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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

"DIA NACIONAL: Líder dos feirantes em Cuiabá relata falta de estrutura e apoio do poder público"

Em live com Gisela Simona (Pros), Mário Carreiro descreve feiras realizadas na “gambiarra”.Em uma live realizada nesta terça-feira (25), Dia do Feirante, Mário Carreiro, presidente licenciado do SindFeirantes e Associação dos Feirantes (ASSOF), relatou diversas dificuldades que feirantes enfrentam, como a falta de estrutura adequada, o que inclui água, energia e banheiros limpos. Carreiro explica que em Cuiabá há cerca de 1.200 feirantes cadastrados, mas o trabalho envolve muitas outras pessoas. São filhos e esposas e/ou maridos, que também se envolvem nas feiras e deve totalizar pelo menos cinco mil pessoas no geral.
“A nossa maior dificuldade é a falta de estrutura e o apoio do poder público. Não sei se o feirante tem que estar mais organizado ou se é a prefeitura. Porém, acho que a parceria com a prefeitura é primordial. [...] Hoje são 48 feiras em Cuiabá e 90% delas vivem na gambiarra”, comenta o presidente.Além da falta de energia e água, Carreiro relata que muitos dos feirantes, que iniciam seu trabalho pela madrugada, não tem um banheiro para ir e só utilizam um ao retornar para casa, após o fim do trabalho. Fato que pode até mesmo gerar problemas de saúde.Mário Carreiro reforça a luta para melhorar a qualidade de vida dos feirantes e de suas famílias. A categoria busca por ambientes uniformizados nas feiras, com mais higiene, água encanada e energia, ou seja, um espaço que não ofereça risco à saúde e à segurança.Para além disso, eles buscam por medidas que ofereçam preços mais atrativos ao consumidor, soluções como aplicativos, e a oferta por capacitação aos feirantes.Uniformização das feiras, medidas para terem preços mais atrativos, soluções como aplicativos, lutas que possam melhorar a qualidade de vida dos feirantes e da família, ter um ambiente para o feirante com mais higiene, água encanada, energia que não ofereça risco à saúde e à segurança, inclusive sobre a necessidade da gestão oferecer capacitação para os feirantes.Durante a live, que foi realizada nas redes sociais de Gisela Simona (Pros), pré-candidata a prefeita de Cuiabá e servidora licenciada do Procon-MT, ela relatou sua experiência ao conversar com mulheres feirantes e ouvir relatos sobre famílias que não tem onde deixar seus filhos enquanto trabalham.“São crianças que crescem ali. Nós lutamos pela Creche do Aconchego, uma creche que funcione em horário integral, porque dependendo do produto comercializado, tem famílias que vão trabalhar entre 2h e 5h da manhã e as crianças acabam indo e dormindo por ali. São colchãozinho, que são colocados com carinho, mas que não é o local adequado para viver a sua infância”, comenta Simona.A pré-candidata reforça que há uma luta para melhorar a qualidade de vida dos feirantes, e consequentemente a dos consumidores.
Dia do Feirante
25 de agosto foi escolhido em 1914 como o “Dia do Feirante”. A data foi criada após a primeira feira livre do Brasil, em São Paulo. A homenagem foi oficializada por Whasington Luis, prefeito da capital paulista na época.A data homenageia todos os feirantes do país, profissionais que movimentam a economia regional e nacional, ao oferecer produtos frescos, como frutas, verduras e legumes, ou objetos para o lar.
Sandra Carvalho/Caminho Político

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