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quinta-feira, 1 de abril de 2021

Juiz arquiva acusações contra advogado Cleverson Contó

O juiz Jamilson Haddad da Vara Especializada em Violência Doméstica da Capital arquivou o processo contra o advogado Cleverson Campos Contó, com as queixas feitas pela blogueira Mariana Vidotto.
O juiz decidiu pelo arquivamento na sexta-feira, dia 26 de março, porque o Ministério Público concluiu não oferecer denúncia contra o advogado, por falta de provas de Mariana. O parecer da promotora de Justiça Lindinalva Correia Rodrigues aponta que o inquérito policial que narra sete supostos crimes cometidos pelo advogado não possui materialidade dos fatos e, com isso, impossibilidade de oferecimento da denúncia.
Dentre as denúncias narradas por Vidotto estão suposta prática de estupro, lesão corporal, divulgação de cena contendo sexo e nudez sem o consentimento, injúria e difamação, denunciação caluniosa e ameaça.
O MP analisou cada uma das acusações que consta no inquérito policial e constatou que na queixa crime de lesão corporal e estupro, não houve prova que sustentasse a acusação. Áudios gravados entre a blogueira e o advogado demonstram que Mariana Vidotto reconheceu que “nunca sofreu agressão” por parte de Contó.
“De fato, depreende-se do caderno investigativo que o relacionamento do denunciado e da vítima era marcado por episódios de brigas e discussões. Entretanto, não há materialidade da ocorrência dos referidos delitos, isto porque não há juntada de laudo pericial, consistente em exame de corpo de delito, nos autos, ou qualquer elemento comprobatório que enseje o oferecimento da denúncia em relação aos fatos”, afirma a promotora de Justiça, Lindinalva Rodrigues.
Em relação à queixa sobre suposta divulgação de cena contendo sexo e nudez sem o consentimento de Vidotto, a promotora de Justiça afirmou que a blogueira não apresentou nenhum print, documento, foto ou qualquer outro meio que ateste a divulgação de vídeo com conteúdo íntimo. “[...] se constata a ausência de elemento probatório que enseje, até o momento, o oferecimento responsável de denúncia quanto aos fatos pertinentes”, pondera o MP.
No caso dos vídeos com conteúdo íntimo pesam trechos de gravações entre Cleverson Contó e Mariana Vidotto, nos quais o advogado afirma não existir nenhum vídeo íntimo, pois, segundo demonstrado nos autos, Mariana pedia que Cleverson fizesse a gravação desses vídeos, mas ele os apagava na frente dela.
O advogado Cleverson Contó disse que a decisão do MP é uma grande vitória, pois sempre afirmou que todas as acusações não passavam de uma grande campanha difamatória.
“Passei por exposição vexatória e acusações inverídicas, mas me mantive sereno e confiante na Justiça. Desde o começo de toda essa série de acusações difamatórias contra mim, confiei na realidade dos fatos e nas garantias do devido processo legal, que estão demonstrando a verdade. Desde o começo lutei para que a justiça fosse feita e contribui com todas as investigações, uma vez que o esclarecimento dos fatos era importante diante dos meus princípios, da minha honra perante minha família e toda a sociedade”, ressalta.
Contó afirma que as acusações que sofreu impactaram de forma negativa sua imagem enquanto profissional e na vida dos familiares. “Eu também tenho mãe, tenho irmão e toda essa exposição que sofri também os prejudicou. E resgatar minha honra e comprovar minha inocência restabelece a verdade”.
Motivação financeira
O advogado relata que a campanha difamatória que sofreu teve como base interesse financeiro por parte de Mariana Vidotto, situação que ficou explicitada em áudio utilizado como prova no processo.
“Toda a campanha começou porque ela queria R$ 500 mil após terminarmos o relacionamento de quatro meses, alegando que era direito dela por termos tido uma união estável, o que não foi verdade. Como eu neguei, ela criou toda essa difamação contra mim, inclusive engajando outras mulheres para me denunciarem e processarem com acusações falsas. Durante o processo, Mariana ainda tentou ganhar uma pensão de R$ 5 mil mensal, mas o juiz negou, porque não tinha nenhum fundamento”, pontua.
Assessoria/Caminho Político
@CaminhoPolitico

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