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quarta-feira, 3 de julho de 2024

DEPUTADO ESQUERDISTA CITA PASSAGEM Á R$1 DO BRT: Lúdio provoca um "REBOLIÇO" em sessão na votação de PL que obriga licitação do BRT

Na sessão vespertina da ALMT, realizada no inicio da tarde de hoje, o Deputado Esquerdista Lúdio Cabral, pré-candidato também a prefeito de Cuiabá, apresentou um um Projeto de Lei (PL) que torna obrigatória a realização de licitação para a concessão do BRT (Ônibus de Rápido Transporte) e fixa o valor do transporte em R$ 1, por 5 anos. Onde o Deputado Lúdio provocou uma situação desagradável no plenário da Casa de Leis, ao incitar o Presidente da ALMT, Deputado Botelho.
O Deputado Lúdio Cabral, esquerdista e oposição na Casa de Leis ao Governo, fez um discurso oportunista e nada republicano, onde ipoderia "fixar o valor do transporte BRT em R$ 1, por 5 anos", o clima esquentou os ânimos no plenário e o "DEBATE" acalorousse quando Lúdio foi até o Deputado Botelho que também é pré-candidato a prefeito de Cuiabá, protagonizaram uma cena vexatória no PLENÁRIO desta quarta-feira (3), ao se "Levantar em direção” após provocação do parlamentar Lúdio Cabral (PT).
Botelho “irritou-se com a provocação” de Lúdio durante a votação do Projeto de Lei (PL) que poderia " fixar o valor do transporte em R$ 1 do BRT, por 5 anos, A maioria dos parlamentares repúdiaram a atitude de Lúdio, e qualificou como oportunismo político.
Com a assinatura de 11 parlamentares, o PL foi apresentado em regime especial de urgência urgentíssima para que fosse discutido em plenário durante a sessão desta quarta-feira. Contudo, ao iniciar a sessão o projeto não foi apreciado, resultando na suspensão da sessão. Ao retornarem, o presidente Eduardo Botelho pediu a recontagem das assinaturas, momento em que a base do governador Mauro Mendes (União) pediu a retirada das assinaturas.
LÚDIO fala - “Eu apresentei o requerimento com onze assinaturas. O quórum no plenário assegurava a aprovação dele com segurança. De repente, o requerimento some, depois a sessão é suspensa, quando a sessão é retomada, a bancada do Botelho, coesa, vota contra o requerimento de urgência urgentíssima. Que na prática significa que o projeto, infelizmente, foi enterrado. Eles já enterraram, derrotaram o projeto que previa obrigatoriedade da licitação do BRT. O Botelho articulou e mobilizou a sua base para votar contra o projeto”, explicou Lúdio.
“Eu estava fazendo o registro do requerimento que havia sumido. Registrava em foto o requerimento para que ele não desapareça de novo. E aí o presidente da assembleia perde a cabeça? por que ele ficou tão nervoso? Qual a razão para ele se desesperar dessa forma? Ele não quer a licitação do BRT? Ele não quer obrigatoriedade legal da licitação do BRT? Ele não quer uma tarifa justa para nossa população? Então ele tem que responder do porquê ficou tão nervoso e perdeu a cabeça, perdeu a compostura, partiu para agressão física? Isso não é comportamento de presidente da assembleia, nem de quem quer ser prefeito de Cuiabá”, crítica Lúdio Cabral.
O PL proposto por Lúdio previa ainda que a tarifa custasse, no máximo um R$ 1, por no mínimo, 5 anos. Sendo custeado pelas venda dos vagões do VLT.
“Se o estado está construindo as pistas e gastando R$ 500 milhões. Se o Estado diz que vai adquirir os ônibus por mais de R$ 250 milhões. É absolutamente necessário, primeiro, a licitação pública e segundo, uma módica. Porque o custo de operação será baixíssimo. E os recursos da venda dos vagões asseguram o equilíbrio financeiro desse processo licitatório, para a família do Botelho [não] receba, de presente, o BRT e coloque no bolso mais dinheiro, prestando um serviço de péssima qualidade, como hoje presta no intermunicipal, por meio da União Transporte. É a população de Cuiabá e Várzea Grande que precisa ser presenteada com serviço de qualidade”, dispara o petista.
“O Botelho mobilizou os deputados para que retirasse a assinatura do requerimento. A votação nominal era para que todos os deputados pudessem se manifestar com transparência sobre o seu posicionamento. Eu apresentei um requerimento de urgência urgentíssima para votar um projeto seríssimo, para assegurar transparência na licitação do BRT. Para assegurar na lei a obrigatoriedade da licitação. O requerimento é apresentado com 11 assinaturas. Depois ele some. Sessão é suspensa. Quando volta, a do Botelho toda vota contra o requerimento? Por quê? Por que que o Botelho ficou tão nervoso?”, questionou o parlamentar.
Assessoria/Caminho Político
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