O ano de 2026 começou e, com ele, as articulações políticas e partidárias dos pré-candidatos ao governo de Mato Grosso ganham força. A disputa pelo Palácio Paiaguás promete ser acirrada, com dois nomes despontando como principais protagonistas: o vice-governador Otaviano Pivetta e a médica Natasha Slhessarenko. As análises políticas mais consistentes indicam que o cenário tende a se polarizar entre esses dois grupos. De um lado, o bloco aliado a Pivetta, que representa a continuidade do atual modelo de gestão; de outro, o grupo de Natasha, que busca apresentar uma alternativa com novas propostas, mas sem romper totalmente com o legado administrativo de Mauro Mendes.
A tendência é que ambos sejam conduzidos ao segundo turno, com a decisão final nas urnas sendo definida pelas cinco regiões do estado. A população mato-grossense demonstra cada vez mais clareza sobre o perfil de liderança que deseja: alguém capaz de manter o ritmo de crescimento, os investimentos e a eficiência administrativa que marcaram os últimos anos.
Em relação aos senadores Jayme Campos e Wellington Fagundes, há reconhecimento e simpatia por parte do eleitorado, mas o foco da disputa estadual parece concentrar-se na busca por um sucessor que mantenha o “jeito Mauro Mendes de governar” — pautado em resultados, obras e desenvolvimento contínuo.
Régis Oliveira/Caminho Político
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