Se fosse para se espelhar no Mestre, almoçaríamos com "pecadores"... Por acaso existem os "santos"para que nos aproximemos destes em detrimento aos outros? O Mestre pregou que vivêssemos os princípios sem julgar terceiros. Mas nos afastando desta seara olhemos para as suas consequências.
Economia que gera emprego e condições básicas de vida para os povos.
Economia que gera dignidade e riqueza aos povos.
Economia que gera condições essenciais à que um povo pratique sua religião e eduque para uma vida ética e de princípios universais da moral independente de seu "deus".
O Brasil precisa se aproximar dos americanos, pois estamos décadas atrasados nesta aproximação. Precisamos ser rápidos e eficientes nisto. O que o Brasil não pode é perder sequer um de seus atuais aliados.
Nossa aproximação tem que ser com altivez (já que é a nova ordem) valorizando nossa importância e o que representamos no contexto internacional.
Precisamos mais que subserviência e "tapinha nas costas", precisamos de habilidade nas negociações.
Ao desprezar parceiros como China, Rússia e outros,que professam crenças diferentes das nossas, estamos asfixiando nossa economia. As consequências funestas de uma política internacional equivocada pode nos custar anos de lutas para nossas exportações.
Condicionar a cor, a religião, a ideologia para nos relacionarmos é uma versão de "arianismo" na era da globalização.
Diretoria do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso - Sindifrigo
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