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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

"Confirmação de Sérgio Moro em novo ministério da Justiça e Segurança repercute entre deputados"

Audiência Pública e Reunião Ordinária. Juiz da 13ª Vara Federal do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Sérgio MoroA decisão do juiz Sérgio Moro, responsável na primeira instância pela operação Lava Jato, de aceitar assumir o futuro Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo Bolsonaro foi alvo de críticas do PT e de elogios da base do governo.
Nesta quinta-feira (1º), Moro esteve com o presidente eleito Jair Bolsonaro e declarou ter aceito o convite para a pasta que terá poderes ampliados.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública unirá as atribuições do atual Ministério da Justiça e do Ministério da Segurança Pública (que havia sido separado neste ano pelo presidente Michel Temer), e deverá incluir ainda o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Dentro das atribuições, está o comando da Polícia Federal e do sistema penitenciário.

Para assumir o ministério, Moro precisará ser exonerado do cargo de juiz federal, como determina a legislação.
O líder do PT, deputado Paulo Pimenta (RS), disse que a decisão de Moro só torna “evidente” que o juiz jamais teve isenção em sua atuação na Lava Jato. “Duvido que alguma pessoa com senso crítico não esteja estarrecida diante desse absurdo”, afirmou.
Segundo o líder do PT, o partido tomará todas as medidas judiciais para contestar a atuação de Moro em processos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros dirigentes do partido.
Najara Araujo/Câmara
Líder do PT na Câmara, dep. Paulo Pimenta (PT-RS), fala sobre a indicação do juiz Sérgio Moro ao Ministério da Justiça do futuro governo Bolsonaro
Paulo Pimenta: indicação de Moro é um escândalo sem proporções
Suspeição
Paulo Pimenta disse que a reunião entre Moro e o futuro ministro da Fazenda, Paulo Guedes, durante as eleições, mostra a parcialidade do juiz. Segundo o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, Guedes procurou Moro durante as eleições para saber se ele aceitaria assumir a pasta da Justiça.

“Alguém exercendo um cargo de juiz autoriza a divulgação de uma delação que estava sob sua guarda para favorecer um candidato que ele já sabia que, se vencesse, tinha feito um convite para que ele fosse ministro. Isso é um escândalo sem proporções”, criticou Pimenta.
Em 1º de outubro, parte da delação do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci foi tornada pública por Moro nos autos do processo sobre supostas propinas da Odebrecht a Lula. Palocci incriminou Lula e Dilma Rousseff sobre suposto esquema de arrecadação de propinas pelo ex-presidente na construção de navios-sonda do pré-sal.
Zeca Ribeiro/Câmara
Reunião Ordinária. Dep. delegado Waldir (PSDB-GO)
Delegado Waldir: Moro é o Pelé do combate à corrupção
Boa decisão
Para o deputado Delegado Waldir (GO), vice-líder do PSL, a escolha de Moro segue critérios de competência técnica. “Bolsonaro atende a vontade popular. Segue com critério técnico, de indicar pessoas técnicas e as mais capacitadas e habilitadas em cada área”, disse.

Delegado Valdir afirmou que o PSL demonstrou, com a escolha de Moro, que a bandeira eleitoral de Bolsonaro pelo combate à corrupção está em prática. Segundo ele, Moro é “o Pelé do combate à corrupção”.
De acordo com o vice-líder do PSL, há um temor do PT com a escolha de Moro porque “toda a caixa preta” do partido poderia vir à tona. “Quem tem medo de Sérgio Moro? É só bandido. As pessoas de bem do País não têm medo de Sérgio Moro não”, afirmou.
Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

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