O acordo foi proposto pelo MPE em agosto deste ano, sendo o acordo firmado junto ao Judiciário somente em 15 de setembro, conforme decisão da juíza Celia Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas. A condenação por improbidade administrativa do secretário de Educação de Várzea Grande, Silvio Aparecido Fidelis, será paga em suaves prestações. Apesar da condenação de R$ 165 mil, ele alegou não conseguir pagar o valor na íntegra e pediu para parcelar em 48 "prestações". Com o acordo feito junto ao Ministério Público Estadual (MPE), ele terá um "carnê" com 48 parcelas de R$ 3.439,33. Na época das fraudes, Silvio era presidente da extinta Fundação de Promoção Social (Prosol). Junto com ele, foi condenada a diretora financeira da instituição, Elba Espíndola dos Santos, que já pagou sua multa e teve o processo extinto.
O acordo foi proposto pelo MPE em agosto deste ano, sendo o acordo firmado junto ao Judiciário somente em 15 de setembro, conforme decisão da juíza Celia Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas.
Segundo a denúncia do MPE, Silvio e Elba desviaram dinheiro dos cofres públicos através de um contrato com as empresas Agência de Viagens Cidade Verde e Kit Fly Viagens e Turismo na compra de passagens aéreas e terrestres. Entre os anos de 2003 e 2004 eles causaram um prejuízo de R$ 73,8 mil à Prefeitura de Várzea Grande.
Além do pagamento da multa, as empresas estão proibidas de contratar com o Poder Público ou receber benefícios fiscais durante oito ano. O valor devido equivale a cinco vezes a remumeração recebida na época dos fatos.
Assessoria/Caminho Político
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