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quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

Covid: Djokovic é sócio de empresa que desenvolve tratamento

Tenista e a esposa
teriam em torno de 80% de participação na companhia. A informação foi confirmada pelo diretor-executivo, que disse que o trabalho é focado em um tratamento, não em uma vacina contra o coronavírus. O tenista sérvio Novak Djokovic, que foi recentemente deportado da Austrália por não ter se vacinado contra a covid-19, é sócio e cofundador de uma empresa dinamarquesa de biotecnologia que trabalha na produção de um tratamento para combater a doença. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (19/01) pelo diretor-executivo da QuantBioRes.
"Ele é um dos investidores da minha empresa, que fundamos em junho de 2020", declarou Ivan Loncarevic.
De acordo com dados públicos do registro comercial da Dinamarca, Djokovic e sua esposa Jelena têm juntos em torno de 80% da QuantBioRes - o tenista teria 40,8%, enquanto Jelena, 39,2% -, que emprega pesquisadores também em países como Eslovênia, Austrália e Reino Unido.
"Queremos desenvolver uma nova tecnologia para combater vírus e bactérias resistentes, e decidimos usar a covid como um exemplo. Se conseguirmos, vamos obter sucesso também com outros vírus", disse Loncarevic.
A empresa está desenvolvendo um medicamento que pretende inibir o coronavírus de infectar células humanas. Testes clínicos são projetados para o próximo verão europeu no Reino Unido, conforme o diretor-executivo, que reforçou que a companhia está trabalhando em um tratamento, não em uma vacina.
Assessores de Djokovic não comentaram o assunto. O tenista é um dos atletas mais bem pagos do mundo. Segundo uma lista feita pela Forbes, ele foi um dos 50 desportistas que mais receberam dinheiro em 2021. Fora as premiações, que somam US$ 4,5 milhões, Djokovic teria recebido mais US$ 30 milhões fora das quadras.
Ceticismo e polêmica devido à vacina
Djokovic chegou a Melbourne em 5 de janeiro para disputar o Aberto da Austrália. Cético da vacinação, ele viajou sem apresentar comprovante de imunização, amparado apenas por uma isenção médica que havia sido concedida pelos organizadores do torneio e autoridades da cidade australiana.
O governo federal, responsável pelas fronteiras internacionais e pelos vistos no país, não participou do processo de isenção, que teria sido obtida, segundo Djokovic, porque ele contraiu covid-19 em 16 dezembro e, portanto, estaria recuperado.
O anúncio, feito pelo atleta em suas redes sociais, provocou críticas na Austrália, onde mais de 90% das pessoas com mais de 16 anos receberam duas doses de vacina contra a covid-19. Melbourne também teve o lockdown mais longo do mundo para conter o coronavírus, e recentemente um surto da nova variante ômicron levou os números de casos a níveis recordes.
Antes mesmo de Djokovic desembarcar em Melbourne, as autoridades federais do país avisaram que ele precisaria justificar a isenção, ou correria o risco de ser deportado. Após o desembarque, o tenista teve a entrada no país recusada e ficou retido no aeroporto sob a alegação de não ter mostrado "evidências adequadas para atender aos requisitos de entrada no país".
Depois de permanecer oito horas no aeroporto e ter o visto cancelado, Djokovic foi colocado em um hotel especial da imigração australiana.
No dia 10 de janeiro, ele conseguiu reverter na Justiça o cancelamento do visto por meio de uma liminar. O juiz do caso entendeu que o governo australiano não respeitou um prazo concedido inicialmente para que o tenista apresentasse sua defesa.
No entanto, mesmo perdendo a disputa judicial, o governo australiano avisou que ainda poderia cancelar o visto de Djokovic por meio de uma medida executiva - o que ocorreu no dia 14 de janeiro e se confirmou no dia 16 na Justiça.
gb (Reuters, AFP)cp
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