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sábado, 26 de setembro de 2020

"Presidente da Colômbia contesta eleições na Venezuela"

Em entrevista à DW, Iván Duque diz que processo eleitoral venezuelano será um "teatro" a serviço da ditadura. Ele exaltou papel de seu país no combate à covid-19 e a disciplina da população para conter a doença. O presidente da Colômbia, Iván Duque, reforçou o tom das críticas ao governo da Venezuela e também ressaltou, em entrevista à DW, que seu país se recupera com êxito da pandemia de covid-19. Ele ainda prometeu uma retomada econômica após os abalos gerados pelo coronavírus e pediu ajuda internacional no combate ao narcotráfico.
Duque teceu fortes críticas às eleições venezuelanas, que descreveu como "um teatro, uma orquestração pré-fabricada a serviço da ditadura", e disse que seu país não reconhece a presidência de Nicolás Maduro.
"A Colômbia não aceitará esse processo, peço à comunidade internacional que não o avalize", afirmou. "Rechaço totalmente a convocação das eleições por um ditador que não reconhecemos como presidente da Venezuela."
O governo de Maduro convocou eleições parlamentares para o mês de dezembro, em meio a diversas acusações de fraude por parte de políticos da oposição. Eles afirmam que o processo será manipulado de modo a favorecer os candidatos do regime.
Mesmo com os altos números da covid-19 na Colômbia, Duque afirma que seu país foi um dos que melhor lidaram com a pandemia, e garantiu que 85% das pessoas infectadas foram curadas da doença.
"Conseguimos manter níveis baixos de letalidade, em torno de 3,1%, abaixo de países como a Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Estados Unidos", exaltou. "Nossos contágios por milhão de habitantes estão abaixo de muitos países desenvolvidos."
Atualmente, a Colômbia soma 790 mil infecções pelo coronavírus – o quinto maior número em termos globais - e mais de 24 mil mortes, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.
Apesar das queixas generalizadas dos setores menos favorecidos da sociedade colombiana em relação ao alto desemprego e a fome, situações que foram agravadas pelas medidas para conter o coronavírus, Duque destacou a recuperação da economia do país e assegurou que a produção econômica colombiana já se aproxima dos níveis pré-pandemia.
"Hoje temos 97% de nossa economia em funcionamento", afirmou, antes de fazer a ressalva de que a "pandemia ainda não foi embora". Ele atribui a reabertura do país à disciplina adotada pela população. "Os colombianos estão apegados ao uso obrigatório de máscaras, ao distanciamento físico e a lavagem das mãos, e isso nos permite avançar", explicou.
O presidente assegurou que seu governo obteve progressos nas investigações sobre os massacres de líderes comunitários e de ex-guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que são obstáculos para a paz no país.
"No último mês e meio, em parceria com a Procuradoria-Geral, conseguimos prender muitos dos responsáveis por esses massacres". Ele insistiu que esses atos de violência contrastam com a baixa criminalidade registrada no país entre 2019 e 2020.
"Fechamos 2019 com uma das três taxas de homicídios mais baixas que a Colômbia já viu nos últimos 44 anos. Até agora, em 2020, tivemos uma redução nos homicídios próxima a 9,5%. Crimes como o sequestro também registraram índices mais baixos dos últimos 44 anos", assegurou.
O fim dos sequestros é uma das principais exigências do governo colombiano nas negociações de paz com o grupo guerrilheiro Exército de Libertação Nacional (ELN).
"Vimos que o ELN continua a atuar com sua capacidade terrorista em muitos lugares, por isso, os enfrentamos com total contundência. Dissemos ao ELN que se eles querem uma aproximação para a construção da paz, devem libertar todos os sequestrados, renunciar ao sequestro e pôr fim a seus atos criminosos", sublinhou.
A fragilidade da paz na Colômbia também se deve ao tráfico de drogas. Para combatê-lo, Duque afirma ser necessário obter ajuda internacional. "Lutamos contra o cultivo ilícito, o tráfico de precursores químicos, a ruptura das cadeias de abastecimento. Com a colaboração das agências antidrogas de outros países, poderemos romper essas estruturas de mobilização de recursos."
DW/cp
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