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segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

GUINÉ-BISSAU: PRS e APU-PDGB assinam acordo político na Guiné-Bissau

O Partido da Renovação Social (PRS) e a Assembleia de Povo Unido - Partido Social Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB) assinaram um acordo político com o qual as duas formações prometem concorrer às próximas eleições. O PRS torna-se no segundo partido apoiante da coligação Plataforma Aliança Inclusiva (PAI)- Terra Ranka, que governava o país, a celebrar acordos com outras forças políticas fora da coligação, depois de o Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, ter dissolvido o parlamento a 04 de dezembro de 2023, sem ainda ter anunciado data para novas eleições.
No momento da assinatura do acordo, o líder do PRS, Fernando Dias, e o presidente da APU- PDGB, Nuno Nabiam, salientaram a importância do entendimento alcançado "após vários anos de tentativas de aproximação".
"O PRS e a APU são filhos de um mesmo pai que é Kumba Ialá", notou Nuno Nabiam, numa alusão ao facto de Ialá, falecido Presidente guineense, ter sido um dos fundadores do PRS e mentor político do próprio.
Os dois partidos admitem ter "a mesma base sociológica e eleitoral", conforme salientou no seu discurso Fernando Dias.
"Somos dois partidos com as mesmas bases pelo que devemos andar juntos", observou o líder do PRS.
O acordo foi celebrado no âmbito das comemorações do 32.º aniversário da fundação do PRS, testemunhadas pelo Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, que felicitou os dois partidos "pela decisão sábia".
Sissoco Embaló, que se considerou "um grande amigo do PRS", observou que se os dois partidos continuassem divididos estariam a favorecer o adversário, numa referência ao Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), líder da coligação PAI-Terra Ranka.
Nas últimas eleições legislativas realizadas em junho de 2023, o PRS obteve 12 dos 102 deputados no parlamento e a APU- PDGB apenas um, neste caso, o líder do partido, Nuno Nabiam, antigo primeiro-ministro guineense.
O PRS firmou, então, um acordo de incidência parlamentar e governativo com a coligação (PAI- Terra Ranka), encabeçada pelo PAIGC, vencedora das eleições com uma maioria absoluta de 54 deputados, ao abrigo do qual integrou o Governo.
Fernando Dias era primeiro vice-presidente do parlamento ao abrigo do acordo com a PAI- Terra Ranka.
Fontes do PRS adiantaram à Lusa que Fernando Dias iria anunciar a renúncia do PRS ao acordo com o PAIGC, o que não aconteceu, sem que se explicasse os motivos, apesar da insistência dos jornalistas.
"Em tempo oportuno o presidente (do PRS) vai fazer um pronunciamento sobre a situação política do país", indicou uma fonte do partido que faz parte do novo Governo na Guiné-Bissau formado pelo chefe de Estado, detendo oito pastas, seis ministérios e duas secretarias de Estado, entre 28 ministros e nove secretários de Estado.
Nas celebrações do aniversário do PRS, participou também o líder do Partido dos Trabalhadores Guineenses (PTG), Botche Candé, atual ministro do Interior, que anunciou que o seu partido vai assinar um acordo político com o Movimento para a Alternância Democrática (Madem G-15).
O Madem G-15, apoiante do Presidente Embaló, e o APU-PDGB eram os únicos partidos na oposição na Assembleia Nacional Popular com a maioria PAI-Terra Ranka. "Brevemente vamos assinar um acordo com o Madem", disse Botche Candé.
O líder do PTG anunciou "o fim do acordo" com a PAI -- Terra Ranka, dias depois de o Presidente guineense, Sissoco Embaló, dissolver o parlamento e demitir o Governo saído das eleições de junho.
Embaló evocou a existência de uma grave crise política no país, com foco no parlamento, e ainda denunciou a ocorrência de uma tentativa de golpe de Estado no final do ano passado, para justificar a sua decisão.
O Presidente apontou os combates ocorridos entre os dias 31 de novembro e 01 de dezembro, entre a Guarda Nacional e as Forças Armadas, como elementos da tentativa do golpe fracassado.
A PAI - Terra Ranka e vários setores da sociedade guineense têm vindo a contestar a decisão do Presidente de dissolver o parlamento, com o argumento de que a Constituição do país proíbe aquela medida, nos 12 meses posteriores às eleições.
Lusa/Caminho Político
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