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quinta-feira, 16 de setembro de 2021

FERROVIA FICO: Wellington e Bolsonaro lançam obras da Fico

Serão investidos R$ 2,7 bilhões na implantação de 383 quilômetros de novos trilhos, entre Mara Rosa (GO) e Água Boa (MT).
O Governo Federal vai dar início à construção dos 383 quilômetros iniciais da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico), ligando os municípios de Mara Rosa (GO) e Água Boa (MT). O senador Wellington Fagundes é um dos convidados da comitiva presidencial, devido ao trabalho que fez em prol da ferrovia. O lançamento das obras, em solo goiano, vai contar também com as presenças do presidente da República, Jair Bolsonaro; do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas e do governador de Goiás, Ronaldo Caiado.
O evento vai ocorrer no ponto onde a linha férrea se conectará futuramente à Ferrovia Norte-Sul (FNS), e integra a programação do Setembro Ferroviário, mês dedicado pelo Governo Federal à expansão do transporte por trilhos no país.
“A Fico é uma necessidade não só para Mato Grosso, mas para o país, e ressalto aqui o desenvolvimento que vai levar para Água Boa e toda a região Araguaia”, afirmou Wellington.
Segundo o Governo Federal, a Fico vai ligar o Vale do Araguaia à [Ferrovia] Norte-Sul e, futuramente, ao litoral da Bahia, por meio da Fiol [Ferrovia de Integração Oeste-Leste]. A intenção é criar um corredor logístico para integrar o Brasil de leste a oeste.
O projeto será viabilizado por meio de investimentos de R$ 2,7 bilhões da outorga da renovação antecipada do contrato com a Vale pela Estrada de Ferro Vitória-Minas.
Wellington ressaltou a possibilidade de abertura de 4,6 mil novos postos de trabalho, na obra e em serviços relacionados a ela, em sua área de influência.
SUSTENTABILIDADE E EXPANSÃO – A Valec é a empresa pública que detém a concessão da futura ferrovia e conduzirá a obra, cujos primeiros 383 quilômetros devem ser implantados em até cinco anos, conforme prevê o contrato. Coube à estatal elaborar os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental (EVTEA); o projeto básico, que indica o traçado que a linha férrea deverá percorrer; e obter a licença de instalação junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que permitiu a execução da obra.
Conforme a empresa, os projetos da Fico foram adequados para garantir a sustentabilidade do empreendimento. Houve a redução da quantidade de aterros previstos nos quilômetros iniciais da ferrovia com altura superior a 20 metros, o que permitirá a travessia de animais de um lado a outro da linha férrea e minimizará possíveis acidentes. Deve-se destacar ainda os benefícios do empreendimento para o agronegócio da região Centro-Oeste, onde há uma demanda reprimida por transporte ferroviário de cargas. A alta produção agrícola regional terá vasão e o alto custo do frete será remediado, tendo em vista que a linha férrea abrirá várias opções para o escoamento da safra.
Devido à relevância da Ferrovia de Integração Centro-Oeste, ao dar início à construção dos primeiros 383 quilômetros da Fico, já estão em andamento tratativas para expandir a linha até Lucas do Rio Verde (MT). Projeto neste sentido, por meio do novo instrumento da autorização ferroviária, é avaliado pelo Ministério da Infraestrutura (MInfra).
Na abertura do Setembro Ferroviário, a VLI Logística apresentou proposta para investir R$ 6,4 bilhões na construção e operação de trecho com 557 km de extensão, a ser criado entre Lucas do Rio Verde e Água Boa. Segundo a proposta, esse segmento da Fico vai oferecer uma nova opção logística para o escoamento de cargas, principalmente de grãos, pelo Arco Norte do país. O traçado tem sinergia operacional junto à FNS.
Nos primeiros sete dias de vigência do novo instrumento das autorizações ferroviárias, o MInfra recebeu 11 pedidos de investidores privados interessados em operar ferrovias em 10 unidades da Federação. A pasta aguarda novas solicitações serem protocoladas nos próximos dias.
Da assessoria, Caminho Político com informações Ascom MInfra
@caminhopolitico @cpweb

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