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sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Capitão Augusto lança candidatura à Presidência da Câmara e defende auxílio emergencial

Deputado também é favorável a temas como as reformas tributária e administrativa, o endurecimento da legislação penal e o fortalecimento da operação Lava Jato.
O retorno do auxílio emergencial é uma prioridade para o deputado Capitão Augusto (PL-SP), que lançou nesta quinta-feira (28) sua candidatura à Presidência da Câmara dos Deputados. A eleição ocorrerá na segunda-feira (1º). “O auxílio emergencial é uma questão prioritária. Neste período de pandemia, nós temos obrigação de socorrer os menos favorecidos. Nós temos uma classe imensa de desempregados e, junto com a pandemia, esse problema agravou-se. [São pessoas] que sequer têm o que comer em casa. E cabe a nós, com muita responsabilidade, ver a prorrogação do auxílio emergencial. Sou favorável, obviamente perante amplo debate na Casa”, declarou.
Dentro da pauta econômica, ele destacou as privatizações e a reforma tributária como necessárias, mas se disse totalmente contra qualquer novo imposto, seja ele eletrônico ou uma nova CPMF. Também se disse favorável à reforma administrativa, mas sem punir os servidores públicos.
“Vamos lembrar que os servidores públicos já estão sendo duramente penalizados. Nós tivemos duas reformas da Previdência para os servidores públicos praticamente em uma sequência, então já cortamos praticamente tudo que poderíamos cortar dos servidores, que já estão desestimulados”, afirmou.
Foro privilegiado
Capitão Augusto anunciou que, se eleito, vai pautar propostas como a que acaba com o foro privilegiado de autoridades (PEC 333/17) e a que estabelece a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância (PEC 199/19). Ele também defendeu o endurecimento da legislação penal e o fortalecimento da operação Lava Jato.
O parlamentar disse, ainda, que vai trabalhar para devolver o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ao Ministério da Justiça.
Pauta de costumes
Capitão Augusto afirmou que trabalha junto à Frente Parlamentar em Defesa da Vida e da Família a favor da pauta de costumes e defendeu uma Câmara autônoma, mesmo sendo aliado do presidente Jair Bolsonaro.
O candidato se disse contra a criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a atuação do governo no combate à pandemia por, segundo ele, “ser uma CPI política, com a intenção de desgastar o governo”.
O deputado também falou contra a abertura de processo de impeachment do presidente da República. “O simples fato de ser cogitado por esta Casa e, se fosse pautado, já levaria a um caos econômico. Afugentaria os investidores do Brasil, paralisaria esta Casa e levaria caos econômico ao País, que já está fragilizado pela questão da pandemia.”
Disputa
Ainda nesta quinta-feira, Capitão Augusto participou de uma rodada de entrevistas promovida pela Frente Parlamentar Ética contra a Corrupção. Lá, ele tratou dos mesmos temas abordados no lançamento de sua candidatura e gracejou, ao dizer que começou “como zebra” e virou “milagre”, se referindo à disputa acirrada entre os dois principais candidatos, os deputados Baleia Rossi (MDB-SP) e Arthur Lira (PP-AL) e à pulverização da disputa entre nove candidatos.
Capitão Augusto afirmou que conta com o voto secreto para surpreender, mesmo que sua candidatura seja avulsa, uma vez que seu partido, o PL, apoia Lira.
Perfil
Capitão Augusto é militar da reserva e está no segundo mandato na Câmara dos Deputados. Em 2019, ele presidiu a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.
Atualmente, preside as frentes parlamentares de Segurança Pública; de Asilos e Orfanatos; de Rodeio, da Vaquejada e das Provas Equestres; e em Defesa do Comércio de Material de Construção.
Reportagem – Paula Bittar
Edição – Pierre Triboli
Caminho Político
@CaminhoPolitico

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