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segunda-feira, 21 de abril de 2025

Dom Odilo sobre chance de ser papa: “Todos têm o direito de torcer”

Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, comentou torcida para papa brasileiro e disse que especulações são naturais.
Um dos cardeais que participarão do conclave, cerimônia onde o novo papa será escolhido, Dom Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo, comentou nesta segunda-feira (21/4) a possibilidade de ser o próximo pontífice. Questionado por uma jornalista sobre sua expectativa para a escolha, e a torcida dos brasileiros para um papa do país, o cardeal disse que vê com naturalidade as especulações sobre o tema.
“Todos têm o direito de torcer. Evidentemente que agora vêm as especulações e, como aqui no Brasil, no México, nos Estados Unidos, em Portugal, na Espanha, […], em todo lugar vão se fazer especulações e torcidas. Isso é natural”.
Dom Odilo esclareceu que a escolha do papa é resultado do que chamou de “um discernimento coletivo”, em que a situação da igreja e seus desafios são analisados.
“A escolha do papa vem de um discernimento que se faz num clima de oração, de um alto senso de responsabilidade em relação à igreja. Não é salvar uma ideologia, um partido, um gosto. É a grande responsabilidade sobre quem vai conduzir a igreja para desempenhar bem a missão da igreja”.
Relembre a trajetória do papa Francisco
Filho de imigrantes italianos, Jorge Mario Bergoglio nasceu em Buenos Aires, na Argentina, em 17 de dezembro de 1936
Foi eleito pontífice em 13 de março de 2013. Escolheu a identidade de Francisco em referência a São Francisco de Assis
O primeiro papa latino-americano sucedeu o alemão Bento XVI após a renúncia
Bergoglio se formou em química. Decidiu seguir a vida sacerdotal aos 20 anos, em 1957. Trabalhou como professor de literatura e psicologia no início da década de 1960
Ele concluiu doutorado em teologia pela Universidade de Freiburg, na Alemanha
Como pontífice, Francisco adotou um discurso mais flexível e chegou a ser duramente criticado. Foi considerado um papa mais progressista
O arcebispo disse que não há “conchavos” feitos anteriormente para a escolha e disse que nenhuma decisão deve ser considerada uma “surpresa”. Ele evitou dizer se tem expectativa de que o próximo papa seja de outros continentes.
“Ninguém deveria se surpreender se fosse escolhido um cardeal africano para ser papa, ou um asiático, ou novamente um italiano. […] Qualquer um que for escolhido como papa receberá o cuidado da igreja como um todo”.
Jessica Bernardo/Caminho Político
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