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quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Senador articula primeiros investimentos da ferrovia até Cuiabá

Aprovada a Consulta Prévia da Empresa Rumo para a implantação da ferrovia que ligará Rondonópolis a Cuiabá e Lucas do Rio Verde. Para a construção da primeira etapa dos 743 km de extensão, serão investidos R$ 1 bilhão com a participação de recursos do FDCO, no valor de até R$ 467.265.369,00, articulados pelo senador Wellington Fagundes (PL).
A ferrovia cortará 16 municípios: Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Santa Rita do Trivelato, Rosário Oeste, Planalto da Serra, Nova Brasilândia, Primavera do Leste, Campo Verde, Dom Aquino, Poxoréo, São Pedro da Cipa, Juscimeira, Jaciara, Rondonópolis, Santo Antônio do Leverger e Cuiabá, O trecho entre Rondonópolis e Cuiabá, passando pela região de Primavera do Leste e Campo Verde, deve ser entregue no primeiro semestre de 2025.
O empreendimento é pioneiro. Será a primeira ferrovia estadual a ser construída por regime de autorização.
O senador Wellington Fagundes, que também é presidente da Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura, liderou a iniciativa e participou de todas as tratativas para que os trilhos da Ferrovia Vicente Vuolo chegassem à capital, Cuiabá e seguissem até Lucas do Rio Verde, passando por Nova Mutum.
A atuação do senador junto à Sudeco e Banco do Brasil, foi primordial para a liberação de recursos para o início das obras.
“O pioneirismo na construção da ferrovia mediante regime de autorização só foi possível por atuação dos senadores de Mato Grosso, que sugeriram mudança na legislação permitindo que o governo do Estado faça essa autorização no trecho estadual”, explicou Wellington.
“Sem essa legislação, não seria possível o lançamento dessa obra neste momento e ainda teríamos que aguardar o governo federal fazer a concessão”, completou.
Para o senador Wellington, a mudança na legislação representa um grande avanço para os estados, que poderão adotar o mesmo regramento jurídico e autorizar outras obras semelhantes em seu território.
O impacto direto se dará em 16 municípios e em 60, indiretamente. A obra deve gerar 230 mil empregos.
A previsão da Rumo é de que 45 milhões de toneladas de grãos sejam escoadas pela ferrovia, que vai facilitar o acesso ao porto de Santarém, no Pará, pela BR-163, e ao porto de Santos (SP), por meio da malha ferroviária paulista.
Da assessoria/Caminho Político
@caminhopolitico @cpweb

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