Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

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Governo de Mato Grosso

quarta-feira, 27 de agosto de 2025

ACONTECEU HOJE: Max Russi diz não interferir nos trabalhos dos deputados e destaca ferramentas capazes de continuidade do debate

O presidente da ALMT, Max Russi (PSB), comentou o impasse. Segundo ele, não tem conhecimento de quem teria retirado apoio nem sobre eventuais interferências externas para esvaziar a proposta. Reforçou ainda que sua função é conduzir os trabalhos da Casa conforme o regimento interno, sem intervir na atuação dos demais deputados.
“Eu não tenho esse conhecimento sobre quem recuou. Eu sou favorável. Eu, como presidente da Casa, não posso emitir opinião em cima do trabalho dos deputados. Eu tenho que cumprir o regimento e fazer dar vazão àquilo que é regimental e está dentro da nossa Constituição. Se tiver as assinaturas necessárias, abriremos a CPI. Se não tiver, é um assunto que não pode ficar parado. Nós queremos esse debate para encontrar soluções. A causa do feminicídio não é a causa de ninguém. É uma causa de todos nós. Nós precisamos todos unidos trabalharmos para que mude essa questão cultural, mude o que está acontecendo porque nós não podemos aceitar o que está acontecendo no estado de Mato Grosso”, afirmou.
Apesar da instabilidade em torno da CPI, Russi destacou que o Parlamento dispõe de outras ferramentas capazes de garantir que o tema continue em debate.
“CPI tem que ter assinaturas. Tem que ter um quórum qualificado, no mínimo oito deputados assinarem. Não tendo, não há. Mas há dentro do Parlamento instrumentos importantes, por exemplo: câmara temática, grupo de trabalho, enfim, vários debates podem acontecer de outras maneiras. Então, se não acontecer a CPI, não dá pra dizer que inexiste essa possibilidade. Existe essa possibilidade ainda. A gente tem que fazer esse debate”, completou.
A proposta de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o avanço da violência contra a mulher enfrenta resistência dentro da Assembleia Legislativa (ALMT). Deputados que haviam se comprometido a apoiar a iniciativa retiraram suas assinaturas, e até o momento não foi divulgado quem são os parlamentares que recuaram nem o número exato de desistências.
Assessoria/Caminho Político
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