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domingo, 30 de agosto de 2020

Coronavírus: “A vacina deve ser para todos”

Aumentam os casos de Covid-19 no mundo. Preocupação especialmente com a situação nos EUA, na América Latina e na Índia. Em Roma, começaram os testes de uma vacina italiana, embora seja muito cedo para obter resultados. A idade média dos infectados caiu drasticamente.Existem cerca de 24 milhões de casos de coronavírus no mundo. O primeiro país em número de contágios continuam sendo os Estados Unidos, com mais de 5,7 milhões de contágios, e o andamento da difusão do vírus no Brasil e na Índia é preocupante. Enquanto isso, em nível mundial, continua o trabalho para se chegar a uma vacina. O diretor de saúde do Hospital Spallanzani em Roma, Francesco Vaia, onde uma vacina italiana está sendo testada, porém, usa de cautela: “Correndo e trabalhando bem, pode haver uma comercialização no ano que vem. Acima de tudo, é preciso uma vacina que seja posta à disposição de todos, como o papa disse com razão”.
Neste momento, a OMS intensificou a vigilância principalmente nos países em desenvolvimento. A Índia, por exemplo, confirmou 67.151 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, em um total de mais de 3,2 milhões de contágios desde o início da emergência sanitária, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Ministério da Saúde indiano. As 1.059 mortes a mais que são contadas em comparação com ontem resultaram em 59.449 mortes ligadas à pandemia no país asiático.
O Brasil, por outro lado, registrou mais 1.271 mortes relacionadas ao coronavírus nas últimas 24 horas, em um total de 116.580 vítimas. Foram registrados outros 47.134 casos de contágio, totalizando 3.669.995 infecções desde o início da epidemia.
Os casos também estão aumentando na Europa. O primeiro-ministro francês, Jean Castex, disse que “se constata que na França e em toda a Europa há uma retomada da epidemia, daquela que chamamos de circulação viral. Mas eu digo desde já que não há razão para se alarmar. Não voltamos à situação de abril, de maio”.
Aumentam os testes de vacinas em todo o mundo
São cerca de 160 os testes de vacinas em todo o mundo. A possível vacina australiana S-Spike, desenvolvida na Universidade de Queensland, demonstrou ser segura e “capaz de fornecer proteção” tanto contra a reprodução do coronavírus quanto dos seus sintomas. O responsável pelo projeto, Keith Chappel, da Escola de Química da universidade, divulgou os últimos dados em um fórum da Sociedade Internacional de Vacinas, na qual os principais produtores de vacinas trocam atualizações sobre seus respectivos progressos.
Vaia: vacina italiana até o ano que vem
Continua o teste da vacina italiana no Hospital Spallanzani em Roma. O diretor, Francesco Vaia, afirma que “ainda estamos no início, começamos com as primeiras administrações. Ainda não pode haver nenhum resultado. Porém, as pessoas nesta fase não tiveram problemas de intolerância até agora. Como já dissemos, esta primeira fase vai durar 24 semanas, depois que houver a fase dois, até o fim do ano. Mas quero reiterar que devemos trabalhar por uma vacina eficaz, que deve ser produzida para o bem comum. Esperamos que ela possa pôr um fim a esta longa batalha contra a Covid-19. Correndo, mas trabalhando bem, pensamos que, até a próxima primavera [europeia], ela pode estar pronta, no que diz respeito à nossa candidata a vacina, uma possibilidade de comercialização. Porém, existem muitas outras candidatas no mundo”.
Aliança entre gerações para evitar novos contágios
Vaia também fala de uma possível segunda fase da epidemia e de como se comportar daqui até a chegada da vacina. “A população infectada é muito mais jovem agora, a média está abaixo dos 34 anos. Começa a haver alguns idosos a mais, mas ainda estamos como que em uma área de alarme, não de catástrofe”, diz Vaia.
“A segunda fase não é um fato inevitável. Existem as três regras áureas que devemos sempre reiterar: o distanciamento; o uso da máscara; a higiene pessoal, ou seja, lavar as mãos. Paralelamente a isso, hoje a atenção se dirige principalmente aos jovens que são predominantemente assintomáticos ou pouco sintomáticos. Portanto, eles devem ficar ainda mais atentos para não serem, embora involuntariamente, vetores da propagação do vírus. Não devemos criminalizar os jovens, mas eu faço um apelo aos pais. É preciso uma aliança geracional. Que os pais exerçam até o fim o seu dever paternal, orientando e acompanhando os jovens nesta fase.”
A reportagem é de Alessandro Guarasci, publicada por Vatican News e Caminho Político. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Edição: Régis Oliveira. Foto: Ilust. Caminho Politico

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