Evento discute como equilibrar a paixão pelas cavalgadas com as novas regras e o bem-estar animal, garantindo a festa sem dor de cabeça pro produtor rural. Quem vive no campo sabe o valor de uma boa cavalgada. É mais que um evento, é tradição que pulsa nas veias do mato-grossense, um momento de confraternização, de mostrar o animal bem cuidado e de sentir o chão batido sob as patas. Mas o mundo anda mudando, e com ele, a necessidade de a gente se adaptar pra manter viva essa cultura, sem deixar a peteca cair na responsabilidade. E é exatamente sobre isso que a 3ª Conferência Estadual de Comitivas de Cavalgadas de MT vai bater um papo aberto, no dia 21 de fevereiro, lá no auditório do Comando Geral da PMMT, em Cuiabá.
Tradição com responsabilidade
A gente vê o tempo voando, e com ele a pressão por novas regras, principalmente em relação ao bem-estar animal. Não dá pra fechar os olhos pra isso. Um cavalo bem tratado não é só uma questão de respeito, é também o cartão de visitas da nossa cultura, da nossa lida no dia a dia. E a Associação Central de Comitivas de MT está na linha de frente, puxando essa discussão para que as cavalgadas sigam sendo um orgulho para o estado. Eles sabem que, porteira para dentro ou fora, o cuidado com o animal é primordial.
Quem pratica cavalgada investe tempo e dinheiro no seu animal, prepara sua comitiva, e de repente, por falta de informação ou por não seguir uma regra que nem sabia que existia, a cavalgada pode ser comprometida. Isso, sem dúvida, é um baque pra qualquer produtor. E é pra evitar esse tipo de perrengue que a Conferência vai detalhar as regras pra realização de eventos, alinhando as expectativas e garantindo a segurança de todo mundo. O objetivo é clarear o caminho, mostrando como se organizar para que a festa seja só alegria, sem preocupação com fiscalização ou incidentes.
“A união e a cooperação entre as comitivas são fundamentais para o sucesso e a continuidade das cavalgadas em Mato Grosso”, afirma Zeno Rondos – presidente da Central de Comitivas de MT. E essa frase, de fato, mostra a essência do encontro. Não é sobre impor, mas sobre construir junto. Trocar experiências, entender os desafios de cada região e, principalmente, montar um calendário oficial que funcione pra todos. Porque, no fim das contas, a gente quer ver a tradição seguir em frente, forte e respeitada, pra que as próximas gerações também possam sentir o prazer de uma cavalgada bem feita.
Um dos pontos altos do evento será o painel de discussão sobre o futuro das cavalgadas em Mato Grosso. É a chance de todo mundo colocar a voz na roda, levantar os problemas, apresentar soluções e, quem sabe, já sair de lá com um plano de ação pra fortalecer ainda mais essa tradição. Porque se a gente não conversar, se não se organizar, a coisa pode desandar. E ninguém quer isso, ainda mais quando se fala de uma paixão tão enraizada na nossa cultura rural.
Assessoria/AGRONEWS/Caminho Político
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