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domingo, 1 de novembro de 2020

"Irmão de Dineia Batista avaliza proposta para filhos das vítimas de feminicídio"

Filhos do feminicídio: Ednei da Silva Rosa, irmão de Dineia Batista, vítima de feminicídio em 2017 na cidade de Cuiabá, reforça a necessidade da inclusão de políticas públicas para conter o aumento da violência contra mulheres e o amparo às famílias. O caso de Dineia Batista serviu como uma das fontes para a elaboração da proposta, apresentada pelo candidato a prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB). Ednei da Silva Rosa, irmão de Dineia Batista, vítima de feminicídio em 2017 na cidade de Cuiabá, reforça a necessidade da inclusão de políticas públicas para conter o aumento da violência contra mulheres e o amparo às famílias. O caso de Dineia Batista serviu como uma das fontes para a elaboração da proposta, apresentada pelo candidato a prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB).
“ Minha irmã criava seus dois filhos e era o suporte em casa para os meus pais. Hoje meus sobrinhos precisam de uma atenção especial e sem dúvida a família não caminha da mesma forma”, explica Ednei.
https://youtu.be/PWsWVyrntCQ
A proposta de Emanuel é implantar um auxílio assistencial no valor de meio salário mínimo para atender filhos (as), cuja mãe tenha sido vítima de feminicídio, até completarem a maioridade.
“ Já temos no novo hospital HMC um suporte para as mulheres vítimas de violência. Agora queremos avançar, em meio ao sofrimento, direcionar um auxilio às crianças que também são vítimas dessa violência”, explica Emanuel.
O Irmão de Dineia recebeu de forma positiva a notícia. “Os filhos da vítima do feminicídio devem ter um acompanhamento mais próximo. Que esta proposta seja uma marco na luta contra o feminicídio, destacando que as famílias sofrem com a ausência , sofrem com o trauma e com questões estruturais causadas pela morte desta mãe" , reforça.
DADOS ALARMANTES
A ‘Revista AzMina’, em parceria com diversos institutos, publicou uma reportagem mostrando que Mato Grosso foi o Estado com maior taxa de feminicídios durante a pandemia. O número é mais que o dobro da média nacional: 1,72 a cada 100 mil habitantes, contra 0,56 para cada 100 mil mulheres no resto do país.
A matéria foi escrita por Jamile Santana e é resultado de uma parceria colaborativa entre as mídias independentes Amazônia Real, Agência Eco Nordeste, #Colabora, Marco Zero Conteúdo, Portal Catarinas, Ponte Jornalismo e Revista AzMina.

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