saturnino Masson.
Já a Direção Nacional do DEM efetuou apenas a doação de R$ 200 mil para o candidato Adriano Silva, apesar de ter outros dois candidatos a deputado federal.
CONFIO NOS MEUS AMIGOS E PARCEIROS SERVIDORES PÚBLICOS sejam eles FEDERAIS, ESTADUAIS,MUNICIPAIS ou sejam eles servidores da INICIATIVA PRIVADA porque contra todos aspectos que IMPEDEM A RENOVAÇÃO POLÍTICA nos traz uma única saída: UNIÃO.
MAX CAMPOS é Servidor Público Estadual e Candidato a DEPUTADO FEDERAL.

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