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sábado, 21 de setembro de 2019

SETEMBRO AMARELO: "É preciso estar atento à saúde mental dos colaboradores", alerta Coach e Mentora de gestão"

Em plena era da conectividade, as pessoas são atingidas por uma enxurrada de informações na forma de mensagens instantâneas, e-mails, notícias em tempo real, alertas de compromisso e incontáveis aplicativos. Além disso, há o grande tempo que a maioria delas dedica às mídias sociais, que destacam notícias ruins e estimulam o culto ao corpo e ao consumismo exagerado. As pessoas estão o tempo todo sendo recordadas do que não realizaram, das tarefas que não cumpriram, das mensagens que não responderam e das ligações que não atenderam.
A falta de habilidade em lidar com este cenário gera estresse que, conforme já cientificamente comprovado por inúmeras pesquisas, impacta diretamente na saúde através de distúrbios físicos e psicológicos, como, por exemplo, ansiedade e a depressão.
Uma pesquisa recente da International Stress Management Association (Isma), organização sem fins lucrativos, revelou que nove em cada dez brasileiros no mercado de trabalho exibem sintomas de ansiedade – do grau mais leve ao incapacitante. Destes, metade (47%) sofre de algum nível de depressão, recorrente em 14% dos casos. Isto, sendo que para mais da metade (60%) o trabalho é a causa de se sentirem nervosos, cansados, irritados, tristes ou sem energia.
Diante desse quadro, a figura do Líder efetivo ganha cada vez mais força no ambiente corporativo. Conforme explica a Presidente do Grupo Valure – empresa associada à Fundação Dom Cabral em Mato Grosso – a Coach e Mentora de Gestão, Lorena Lacerda, esse estilo de liderança não apenas expande as habilidades e competências dos liderados para lidar com este cenário adverso, mas, também, motiva e potencializa o trabalho em equipe, fundamental para a superação dos desafios.
“O Líder efetivo traz consigo um olhar 360º: ele vê o cenário, vê a empresa, vê a equipe e vê o indivíduo. Por isso ele consegue atuar efetivamente para que haja uma fluidez entre objetivo e esforço, de forma que o equilíbrio emocional se mantenha, habilidade escassa nos dias de hoje. Como lidar com todo este contexto, criando ambientes saudáveis, em que a alta performance das organizações seja acompanhada também por um alto nível de qualidade de vida é algo que já vem sendo muito debatido. Com um estilo de liderança efetivo, usando de ferramentas comprovadamente eficazes para desenvolver pessoas e alinhar equipes, esta árdua tarefa se torna possível.
CLIMA ORGANIZACIONAL E INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – Lorena complementa que criar um ambiente em que as pessoas terão uma boa performance e não burnout (o esgotamento profissional) deveria fazer parte dos objetivos estratégicos de toda organização. Em 2019, a síndrome foi incluída na nova versão da Classificação Internacional de Doenças da OMS (Organização Mundial da Saúde), a CIC-11 – lista que passa a valer em 2022 para os países membros.
“Ao usar as metodologias e acompanhar de perto seus liderados, o líder provavelmente perceberá alguns comportamentos dissonantes. Tanto que é importante que ele esteja próximo, bem como faça perguntas abertas e poderosas para compreender o que se passa com cada um e, assim, perceba como a pessoa está indo, se ela demonstra sinais de algum distúrbio. Claro, ele não é um psicólogo, mas pode direcionar a pessoa para buscar ajuda externa. Infelizmente muitos líderes ainda não sabem lidar com este cenário, optando por evitar qualquer conversa que envolva aspectos emocionais que ele não domina ou que se sente desconfortável em abordar”, pondera.
No Brasil, os transtornos mentais são a terceira causa de longos afastamentos do trabalho por doença. A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que uma em cada quatro pessoas sofrerá com um transtorno da mente ao longo da vida. Diante desse panorama, Lorena ressalta que a inteligência emocional é competência essencial e que deve ser priorizada nas empresas – como apontou o relatório produzido pelo Fórum Econômico Mundial.
“Em paralelo com o autoconhecimento e a comunicação, a inteligência emocional é um pilar essencial para bons resultados e para manter a boa sinergia das equipes. Tal gestão das emoções está entre as dez habilidades que todo profissional irá precisar, em maior ou menor escala, para obter sucesso no trabalho. Isto engloba desde a autopercepção (pensamentos e emoções), a autoexpressão (assertividade), o interpessoal (a empatia na prática) até o gerenciamento de estresse”, pondera.

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