O projeto de lei do vereador Rafael Ranalli (PL) que pretende proibir a utilização e a distribuição de livros com conteúdo erótico em todas as escolas da rede municipal de ensino. A proposta, segundo o parlamentar, tem como objetivo assegurar que o ambiente escolar seja “seguro, saudável e adequado” ao desenvolvimento pedagógico e emocional dos estudantes. Pelo texto, será considerado conteúdo erótico qualquer material em formato físico ou digital que apresente descrições ou representações de caráter sexual explícito ou implícito, incluindo imagens, vídeos, áudios, desenhos, palavrões, órgãos genitais ou atos libidinosos. O projeto, no entanto, abre exceção para conteúdos de caráter científico e biológico, relacionados ao estudo do corpo humano e do sistema reprodutivo, desde que respeitada a faixa etária dos alunos.
Na justificativa, Ranalli argumenta que a medida busca proteger crianças e adolescentes em fase de formação de valores e identidade. Para ele, a presença de materiais de teor erótico nas escolas pode gerar impactos negativos no desenvolvimento psicológico e emocional dos estudantes.
A proposta também destaca a diferença entre a educação sexual científica, que deve ser tratada de forma pedagógica, e o conteúdo erótico, considerado inapropriado para o ambiente escolar.
O vereador citou ainda a experiência de Londrina (PR), onde já está em vigor uma lei semelhante, aprovada em março de 2025. A referência foi usada como exemplo de que a preocupação com o tema vem ganhando espaço em outros municípios do país.
Se aprovada, a lei entrará em vigor a partir da publicação no Diário Oficial do município.
Assessoria/Caminho Político
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