Um atual deputado estadual acostumado a protagonizar brigas de galo em um passado já muito distante é protagonista também de um rumoroso caso de adultério a partir da exploração do prestígio político de quando exerceu o mandato de prefeito de Cuiabá. Sempre habilidoso politicamente, o que lhe rendeu sucessivos mandatos de vereador por Cuiabá, deputado estadual, deputado federal, ser eleito prefeito de Cuiabá em duas ocasiões, e disputar, sem sucesso, ao governo de Mato Grosso nas eleições de 2010, esse mesmo político tem uma mente incrível para atrair vantagens, praticar intensas putarias, seja com dinheiro público e na intimidade, e ainda assim escapar ileso. Tudo devidamente feito com a estratégia de preservar em público o discurso de defensor dos pobres e da tradicional família brasileira, mirando sempre conquistar eleitores incautos, conforme a reportagem desta Página do Estado começa a desvendar.
Após ser empossado prefeito de Cuiabá, em 2005, conforme rigorosa apuração desta equipe de reportagem, o então jovem político, tido como uma promessa em Mato Grosso, encantou-se por uma bela jovem de 20 e poucos anos, identificada pelas iniciais D.B., nomeada estrategicamente como uma de suas secretárias diretas no Palácio Alencastro.
Atualmente casada, a jovem moça pertence a uma família de elite da cuiabania. Ainda assim, planejava saltos maiores na vida, o que levou a render-se facilmente às investidas do patrão acreditando que viria a ser primeira dama.
A prática de sexo passou a ser frequente no gabinete do prefeito, localizado no 7º andar do Palácio Alencastro, por meio das tradicionais rapidinhas. Nas horas vagas também, também em hotéis, motéis e apartamentos de propriedade do político, cujos donos em cartórios são empreiteiras favorecidas em superfaturamento patrocinado pelo político moralista.
Porém, um belo dia, enquanto mantinha a jovem moça em seu colo no gabinete e já se preparava para baixar as calças e inicialmente receber sexo oral, o então prefeito e atual deputado foi surpreendido com uma visita inesperada: a sua então esposa, uma bela arquiteta que sempre carregou a fama de chifruda, abriu a porta do gabinete e se deparou com a cena.
A esposa arquiteta sentiu o golpe. Sempre equilibrada, teve um rompante de violência, agrediu a jovem amante e ainda esbofeteou o marido.
Na época dos fatos, tudo foi abafado pela imprensa tradicional. O então secretário de Comunicação, um competente professor universitário e idealizador de um comitê da maldade em campanhas eleitorais, estrategicamente achou uma saída caseira: ordenou ao prefeito uma viagem para a França, acompanhado da esposa e primeira dama, sob pretexto de conhecer um sistema de metrô que poderia ser implantado em Cuiabá.
Ao retornar a Cuiabá, disposto a manter a rotina sexual com a amante, o então prefeito e atual deputado implantou uma estratégia maquiavélica: ao tomar conhecimento que o relacionamento extraconjungal já havia sido levado ao conhecimento de colunistas sociais e da elite politica e empresarial de Cuiabá, convenceu a amante a casar com um de seus assessores, um professor de Educação Física que trabalhava em um renomado instituto de educação cuiabano.
A noite de núpcias ocorreu em um hotel de luxo em Fortaleza, com vistas para o mar. O casal ficou hospedado no segundo andar, enquanto o ex-prefeito e atual deputado, aguardava a jovem moça em uma suíte no quinto andar. Ou seja, o assessor levou a moça, mas não a comeu. Ganhou, mas não levou.
Em troca, o falso casal ganhou um apartamento para morar em um bairro de luxo em Cuiabá e uma alta quantia em dinheiro. A festa de casamento foi realizada em um tradicional buffet de propriedade da família de um político de descendência arábe que atualmente integra uma poderosa Corte de Contas.
A cerimônia do casamento, em uma Igreja Católica, contou ainda com a esposa arquiteta do prefeito como madrinha, uma ingênua corna que não percebeu na época a artimanha do marido, um bigamo nos bastidores, que não media esforços para saciar suas vontades sexuais assediando todas as mulheres que passavam a sua frente.
Inclusive, uma delas, uma jovem estudante de jornalismo da UFMT que trabalhava numa empresa prestadora de serviço da Prefeitura de Cuiabá, pelos anos de 2008, com medo, mudou-se para o Estado de Goiás, diante das perseguições que incluiam telefonemas na madrugada, mensagens via celular e até recado por terceiros de que era necessário ir para a cama com o ex-prefeito e agora deputado-candidato à reeleição, sob pena de não conseguir trabalhar em nenhum veículo de comunicação de Mato Grosso por interferência política.
O nobre político repetia assim a atuação do deputado federal Severo Toledo Blanco, retratado na histórica novela global “O Salvador da Pátria” pelo sempre brilhante ator Francisco Cuoco, na brilhante história escrita por Lauro César Muniz. Dono da maior fábrica de sucos de laranjas, o personagem Severo Toledo Blanco resolve abafar os boatos sobre o seu relacionamento extraconjugal com a jovem Marlene (Tássia Camargo), obrigando a moça a casar na Igreja com o ingênuo Sassá Mutema (Lima Duarte), boia-fria que vive da colheita de laranjas. Enquanto mantinha a amante, Severo permanecia casado com Gilda, interpretado pela sempre brilhante Susana Vieira.
Mas, retornando ao nobre ex-prefeito e atual deputado por Mato Grosso que disputa à reeleição, vejam a atual curiosidade. Após ter o casamento com a elegante arquiteta desfeito porque engravidou uma de suas últimas amantes, uma jornalista que trabalhava em seu gabinete como assessora de imprensa, o nobre deputado agora jura de pés juntos que ama incondicionalmente uma empresária da pesca, atualmente responsável pelo abastecimento financeiro de sua campanha, oficial e caixa 2, e também pela compra de votos, principalmente em Barão de Melgaço.
No entanto, mesmo com as juras de amor, o deputado age como típico gígolo da terceira idade. Enquanto recebe apoio financeiro de sua atual esposa, se encontra às escondidas com a sua eterna amante, a bela morena jornalista que é mãe de sua filha. Ambos já foram flagrados nus por cinegrafistas amadores tomando banho em rios de chacarás localizados no Coxipó do Ouro. A cena de amor que remete ao filme “Lagoa Azul” também se repete com frequência em cachoeiras de difícil acesso em Chapada dos Guimarães.
E assim segue a política e a putaria em Mato Grosso, lado a lado como irmãos siameses.
E veja ainda nesta semana com exclusividade na Página do Estado: A incrível história do deputado dono de uma poderosa empresa de transportes em Várzea Grande que após ser abalado pela impotência sexual recorre a pênis mecânico para satisfação de jovens moças em seus gabinetes.
E mais: a incrível história do deputado de origem italiana, com estilo caipirão, que exige devolução de salários de seus funcionários de gabinete e ainda engravidou uma de suas amantes mantendo-a escondida dos holofotes.
CLAUDIO NATAL/Caminho Político
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