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sábado, 12 de dezembro de 2020

TODOS OS PROTOCOLOS: Setor de eventos precisa da confiança do mercado e apoio das autoridades para retomada em 2021, defende ABEOC

Entidade cita protocolo baseado nas normas da OMS e espera que autoridades respeitem e apoiem retomada.
O setor de eventos, que amargou prejuízos bilionários em 2021 com a pandemia da Covid-19, retoma timidamente as agendas com eventos de pequeno porte. Porém, se organizada para reiniciar eventos de grande porte em 2021, dentro de todos os protocolos de segurança impostos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de enfrentamento ao novo coronavírus. A retomada, no entanto, depende muito da confiança do mercado e do apoio do poder público, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC).
Presidente da regional da ABEOC em Mato Grosso, Joelcirney Santos Klimaschewsk acredita que seja possível, sim, manter uma agenda para 2021, mesmo com a possibilidade de uma segunda onda da Covid-19.
“Nos colocar como culpados pela ampliação do vírus junto a sociedade é um problema seríssimo que precisa ser revisto pelas autoridades municipais e estaduais. O que nós precisamos é que haja uma confiança maior do mercado e que os governos do município e do estado possibilitem a legalização do nosso trabalho”, pondera.
Os organizadores de eventos sérios, pontua o presidente, organizam seus eventos com o protocolo que foi pré-definido pela ABEOC e pelas demais organizações do mercado de eventos do Brasil. O protocolo exige que todas as orientações que a OMS estabeleceu desde o início da pandemia, como o uso de máscara, distanciamento, tapetes sanitizantes, mínimo de pessoas por espaços fechados, espaços abertos para eventos de maior porte, entre outros.
“Enfim, o nosso protocolo é completo, ele respeita a OMS, e nós respeitamos o nosso público quando realizamos os nossos eventos e queremos, assim, ser respeitados por todos e que o estado e o município possam orientar melhor o cidadão e a cidadã quanto a participação nos eventos do município do estado e também das nossas empresas organizadoras quando realizamos eventos para entidades ou empresas”, frisa Joelcirney Klimaschewsk.
O presidente da ABEOC em Mato Grosso lembra que a entidade participou de várias tratativas junto ao poder público municipal de Cuiabá, pessoalmente e por videoconferência, mas que o setor não foi atendido a tempo para a liberação da retomada das atividades.
“Nesse período nós apresentamos o nosso protocolo de segurança para a retomada dos nossos eventos ao prefeito Emanuel Pinheiro e o mesmo ficou de analisar junto a equipe técnica, mas essa análise demorou muito, e diante do cenário que estávamos a situação complicou para várias empresas. O que nós conseguimos foi, logo no início do mês de agosto, receber um posicionamento do município após o Estado liberar os eventos com a capacidade de 30%”.
O setor,então retomou os pequenos eventos, porém o mercado está receoso, está observando e preocupado. “Se nós tivéssemos recebido a liberação entre junho ou julho, quando nós pedimos, no mês de setembro nós teríamos retornado com pequenos eventos, o que só começou a acontecer em agosto, e apenas em novembro e dezembro nós conseguimos uma ampliação das agendas, mas na sua maioria de pequeno porte, apesar de já estar liberado 70% da capacidade. São raros os eventos de médio e grande porte”.
Joelcirney Klimaschewsk ressalta que o setor não parou de lutar em momento algum junto aos representantes legais desde o início da pandemia para demonstrar a eles que o setor trabalha com planejamento. “Não há como fazer eventos sem planejamento. Do menor ao maior evento, nós temos que planejar todas as suas etapas e isso demanda tempo.
Outro aspecto importante destacado pelo presidente da ABEOC em Mato Grosso é o da segurança. “O nosso setor foi o setor que primeiro abraçou a questão e buscou o mais rápido possível a apresentação de um protocolo de segurança e de responsabilidade. Nós somos profissionais e empresários na área de eventos e na área de turismo e trabalhamos com muita responsabilidade junto aos nossos clientes”.
“Nós sugerimos inclusive que o poder público municipal desse as orientações devidas para população, demonstrando que liberaria os eventos, mas que contaria com a participação e colaboração das empresas nas organizações dos eventos, o que não aconteceu”, lembra o representante do setor, reconhecendo que o maior problema são os eventos sociais.
Para Joelcirney Klimaschewsk, o poder público não enxerga isso nas empresas do setor. “Esperamos que realmente o poder público nos ouça, ouça o mercado de eventos, e aja o mais rápido possível para nos atender”,
A ABEOC pede que os governos municipais e estadual continuem observando a questão econômica das empresas, que haja redução do ISSqn e redução de impostos a nível de estado e a nível de governo federal.
“Esperamos também o apoio destas entidades públicas na captação futura de eventos, que haja um respeito a este setor e seja realmente feita uma política de captação de eventos de médio e grande porte para o Estado de Mato Grosso. Nós inclusive perdemos fortemente para outros estados devido a não existência de uma política real e atuante de captação de eventos para Mato Grosso”, reclama Joelcirney Klimaschewsk.
Segundo a ABEOC, nos eventos técnico-científico é possível ter controle do público e das pessoas que frequentam. “Os eventos sociais começam tecnicamente corretos, mas do meio para o fim eles podem se complicar. Então é uma demanda mais complexa, mas é possível, sim, serem organizados”, finaliza o presidente regional da entidade.
Em anexo o protocolo da ABEOC para a prevenção à Covid-19 durante os eventos.
Sandra Carvalho/Caminho Político

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