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segunda-feira, 17 de maio de 2021

Crea Mato Grosso é contra implantação do BRT e alega falta de discussão técnica de modais

Durante a sessão plenária do Regional Mato-Grossense de nº 761 realizada no dia 13 de maio, conduzida pelo presidente, engenheiro civil Juares Samaniego e os demais membros da diretoria: diretor-administrativo engenheiro sanitarista, Valmi Simão de Lima, vice-diretor administrativo engenheiro eletricista Ivan Correa Gonçalves e o diretor-financeiro, engenheiro civil André Luiz Schuring, o plenário discutiu sobre a troca de modal da Região Metropolitana de Cuiabá.
Na sessão plenária de maio, o presidente do Crea-MT, engenheiro civil, Juares Samaniego, afirmou que o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT) votou contra a troca do VLT pelo BRT, durante reunião com membro do Conselho Deliberativo Metropolitano do Vale do Rio Cuiabá (Codem), no dia 12 de maio, no palácio do Governo. Os conselheiros concordaram com a finalização do VLT, sendo a melhor opção para a população usuária do transporte público.Durante a sessão plenária do Regional Mato-Grossense de nº 761 realizada no dia 13 de maio, conduzida pelo presidente, engenheiro civil Juares Samaniego e os demais membros da diretoria: diretor-administrativo engenheiro sanitarista, Valmi Simão de Lima, vice-diretor administrativo engenheiro eletricista Ivan Correa Gonçalves e o diretor-financeiro, engenheiro civil André Luiz Schuring, o plenário discutiu sobre a troca de modal da Região Metropolitana de Cuiabá.
Na sessão plenária de maio, o presidente do Crea-MT, engenheiro civil, Juares Samaniego, afirmou que o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT) votou contra a troca do VLT pelo BRT, durante reunião com membro do Conselho Deliberativo Metropolitano do Vale do Rio Cuiabá (Codem), no dia 12 de maio, no palácio do Governo. Os conselheiros concordaram com a finalização do VLT, sendo a melhor opção para a população usuária do transporte público.Na reunião, que contou com a participação do pleno presencial e de forma virtual, com relação ao modal, Juares destacou que não houve discussão técnica, inexistência de projeto executivo do novo transporte, que seria instrumento base para a tomada de decisão e de implementação de políticas públicas e gastos públicos. E que são evasivas e sem fundamentação as respostas do questionamento técnico. As explicações do estado não são convincentes e por isso o Crea-MT votou contra a mudança, e que deveria haver um debate mais amplo e técnico, mas não contrário ao modal e sim a não discussão da troca do modal com a sociedade civil organizada que é com a maior interessada. Na oportunidade foram julgados 15 processos de Infração à Legislação, um processo de Registro de Pessoa física e outro de Pessoa Jurídica.
Durante a palavra livre, o diretor-geral da Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea de Mato Grosso (Mútua-MT), engenheiro civil, Adjane Prado lamentou o falecimento do diretor-presidente da Mútua nacional, engenheiro civil Paulo Roberto de Queiroz Guimarães no dia 10 de maio. “Recebemos essa lamentável notícia da perda do nosso diretor-presidente, que sempre fortaleceu a Mútua, não só pela competência, mas pela amizade e companheirismo dele”, disse Adjane.
O diretor-geral da Mútua-MT também presentou alguns benefícios reembolsáveis aos conselheiros, como o “Divulga Mútua”, que permite cadastro dos planos de trabalho para solicitações de parcerias com entidades de classe, registradas no Sistema Confea/Crea e com os Creas para a divulgação da Mútua.
O presidente Juares Samaniego usou a palavra livre também para lamentar a perda do diretor-presidente da Mútua nacional. “A partida do engenheiro civil Paulo Guimarães deixa um grande legado, e ao mesmo tempo uma lacuna na Engenharia brasileira. Liderança atuante e incentivador, desempenhou seu trabalho com dedicação, ética e profissionalismo, além de ter sido um homem integro, que lutou bravamente pelos seus propósitos neste mundo, labutando desde 2003, com todas as suas forças pelo crescimento da Mútua, e seus colaboradores. Ele, além de parceiro e profissional era um grande amigo”, destacou lamentou Juares Samaniego.
Em assuntos diversos os conselheiros trataram da atribuição profissional referente a geração de energia fotovoltaica.
As reuniões das Câmaras Especializadas de Civil, Agronomia, Florestal, Elétrica e Geo/ Minas e Industrial foram realizadas durante a semana de forma hibrida. Os coordenadores e membros analisaram vários processos.
O coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Civil (CEEC), engenheiro civil Darci Lovato informou que foram deliberados 327 processos de Ad Referendum, que são de registros de pessoa física e jurídica, desconto em anuidade, ou seja, tudo que é realizado pelo Sistema e-Crea por conselheiros. E que a CEEC está com cinco grupos de trabalho que tratam diversos assuntos, como: Grupo de acompanhamento da legislação em tramitação no Congresso Nacional de interesse da engenharia, o de acompanhamento da fiscalização, aprimoramento do Livro de Ordem, Educação a Distância (EAD) e eventos que serão realizados durante o ano.
Na oportunidade foi discutido sobre a tabela de Obras e Serviços (Tabela Tos), propondo sugestões dos profissionais sobre atualização de atribuições para serem inseridas na Tos, onde será encaminhada ao Confea.
Câmaras Especializadas do Crea-MT
São órgãos decisórios no que diz respeito a examinar e decidir todos os assuntos relacionados à fiscalização do exercício profissional e as infrações ao Código de Ética que chegam ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT). Cada câmara tem como objetivo examinar e julgar os assuntos relacionados à fiscalização do exercício profissional e sugerir medidas para melhorias nas atividades do Conselho e sua região de atuação.
Elas são compostas por conselheiros regionais e seus suplentes, que representam instituições de ensino superior e entidades de classe, em diversas modalidades que compõem o Sistema.
Assessoria/Caminho Político
@caminhopolitico @cpweb

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