Às vésperas da votação do projeto que define o percentual do Reajuste Geral Anual (RGA) dos servidores públicos, o deputado estadual Eduardo Botelho (União) cobrou que o governo de Mato Grosso reconheça e pague a dívida acumulada referente aos reajustes não concedidos em anos anteriores, especialmente durante a pandemia de covid-19. Em entrevista ao Jornal do Meio Dia, Botelho afirmou que, mesmo que o índice atual do RGA — calculado com base no IPCA de 4,26% — não contemple as perdas passadas, o Estado tem condições financeiras de planejar o pagamento dessa dívida de forma parcelada. O parlamentar defende que o governo formalize o reconhecimento do débito com os servidores e elabore um cronograma de recomposição salarial.
O líder do governo na Assembleia Legislativa, Dilmar Dal Bosco (União), declarou que não há, até o momento, qualquer sinalização do governador sobre a concessão de um reajuste superior ao índice da inflação.
Botelho, por sua vez, argumenta que o Estado possui recursos suficientes para iniciar a correção das defasagens salariais e que o pagamento das RGAs atrasadas seria uma forma de “fazer justiça” aos servidores públicos. A votação do projeto está marcada para quarta-feira (14), no retorno das sessões da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).
Régis Oliveira/Caminho Político
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