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domingo, 9 de fevereiro de 2020

"Mortes por coronavírus superam vítimas da Sars no mundo"

Mulher com máscara caminha em rua vazia em PequimChina informa que número de mortos chega a mais de 800, ultrapassando as 774 vítimas do surto de Síndrome Respiratória Aguda Grave, também causada por um coronavírus, entre 2002 e 2003. Infecções passam de 37 mil.O número de mortos pelo novo coronavírus chegou a 811 na China continental neste domingo (09/02), superando o número total de mortes relacionadas à epidemia de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars), também causada por um coronavírus, entre 2002 e 2003.
Com 89 novas mortes anunciadas pelas autoridades chinesas de saúde – a maioria na província central de Hubei, epicentro do surto do novo coronavírus –, o número de vítimas agora é maior que as 774 mortes causadas pela Sars em todo o mundo.
Os dados mais recentes vêm logo após a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmar que houve "certa estabilização" do surto em Hubei nos últimos quatro dias, apesar de alertar que os números ainda podem "disparar".
Michael Ryan, chefe do programa de emergências em saúde da OMS, disse que o "período estável" do surto "pode ​​refletir o impacto das medidas de controle adotadas".
Embora a cifra de mortos aumente constantemente, o número de novas infecções por dia tem caído desde a última quarta-feira, quando se registrou um pico de quase 3.900 casos em todo o país. Neste domingo, autoridades relataram 2.656 novos casos nas últimas 24 horas – um número cerca de 20% menor do que as 3.399 infecções registradas nas 24 horas anteriores.
Especialistas afirmam que a queda de novos casos diários sugere que a propagação do vírus pode estar diminuindo. Contudo, eles alertam que o número total de infecções deve aumentar ainda um pouco mais, uma vez que laboratórios chineses estão testando milhares de amostras de casos possíveis que acabaram se acumulando.
"Reduções dramáticas" na propagação do vírus na China devem começar ainda neste mês se as medidas de controle funcionarem, prevê Ian Lipkin, diretor do Centro de Infecção e Imunidade da Universidade de Columbia, que deu assistência à OMS e às autoridades chinesas durante a epidemia de Sars no início dos anos 2000.
Ao todo, quase 37.200 pessoas na China já foram infectadas pelo vírus, que teve início na cidade de Wuhan, capital de Hubei, no final do ano passado. Ali, moradores lutam para obter suprimentos diários em meio às restrições de transporte e instruções para não deixar a cidade.
O surto levou o governo chinês a isolar cidades inteiras, enquanto aumentam as críticas contra sua forma de lidar com a crise – especialmente depois de um médico chinês punido por emitir um alerta sobre a nova doença ter morrido vítima do vírus.
Oftalmologista num hospital em Wuhan, Li Wenliang se tornou uma das figuras mais conhecidas da atual crise após revelar publicamente que foi um dos oito médicos repreendidos pela polícia da cidade chinesa no mês passado por "espalhar boatos" sobre o coronavírus.
Sua morte aos 34 anos desencadeou uma onda de luto no país na sexta-feira, além de expressões online de raiva e repúdio contra o governo chinês, algo raro no país.
Além da China, o coronavírus tem feito vítimas também em outros países. Mais de 350 casos de infecção já foram confirmados fora da China continental, e duas pessoas morreram, uma nas Filipinas e outra em Hong Kong.
No Japão, seis novos casos foram reportados entre os 3.700 passageiros e tripulantes de um navio de cruzeiro em quarentena, chamado Diamond Princess. Ao todo, 64 infecções foram confirmadas na embarcação.
Em Hong Kong, 3.600 passageiros e tripulantes do cruzeiro Dream World foram liberados do isolamento após autoridades afirmarem que os testes não encontraram infecções.
A Coreia do Sul confirmou um novo caso em uma mulher de 73 anos cujos familiares visitaram a província de Guangdong, no sul da China, aumentando o número de infecções no país para 25.
O Vietnã, por sua vez, reportou seu 14º caso, uma mulher numa província do norte do país onde seis pacientes já haviam sido diagnosticados com a doença.
O Brasil investiga atualmente oito casos suspeitos, sendo três no Rio Grande do Sul, dois em São Paulo, um em Minas Gerais, um no Rio de Janeiro e um em Santa Catarina. Outros 28 casos suspeitos foram descartados. Nenhuma infecção foi confirmada no país.
As primeiras infecções pelo novo coronavírus na China remontam a um mercado de animais selvagens e peixes em Wuhan, que foi fechado. Acredita-se que o vírus pode ter sido transmitido através do contato direto entre humanos e animais.
A crise muito se assemelha ao surto de Sars há quase 20 anos, causado por um coronavírus semelhante e inicialmente transmitido de animais para humanos na China.
O total de pessoas infectadas pelo vírus da Sars chegou a 8.098, o que sugere um nível de transmissão bem mais baixo do que o do coronavírus de Wuhan, mas com uma taxa de mortalidade mais alta, já que quase 10% dos infectados morreram.
EK/afp/ap/efe/rtr/cp

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