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Governo de Mato Grosso

quinta-feira, 10 de novembro de 2022

S.O.S FORÇAS ARMADAS: Eleições questionadas: Relatório das Forças Armadas divide opiniões na cidade

A esperada apresentação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do relatório produzido pelas Forças Armadas acerca da fiscalização do sistema eletrônico de votação no Brasil, ocorrida nesta quarta-feira (9), acabou dividindo opiniões em Rondonópolis. A divulgação do material era tida como fundamental para a continuidade das manifestações que ocorrem em todo o país questionando as eleições, mas, mesmo não trazendo denúncias contundentes, fontes ligadas ao movimento de direita dizem que nada impede que os atos continuem com vistas à luta pela liberdade de expressão, ao fim da censura, ao respeito da Constituição Federal, à harmonia entre os poderes, à valorização das famílias, entre outros.
O relatório em questão apresenta observações, conclusões e sugestões relacionadas, especificamente, ao sistema eletrônico de votação, conforme as atribuições definidas pelo Tribunal às entidades fiscalizadoras.
Conforme o documento do Ministério da Defesa, não foi encontrado pelas equipes técnicas das Forças Armadas nenhum indício de manipulação dos resultados que possa configurar fraude do pleito eleitoral de 2022, mas, ainda assim, sugere melhorias ao TSE, alertando sobre a possibilidade de risco à segurança do processo e que a urna não está isenta de “eventual código malicioso”. (Veja notícia na página A*3 desta edição).
Para um dos participantes ativos das manifestações em Rondonópolis, que preferiu não se identificar, o entendimento do relatório por alguns integrantes é de que, a princípio, o documento foi muito vago, sendo que ainda não foi possível debatê-lo de forma mais ampliada.
Ele estranha que há uma contradição muito grande com outro relatório divulgado na Argentina por uma empresa de auditoria privada sobre o processo. O grupo ainda espera uma orientação vinda de Brasília sobre os rumos a serem dados ao movimento popular que vem acontecendo em todo o país.
Assim, nesse primeiro momento, a manifestação em frente a sede do Exército na cidade deve continuar, destacando que ainda ontem o local recebeu muita gente.
Apesar de perder força sob o aspecto da contestação da votação, essa pessoa enfatiza que o relatório não era a única base do grupo, permanecendo os princípios que estão sendo ameaçados no país, devendo permanecer por esses valores, como a liberdade de expressão e a defesa da Constituição.
Já o militante Cleomar Pilar, membro do PCdoB e que foi um dos coordenadores da campanha do Lula (PT) em Rondonópolis, externou ao A TRIBUNA que a militância de esquerda estava tranquila e que já esperava que o relatório das Forças Armadas não trouxesse nenhuma novidade.
Ele entende que, se o relatório tivesse indícios de fraude na votação, o presidente atual Jair Bolsonaro e sua equipe já estavam sabendo com antecedência do seu teor.
“Essas foram as mesmas urnas que deram a vitória a Bolsonaro em 2018. Entendo que foi uma decepção para os bolsonaristas perderem as eleições, mas é vida que segue”, avaliou ele, dizendo que esses protestos, sobretudo pelos prejuízos que trouxeram ao fechar estradas, são ilegítimos.
Enfatiza que as urnas registraram uma vitória de Bolsonaro em Mato Grosso, mas uma derrota dele no cômputo geral no Brasil. Nesse sentido, apontou que, com a divulgação do relatório, a tendência é que essas manifestações que ainda persistem percam força. “Esse relatório é bom para democracia, pois acalma os ânimos”, acrescentou.
Assessoria/Caminho Político
@caminhopolitico @cpweb

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