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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

"POLÍTICA: Atual gestão tem falhas de comunicação, afirma vereador"

O vereador Gilberto Figueiredo (PSB) afirmou que os valores constantes na LOA (Lei Orçamentária Anual) de Cuiabá para o ano que vem estão errados. Em um dos casos, o da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), segundo o parlamentar, há uma diferença de R$1,2 milhão causada provavelmente por uma soma equivocada. Em manifestação na tribuna da Câmara Municipal de Cuiabá nesta quinta-feira (18), Gilberto reforçou a importância do papel da oposição no aprimoramento político do executivo municipal. Ele destacou ainda que, diversas crises deflagradas ao longo de 2018 poderiam ter sido evitadas se houvesse uma melhor comunicação por parte da prefeitura.
“Uma mensagem tem um emissor, um transportador e um receptor. Nesta gestão, falta a competência de alguém que consiga realizar o transporte das mensagens. Neste momento, a minha mensagem é que as receitas orçamentárias da LOA estão somadas erradas. É uma falha simples de ser corrigida”, frisou o vereador.
Durante o discurso, Figueiredo também comentou o recente caso da greve municipal dos profissionais da Educação. De acordo com o parlamentar, a situação poderia ter sido mais amena se as alternativas colocadas por políticos de oposição fossem consideradas.
“Quando tomei conhecimento de que o executivo propôs um reajuste de 4% apenas para os servidores efetivos da Educação - desprezando mais de 4 mil profissionais -, eu falei que tal medida geraria um ‘apartheid’ entre os servidores. A proposta, obviamente, foi mal recebida pelo Sindicato. É necessário aprender a ouvir a perspectiva da oposição. Neste cenário, o executivo não deu ouvidos a uma crítica de fundamental importância e perdeu a oportunidade de evitar uma greve”, disse.
O fato, explicou o parlamentar, ilustra uma postura recorrente de indiferença para com a atuação dos opositores ao atual prefeito. Gilberto exemplificou que, se a proposta inicial de reajuste fosse de apenas 3% e contemplasse toda a categoria, muito provavelmente a paralisação não existiria.
Ao considerar o contexto da Câmara, o discurso também foi uma resposta aos vereadores que criticavam o posicionamento dos parlamentares de oposição em relação à taxação do aplicativo Uber na Capital.
ZF PRESS

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