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sábado, 24 de novembro de 2018

"Projeto ‘Água para o Futuro’ e Revista Camalote ficam entre os melhores em premiação pelo meio ambiente"

Presidente do Crea-MT, João Pedro Valente, fez a entrega do prêmio nova modalidade de disputa – Produção Acadêmica – ao lado do presidente do Crea-MS, Dirson Freitag. O projeto vencedor foi “Erosões em Margem de Reservatório de UHEs: Monitoramento e Educação Ambiental”, da Eletrobras-Furnas, Universidade Federal de Goiás (UFG) e Universidade de Brasília (UnB). “Dois projetos Mato-grossenses estiveram entre 15 finalistas selecionados escolhidos entre outros 120 projetos inscritos e que realmente beneficiam o meio ambiente. Já vemos isso como uma vitória. Tanto o Ministério Público do Estado de Mato Grosso nos representou muito bem com o projeto “Água para o Futuro” como a Revista Camalote”, avaliou o presidente do Crea-MT, João Pedro Valente, sobre a final do 17º Prêmio Crea Goiás de Meio Ambiente, ocorrido na noite de 22 de novembro. Evento, exclusivo para convidados, que reuniu 350 pessoas no Memoratto Eventos, em Goiânia.

A mesma opinião foi compartilhada pelos representantes dos projetos que concorreram à premiação. A jornalista Lauristela Guimarães, explicou que sua matéria intitulada “Jalapão – as maravilhas do Tocantins” abordou o desenvolvimento econômico e de turismo de um estado jovem, o Tocantins, que precisa preservar a natureza e o meio ambiente inclusive para se manter economicamente viável. “Porém concorremos em pé de igualdade com matérias jornalísticas inclusive de outras mídias como a televisiva e com outras abordagens como matérias investigativas ou de denúncias e ficamos entre as três melhores na categoria Imprensa”, avaliou Lauristela Guimarães.
Os representantes do Promotor de Justiça Gerson Barbosa, que é coordenador do projeto “Agua para o Futuro”, do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE-MT), geólogo Edvaldo José de Oliveira, e, o biólogo André Pansonato, se disseram impressionados e motivados pelo projeto ter sido um dos 15 selecionados entre um grupo de 120 projetos. Além de ser indicado em duas categorias.
“Isso significa dizer que o projeto ‘Água para o Futuro’ ficou entre as três melhores em duas categorias. Em um grupo de 120 ações que realmente saíram do papel. E isso não é fácil de ocorrer no Brasil. Estamos motivados a continuar trabalhando no projeto e a fazer com que ele continue a dar certo”, declarou o analista geólogo do MPE e membro da equipe técnica do projeto “Água para o Futuro”, Edvaldo de Oliveira.
A avaliação de André Pansonato, biólogo que integra a equipe do projeto é que com a indicação para o prêmio “faz com que o projeto e a equipe amadureçam para o cenário nacional. Estamos inovando em Mato Grosso. Toda a equipe está de parabéns”, declarou.
Ao todo, cinco modalidades estiveram em destaque no 17º Prêmio Crea Goiás de Meio Ambiente: Imprensa, Elementos Naturais, Sociedade Sustentável, Inovação Tecnológica e Produção Acadêmica. Dessas Mato Grosso teve projetos indicados em três categorias. Foram 120 trabalhos inscritos, um recorde da premiação, dos quais 15 finalistas – três em cada modalidade – foram selecionados por um júri composto por membros da Codesu e uma Comissão Julgadora de nove profissionais de diversas áreas, sendo cinco de Goiás, um do Distrito Federal, um do Mato Grosso (o conselheiro Ronaldo Dresher), um do Mato Grosso do Sul e um do Tocantins. Os projetos/programas vencedores só foram revelados durante a solenidade de entrega e foram agraciados com certificados e troféu.
Na modalidade Imprensa, a matéria vencedora foi “Desafio Nascentes”, da TV Anhanguera, Grupo Jaime Câmara. O prêmio foi entregue pelo presidente do Crea-GO e anfitrião da noite, Eng. Francisco Almeida.
Em Elementos Naturais, o diretor de Benefícios da Mútua Executiva, Eng. Civ. Jorge Roberto Silveira; e o diretor Geral da Mútua-GO, Eng. Civ. Roger Pacheco Piaggio Couto, entregaram o prêmio para o projeto “Conservação do consumo, conservação através do reuso e produção de água”, da CAOA Montadora de Veículos.
Já em Sociedade Sustentável, o projeto vitorioso foi “O Cerrado na Escola”, da Agroquima Produtos Agropecuários, cujos representantes receberam o troféu das mãos do diretor Geral do Sicoob Engecred-GO, Eng. Civ. Fabrício Modesto César.
Em Inovação Tecnológica, o prêmio foi entregue pelos presidentes do Crea-DF, Eng. Civ. Fátima Có; e do Crea-TO, Eng. Civ. Marcelo Maia, aos representantes da Facinatus Cosméticos, pelo projeto “Esfoliante Natural com Propriedades Antioxidantes Elaborado a partir de Rejeitos da Agroindústria da Goiana”.
Por fim, na modalidade Produção Acadêmica, novidade desta edição do Prêmio, o troféu e certificados foram entregues pelos presidentes do Crea-MT, Eng. Agr. João Pedro Valente; e do Crea-MS, Eng. Agr. Dirson Freitag. O projeto vencedor foi “Erosões em Margem de Reservatório de UHEs: Monitoramento e Educação Ambiental”, da Eletrobras-Furnas, Universidade Federal de Goiás (UFG) e Universidade de Brasília (UnB).
Pela primeira vez, premiação alcançou programas e projetos implantados também no Distrito Federal e nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins. A 17ª edição do Prêmio contou com o apoio institucional dos Creas DF, MT, MS e TO; e com o patrocínio do Confea, da Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea – Mútua-GO e do Sicoob Engecred.
Desde 2001, a premiação tem o objetivo de reconhecer e incentivar projetos voltados para a visibilidade de boas práticas em prol da preservação, recuperação, defesa e conservação do meio ambiente. Neste ano, o tema escolhido para o Prêmio foi “Solo. A terra que se planta, a vida que se colhe”, alertando para a importância da preservação de um dos recursos naturais mais complexos do planeta e indispensável para a vida humana e que, mesmo assim, vem sendo degradado em todo o mundo: o solo.
Equipe de Comunicação do Crea-MT com fotos Crea-Go

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