Criado em Lucas do Rio Verde, o deputado Cattani fincou suas raízes em um assentamento no Pontal do Marape, no município de Nova Mutum. Porém, para quem conhece, sabe que o município Luverdense é o mais próximo para fazer as "correrias" do dia-a-dia, como supermercado, lotérica, lojas, e etc. Em 2018, Gilberto Cattani concorreu a um cargo político pela primeira vez em sua vida, e conquistou 11.629 votos, alcançando a primeira suplência, e ficando como reserva imediato dos deputados estaduais delegado Claudinei de Rondonópolis, que obteve 29.988 votos, e do advogado Sílvio Fávero de Lucas do Rio Verde, que obteve 12.059 votos.
No dia 13 de março de 2021, o Estado de Mato Grosso se abala com a morte do deputado Estadual Sílvio Antônio Fávero, por complicações da Covid-19.
Em seu lugar, toma posse como deputado, um pequeno produtor de leite, homem do campo advindo da reforma agrária do Incra, e morador do Pontal do Marape há quase 25 anos, Gilberto Moacir Cattani, filiado no PSL.
Cattani chega com simplicidade, surpresa, e sem nenhuma experiência como parlamentar, porém, com ânimo e boas idéias para defender a população, principalmente os produtores rurais. Assumiu o mandato, e pela baixa votação de 11.629 votos, Gilberto foi considerado um deputado do baixo clero, mas com as mesmas prerrogativas dos colegas que alí já estavam.
No pleito de 2022, já com trabalhos e resultados apresentados nesse pouco tempo de mandato, Cattani vai a reeleição junto de um amigo com forte peso no meio político brasileiro, o então presidente da República, Jair Bolsonaro.
Aliado de primeira hora do presidente e do seu filho, o do deputado federal Eduardo Bolsonaro do Rio de Janeiro, o Matogrossense Gilberto Cattani vai para as ruas, apresenta o seu trabalho prestado nesse curto período em que esteve no cargo, e recebe nada menos que 44.705 votos, sendo o sexto mais votado dos 24 deputados estaduais.
Em uma briga de direita e esquerda, o bolsonarista Cattani quebrou alguns tabus, e foi reeleito com uma expressiva votação, não obtendo votos somente em 1 município (Ponte Branca) do Estado. Ele saiu do baixo claro, para um dos deputados mais bem votados, ultrapassando até mesmo colegas parlamentares de anos de estrada no meio político e que foi reeleito aos empurrões por padrinhos político ou poder aquisitivo elevado.
Nesta última semana, o assunto mais comentado no Estado foi a nova composição da Mesa Diretora da AL-MT, cargos totalmente visados pelos parlamentares. Entre uma reunião e outra, se falavam de uma disputa acirrada em entre o atual presidente da Casa de Leis, Eduardo Botelho e o primeiro secretário Max Russi.
Em definitivo, construíram uma chapa única, e convidaram o deputado Cattani a fazer parte.
Com apenas 1 ano e 10 meses no cargo, e já diplomado para o segundo mandato, o produtor rural Gilberto Cattani promete usar da estrutura da diretoria para defender com mais afinco, os trabalhadores rurais e o conservadorismo. De 11.629 votos, para 44.705 votos, ele será a voz da direita na Mesa Diretora e o único representante natu do bolsonarismo em um dos cargos mais visados na AL-MT.
Nova composição para o biênio 2023/2024:
Presidente: Eduardo Botelho (UB)
1° Vice-presidente: Janaína Riva (MDB)
2° Vice-presidente: Wilson Santos (PSD)
1° Secretário: Max Russi (PSB)
2° Secretário: Valdir Barranco (PT)
3° Secretário: Gilberto Cattani (PL)
4° Secretário: Valmir Moretto (Repu)
Assessoria/Caminho Político
@caminhopolitico @cpweb
Instagram: @caminhopoliticomt

Nenhum comentário:
Postar um comentário