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terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Em sessão de abertura, Edna defende renda, vacinação e diversidade religiosa

Na sessão solene que abriu os trabalhos na Câmara Municipal de Cuiabá nesta terça (3), a vereadora Edna Sampaio (PT) voltou a defender mais celeridade e mais transparência no processo de vacinação na capital, e sugeriu a discussão da parceria entre o poder executivo e o legislativo para pensar um projeto de renda básica para os mais pobres.
“Não sabemos o que sobrará para o país após essa pandemia. Sequer sabemos quando, exatamente, o Brasil conseguirá vacinar todo o seu povo e, ainda que vacine, os cientistas já nos alertam que a vacina não restabelecerá a normalidade das nossas vidas. É preciso que nós tenhamos, enquanto poder público, a sensibilidade para o que vem acontecendo em nosso país”.
Ela disse desejar que os vereadores correspondam às expectativas do povo, em especial dos atingidos pela pandemia e pela derrocada do projeto de nação.
“É preciso que, em primeiro lugar, esta casa coloque a vida do povo cuiabano para discussão e para pautar os projetos de lei, ouvir a voz do povo para que nós possamos conduzir os nossos mandatos e a política desta casa. Pensar numa política de renda básica é fundamental e é o que os países civilizados estão fazendo. Precisamos da contribuição dos mais ricos, chega dos mais pobres pagarem com suas vidas e com as vidas de suas famílias o preço da desestruturação do regime capitalista, do alto custo de vida que esta pandemia impõe e da desaceleração econômica”.
A vereadora ressaltou a responsabilidade do Estado, que “tem por obrigação de, com altivez, com coragem e determinação, pensar numa política que, de fato, possa corresponder às necessidades de vida do povo cuiabano”.
A vereadora lembrou ainda da importância de iniciar a legislatura no dia de Iemanjá, 2 de fevereiro, por ser mulher negra, segmento excluído da sociedade. “ Estou muito feliz em começar neste dia simbólico para todas as pessoas que, como eu, pretas, vêm da maioria do povo cuiabano, se colocar, sob as bênçãos de Iemanjá, de todos os deuses e deusas que constituem a fé de cada um e de cada uma”, destacando a importância de garantir a laicidade do Estado.
Ela defendeu que a Casa adote medidas de inclusão das religiões (especialmente as de matriz africana, que sofrem preconceito) em todos os momentos em que houver manifestação religiosa no recinto. Na abertura, houve manifestações de líderes religiosos católicos e protestantes.
“O Estado precisa respeitar as religiões, se inclui uma religião, precisa incluir todas e é neste espírito de cidadania que construímos durante os seis séculos em que as pessoas foram obrigadas a professar apenas uma religião e muitas foram mortas em nome de um Deus. Nós precisamos de todos os deuses e aqui nós precisamos garantir a cidadania a todos”, finalizou.
Assessoria/Caminho Político
@CaminhoPolitico

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